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Com diferentes sabores, crepes são grande negócio em GO e no DF

Com diferentes sabores, crepes são grande negócio em GO e no DF

Empresários que apostam na iguaria receberam ajuda do Sebrae. Sabores recebem até nome de filme para atrair a clientela. 

O crepe virou um grande negócio no Centro-Oeste do Brasil. Empresários
de Goiás e do Distrito Federal apostam na iguaria, criam tamanhos e
receitas diferentes e dão até nome de filme nos sabores para atrair a
clientela.

Em Goiás, o produto é feito em vários tamanhos. O diferencial é o
equipamento desenvolvido pelo próprio empresário. No Distrito Federal,
os recheios são a grande atração: com nomes de filmes de cinema, a
clientela não resiste. O sabor Guerra nas Estrelas é um dos crepes mais
vendidos na casa.

Difícil é imaginar uma ligação entre a receita do crepe com a saga do
jovem Luke Skywalker, das forças do bem, contra Darth Vader. O destaque é
o recheio: filé, mussarela e cheddar.

As receitas foram criadas pelo empresário Nilo Santiago Filho. Ele
achou que batizar os crepes com nomes de filmes seria uma inovação. E
deu certo. “Aqueles filmes que tivessem alguma correlação com alimentos
(…), para que a gente pudesse colocar no nome dos nossos crepes”,
explica. Quem experimenta, aprova tanto os crepes como os nomes de
filmes.

Para montar o negócio com segurança o empresário procurou o Serviço Brasileiro de Apoio ás Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

“Tem que estar aberto para aprender sempre. Aberto sempre pra ouvir.
Ter também uma parceria com o Sebrae, que é uma escola fantástica de
campeões de vendas, de campeões de negócios”, sugere Santiago Filho.

O programa Sebraetec, entre outras ações, oferece subsídio aos serviços
de inovação e tecnologia. E também orienta a implantação e treina os
funcionários das empresas.

“No país, a gente conseguiu aumentar em 32% o número de atendimentos às
empresas. Em 2011, nossa meta de atendimento era de 450 empresas, nós
fechamos 560 atendimentos”, diz Jorge Adriano Soares da Silva, do Sebrae
do DF.

E o empresário Wilson Guerino, em Goiânia, teve a ideia de fazer e
vender crepes quando via na tevê o programa “Mais Você”, da Ana Maria
Braga, da Rede Globo “Ela estava fazendo uma matéria sobre crepe. Eu me
interessei, pesquisei, achei que o negócio era de resultado bom,
comecei.”

Guerino participou do programa Agentes Locais, do Sebrae, e recebeu
orientações para aumentar a clientela. Resolveu abrir uma loja em um
shopping. O resultado foi imediato. As vendas só aumentaram.

Uma das ações foi melhorar a aparência do local. O resultado apareceu
rápido. A creperia faturava R$ 20 mil por mês. Agora, com o apoio do
Sebrae, o lucro subiu para R$ 35 mil mensais.

“Nós estamos levando para ele tecnologia, informação, atualidades e
isso é que faz, aliado ao esforço, à vontade dele, junto com o que nós
podemos levar, o crescimento dele e de todas as outras empresas”, sugere
João Bosco Gouthier, do Sebrae de Goiás.

O empresário incrementou o negócio: criou uma exclusiva raladora de
queijos, elétrica e rápida. Além disso, diminuiu o tamanho da máquina de
fazer crepes. Passou de 35 centímetros de diâmetro para 25. E agora,
cabe direitinho no prato. “Como Goiânia não tem a cultura do crepe, não
tem opção. Busquei uma máquina no mercado e transformei para a forma que
eu gostaria de trabalhar”, revela o empresário.

Stella Maris Guerino, mulher de Wilson, ajuda no empreendimento. Ela
criou os recheios para os 18 crepes. O carro-chefe da cozinha é o crepe
de filé com rúcula. “Ele tem um sabor diferenciado porque leva tomate
seco, rúcula, filé e cheddar”, diz.

“Maravilhoso. Eu venho de longe só para comer esse crepe, que é o
melhor crepe de Goiânia”, afirma Marcos Cintra, que frequenta o local.

Wilson e Stella preparam mais de mil crepes por mês. Oito funcionários
ajudam o casal, que já tem planos para o futuro. “Já procurei o balcão
do Sebrae. Já me orientaram alguma coisa, e vamos começar a ser
franqueador”, diz o empresário.

Fonte: G1
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