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Comércio varejista de acessórios de moda: estatísticas

Comércio varejista de acessórios de moda: estatísticas

AcessoriosJoias, gemas, folheados, bijuterias, óculos, meias, cintos, luvas, lenços, gravatas, chapéus e bonés são apenas alguns dos inúmeros acessórios de vestuário e afins. E eles representam uma parcela importante das vendas do setor.

Para se ter uma ideia, em 2012 as vendas de acessórios de moda aumentaram 14%, atingindo a cifra de R$ 1,04 milhões. O faturamento de gemas, joias e bijuterias em 2012 foi de R$ 7,5 bilhões, sendo 40% referente ao setor de varejo.

É exatamente nesse segmento que vamos aprofundar na série de posts que começamos agora. Fundamentados no Estudo Setorial Comércio Varejista de Acessórios, elaborado pelo Sebrae Nacional, os posts abordarão aspectos como: estatísticas do segmento; perfil do consumidor; concorrentes e fornecedores; franquias e principais eventos do setor.

Estatísticas
Para começar, vamos conhecer os principais números do setor.

De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), levantados por meio da Rais (Relação Anual de Informações Sociais) de 2011, os números de estabelecimentos destinados à produção de acessórios de moda naquele ano, por porte, eram os seguintes:

  • Fabricação de acessórios de vestuário: 1.434 microempresas; 258 pequenas empresas; e 26 empresas de médio porte.
  • Lapidação de gemas e fabricação de artefatos: 1.008 micro; 164 pequenas; e 7 médias.
  • Fabricação de bijouterias e artefatos: 578 micro; 103 pequenas; e 6 médias.

De acordo com o IEMI (Instituto de Estudos e Marketing Industrial) consumo dos produtos representado pelas vendas de acessórios têxteis apresentou crescimento no período compreendido entre 2008 e 2012, tanto em volume de peças quanto em valores monetários.

Chapéus e bonés apresentaram um crescimento contínuo e ascendente de 2008 a 2012, correspondendo a 42% das vendas em volume e 52% em valores monetários. Esse desempenho pode ser explicado pelo modismo no uso desse acessório como uma peça de estilo.

A categoria de cintos apresentou pequeno acréscimo (6%), do total das vendas em 2012 em relação a 2008. No entanto, é o segundo acessório mais importante em relação ao volume nos últimos anos.

As gravatas apresentaram ritmo de crescimento nos últimos cinco anos, porém em termos quantitativos não são representativas, ficando na quarta posição em relação à escala de importância de vendas.

Já as luvas e lenços (de bolso, pescoço e cabeça) são os menos representativos, cada um respondendo por apenas 1% das vendas totais em 2012. Uma possível explicação para esse resultado se deve ao clima tropical brasileiro, que mesmo na época de inverno apresenta temperaturas em torno de 15°C, com exceção da região Sul.

Importação e exportação
Os dados do IEMI em relação ao mercado dos acessórios têxteis mostram que a importação está em alta em relação à exportação. Esse cenário pode ser explicado por um aumento do consumo interno.

Para o grupo de joalheria e folheados, a importação teve pequeno acréscimo em 2012 em relação à 2011. A exportação apresentou relação contrária, mas o saldo ainda é positivo devido ao valor agregado desses produtos em relação ao comércio internacional.

Já em relação às bijouterias, a importação está em alta quando comparada à exportação e em crescimento inversamente proporcional, o que pode ser explicado pelo forte consumo interno em relação ao mercado internacional.

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