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Sacolas plásticas estão proibidas nos supermercados de Belo Horizonte

Sacolas plásticas estão proibidas nos supermercados de Belo Horizonte

Por Fernando Salles – 18/04/2011

A partir de hoje, a utilização de sacolas plásticas está proibida em todo o comércio da cidade de Belo Horizonte, capital mineira. A medida é resultado da lei municipal 9.529/08. Segundo José Nogueira Nunes, presidente da Amis (Associação Mineira de Supermercados), atualmente são utilizadas em BH cerca de 160 milhões de sacolas de plástico comum ao ano.

A motivação da medida é a questão ambiental. Todo esse material plástico pode demorar até 400 anos para se decompor. Quando descartado incorretamente, contribui para o entupimento de bueiros – uma das causas das enchentes –, além de poluir rios, córregos e matas, entre outros danos ao meio ambiente.

Além da Amis, a restrição ao uso de sacolas de plástico convencional tem o apoio de uma série de entidades locais, entre elas o Procon, a Fecomércio, o Movimento das Donas de Casa e a Prefeitura de Belo Horizonte.


Uma das alternativas para o consumidor será adquirir a sacola compostável, vendida em todo o comércio pelo preço de custo (0,19 centavos), como acontece em países da Europa. Feito com amido de milho, o modelo demora apenas seis meses para se decompor. O presidente da Amis, no entanto, lembra que se trata de uma alternativa emergencial, para os consumidores que não contam com outra opção no momento da compra. “Queremos mesmo é incentivar a utilização de sacolas retornáveis ou carrinhos como os usados em feiras”, afirma. A orientação da Amis é que os próprios varejistas disponibilizem, quando possível, caixas de papelão para quem não levou outra opção para embalar as compras”, completa. Serão vendidas ainda sacolas retornáveis a preços acessíveis: R$ 1,90 para o modelo simples e R$ 2,90 para modelos com layout trabalhado.

Segundo José Nogueira, a aceitação por parte do público tem sido boa, sob influência, inclusive, da cobertura positiva da mídia. Apesar disso, é possível que haja um certo desgaste com os consumidores nos primeiros dias. “Afinal, é a quebra de um hábito de mais de 30 anos”, lembra. Para minimizar os problemas, nos primeiros 30 dias as inspeções da Secretaria do Meio Ambiente terão caráter de orientação. Só depois desse prazo ocorrerão multas aos estabelecimentos que ainda trabalharem com sacolas de plástico convencional.

O fim das embalagens também significará redução de custos para o varejo, o que poderá se converter em vantagens para o consumidor. “Vamos usar o dinheiro economizado para intensificar as promoções”, confirma Roberto Gosende, diretor de marketing da mineira DMA, a maior rede do Estado de Minas Gerais e a sétima do País.

Para mostrar a importância da mudança e preparar o consumidor para a transição, uma campanha está em veiculação desde o dia 3 de abril. Clique abaixo para assistir a um dos vídeos divulgados em TV.

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