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Seis tendências da NRF 2012 para ficar atento

Seis tendências da NRF 2012 para ficar atento

Consultora destaca as principais tendências mostradas na feira
Por: Thiago Borges
Foto: Divulgação
Mais de 100 palestras, 400 expositores, 25 mil participantes (sendo 4500 brasileiros). A quantidade de informação transmitida durante a 101a. edição do Retail’s Big Show da NRF, que aconteceu neste mês em Nova York, é imensa.

Por isso Daniel Zanco, sócio-diretor da consultoria Universo Varejo, resumiu as seis principais tendências da NRF 2012 e como isso se aplica à realidade brasileira, em apresentação feita nesta quinta-feira (19/01) à comitiva da Alshop.

1 – Omnichannel (Oni-canal): 
Não há mais diferenças entre loja física ou virtual.  O cliente conhece o produto na loja, compra pela internet, e vice-versa. Na loja de instrumentos musicais Guitar Center, a equipe de vendas das lojas físicas orientam os compradores da internet, e gerentes podem criar mini lojas virtuais específicas para uma determinada região.

Bons exemplos também são o self checkout da Apple, em que o pagamento da compra feita na loja física é realizado pelo celular. Na Coreia, a Tesco montou uma prateleira virtual no metrô.

No Brasil, temos poucos smartphones, a internet 3G é cara e de baixa qualidade. O e-commerce tem crescido mas em poucas categorias, e a logística e o fisco são barreiras no País. Para começar, é importante saber se é possível acessar o site da empresa pelo celular, gerar conteúdos e gerenciar redes sociais.

2 – Marketing Um para Um: 
É a perfeição do CRM, com uso de algoritmos de correlação de análise de dados, que permitem saber o que o cliente gostaria de comprar. No Brasil, a Droga Raia já faz isso com seu cartão fidelidade. A Macy’s, nos EUA, envia 500 mil mensagens diferentes de um mesmo e-mail marketing.

Não há muitas ações do tipo ainda no Brasil. Quem pode tirar um bom proveito disso são os magazines de vestuário, que vendem até 90% dos produtos com cartão próprio e conseguem saber quem está comprando e onde está comprando. A palavra de ordem é cadastrar!

3 – Loja não é mais ponto de venda: 
Se a loja não tiver emoção e conectividade com o cliente, é melhor comprar na internet. Na loja da Disney, a placa com o Mickey Mouse não agradece pela compra feita e sim pela magia compartilhada.

Nesse sentido, o Brasil tem muitos casos de sucesso até porque brasileiro gosta de interação. O trabalho de atendimento é que precisa evoluir – muitas vezes a ação é mais individual, do vendedor, que uma cultura da empresa.

4 – Engajamento: 
É o capitalismo consciente, em que os valores da empresa vão além da geração de lucro, como sustentabilidade. Na Aéropostale, os jovens contratados são questionados sobre seu engajamento social. No Brasil, bons exemplos são o Pão de Açúcar, Chilli Beans e Natura.
O consumidor brasileiro ainda é pouco consciente. Mas o trabalho pode ser desenvolvido entre os colaboradores, engajando-os em uma causa.

5 – Tecnologia para precificação e suprimento: 
A concorrência entre on-line e off-line diminuiu as margens. Com dados em ordem, o varejista consegue evitar liquidações a 70%, por exemplo. Na Sonae, de Portugal, dá para saber que o produto está para vencer e determinar a venda mais barata para evitar quebras. O Brasil ainda tem muito a evoluir nisso.

6 – Tecnovarejo: 
Tablets, QR Code, displays interativos, aplicativos para celular, mobile payment… são tecnologias para melhorar a experiência de compra e processo dentro da loja, e o nível de serviço ao consumidor.

O cliente brasileiro gosta de tecnologia no ponto de venda, mas equipamentos são caros e quem decidir fazer alguma coisa deve gerar conteúdo relevante para o público. “Tecnologia não é fim, é meio. Tem que facilitar processo de compra”, comenta Zanco.
Fonte: Revista No Varejo
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