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Dicas de Sucesso para Micro e Pequeno Varejo de Alimentos

Dicas de Sucesso para Micro e Pequeno Varejo de Alimentos

O Rio Grande do Sul traz boas dicas de sucesso do setor de alimentos implícitas em uma pesquisa divulgada pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas). Os médios e grandes negócios do varejo de alimentos do Estado crescem por três fatores principais (proximidade com o cliente, apelo local e capacidade de maior investimento). Dos três principais fatores para o crescimento dos supermercadistas de maior porte, dois estão muito afinados com a realidade de micro e pequenos mercados. Se por um lado falta capacidade de maior investimento, por outro sobra oportunidade para investir no apelo local e na proximidade com o cliente.

Mercados de bairro têm alto potencial para estabelecer um apelo local. Primeiro porque os consumidores estão buscando conveniência e o fator “proximidade com o trabalho ou a residência” é uma característica facilmente atribuída aos pequenos negócios na hora da escolha pelos consumidores. Porém, apelo local não se restringe a posicionamento geográfico: serviços agregados e adequada ambientação do interior são alguns dos aspectos que o complementam.

Outro fator é que, quando estabelecida alta qualidade de atendimento e real suprimento de necessidades específicas do perfil dos clientes, o pequeno varejo tem muito mais chances de conquistar uma aproximação com o cliente. Se esse relacionamento for construído em bases sólidas, há grande potencial para o local se tornar uma referência destino. Isso significa que, mesmo que o cliente tenha sua rota tradicional alterada, ainda vai preferir voltar àquele mercado de bairro no qual tem hábito de consumir.

Mas, por entre as gôndolas dos médios e grandes mercados, tem mais fatores que podem revelar estratégias para melhorar o faturamento de micro e pequenos comércios. Embora a Agas revele que apenas 2,16% dos supermercados do Estado não aceitam cartões e meios eletrônicos de pagamento, pesquisa do Sebrae aponta que cerca de três milhões de micro e pequenas empresas no Brasil (sem contar empreendedores individuais e pequenos negócios informais) ainda utilizam meios eletrônicos de pagamento nas suas relações comerciais com clientes e fornecedores.

Dicas Minimercados_Tabela

Os gaúchos estão usando cada vez menos o dinheiro na forma de papel para pagar suas contas. O cartão de débito, que aparece em destaque nos meios de pagamento utilizados pelos consumidores nos supermercados gaúchos, foi o que mais cresceu desde 2010.

Nada diferente dos demais estados brasileiros. Os cartões obtiveram um crescimento de uso pelas famílias brasileiras, em 2012, de 20,6%. (Leia em Os cartões nos micros e pequenos negócios). Ou seja, micro e pequenos mercados que não disponibilizam meios eletrônicos a seus clientes – especialmente os cartões de débito – terão dificuldades em acompanhar o ritmo de crescimento do setor.

Para micro e pequeno varejo do setor, as oportunidades de aprendizado com o sucesso de médias e grandes redes varejistas não param por aí. Outros fatores merecem ser citados:

  • O expansivo horário de funcionamento; e
  • A diversificação dos produtos.

O Ranking Agas 2012 aponta que, no Rio Grande do Sul, 20,44% dos estabelecimentos pesquisados não operam aos domingos e feriados, mas não identifica qual a participação por porte das empresas nesse indicador.

A Associação também credita o resultado expressivo dos médios negócios, obtido em 2012, à comodidade que o consumidor tem em realizar todas as compras de necessidades da família em um único lugar e afirma que os supermercados gaúchos estão apostando mais em itens de marca própria.

O que não significa que os varejistas de menor porte devam indiscriminadamente expandir seus horários e ampliar o mix de produtos, além de inserir suas marcas em produtos próprios (como panificação, por exemplo). O sucesso de um negócio depende de inúmeros fatores inter-relacionados e variam de empresa para empresa. O fato é que as informações aqui contidas são boas dicas para uma linha de pesquisa, com a qual esses pequenos negócios possam avaliar a inserção de práticas que não o distanciem dos grandes, mas sim os diferencie favoravelmente perante os consumidores.

Fica o alerta: quem não aperfeiçoar seus serviços e produtos será engolido pela concorrência. Se o supermercado mais próspero é o mais ágil, é o que melhor entende as mudanças de hábitos de consumo dos seus clientes, para minimercados não é diferente.

Se quiser apoio do Sebrae para planejar estratégias de diferenciação em seu negócio, procure a unidade mais próxima em www.sebrae.com.br

 

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