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Cuidados com a Recria na piscicultura ajudam a evitar prejuízos

Cuidados com a Recria na piscicultura ajudam a evitar prejuízos

A piscicultura apresenta várias etapas no processo de criação e cultivo dos peixes. É importante entender e realizar com qualidade cada etapa para evitar prejuízos com taxas de crescimento baixas ou a morte de peixes.

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O manejo a ser adotado na recria está associado à espécie de peixe e ao sistema de criação. Essa fase ocorre logo após o peixe sair do berçário e ser destinado ao viveiro definitivo onde ficará até o abate.

Os alevinos de peixes redondos, como o pacu, tambaqui, pirapitinga e híbridos, quando criados em viveiros escavados, são conduzidos do berçário para a recria quando atingem 90 g de peso vivo. Esses peixes, com esse peso, já conseguem se defender da maioria dos predadores, principalmente os pássaros. Nessa fase, a ração que até então era específica para alevinos, com um valor de proteína bruta superior a 40%, passa agora a receber ração com 32% de proteína bruta.

Quando o sistema de produção é em tanque-rede, já aos 50 g, esses peixes podem ser transferidos para os tanques-rede de engorda com a densidade programada até o final do ciclo, porém continua a fornecer ração com valor de proteína bruta superior a 40% até os peixes atingirem 90 g, quando só então muda-se a ração para 32% de proteína bruta.

Essa fase se estende até os peixes atingirem uma média de 450 gramas de peso vivo.

Os peixes da espécie pintado, quando criados em viveiros escavados, devem ser transferidos para os viveiros de recria somente quando atingirem peso médio superior a 240 gramas. Sendo assim, a fase de recria começa aos 240 g. Essa ação se faz necessária, pois abaixo desse peso os pintados continuam sendo muito susceptíveis a ações predadoras dos pássaros.

A ração dos pintados deve permanecer com níveis de proteína superior a 40% durante todo o período de berçário e permanecer por um período de, no mínimo, 15 dias após a transferência.

 Os peixes pintados que estão em tanque-rede podem ser transferidos para o tanque-rede de recria, logo após atingirem um tamanho que não mais passem nas malhas, o que depende do tamanho da malha.

Uma das mais importantes medidas de manejo nessa fase para os pintados é a seleção. Deve-se retirar os peixes muito grandes e muitos pequenos, pois os maiores irão comer os outros, e os menores serão predados por todos os outros peixes do viveiro. Esses peixes retirados devem formar lotes uniformes.

A engorda é a terceira fase, que vai de 450 g a 2.000 g, momento de os peixes serem comercializados.

Saiba mais lendo o manual completo e evite prejuízos usando as orientações do Sebrae: Manual Como Iniciar a Piscicultura com Espécies Regionais.

Fonte: Sebrae.com.br

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