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O varejo precisa acompanhar a Geração Touch

O varejo precisa acompanhar a Geração Touch

Escrito por Elaine Medeiros – No Varejo “A Geração Touch quer ser tocada, por meio da mobilidade e de estratégias de mercado que envolvam sustentabilidade”. Foi com essa definição que Luciana Barreto, diretora-executiva do POPAI Brasil, deu início a sua apresentação, durante o Workshop Tendências & Novidades – Feiras Mundiais, voltada para o varejo mundial. Mas quem é a Geração Touch e de que maneira o varejo pode atingi-la? De acordo com Barreto, as mudanças nos hábitos de vida criaram um novo shopper, também conhecido como geração X, Y ou Z, mas com características específicas como: um foco maior para as experiências de compra, falta de percepção quanto a variedade de canais (priorizando mais o online) e a procura constante por novidades. “Essa nova geração enxerga a tecnologia como um commodity e por conta disso, alguns varejistas precisam pensar em como levá-la para o seu PDV. Afinal, estamos falando mais de um comportamento de vida do que de compra ou de poder aquisitivo”, explica Barreto. Mas de quem estamos falando mesmo? De uma geração que já representa 26,2% da população brasileira, nasceu entre 1980 e 1990, não sabe o que é viver sem internet e preocupa-se com sustentabilidade, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Ou seja, um novo tipo de cliente que possui uma alta expectativa de consumo para os próximos dez anos e que precisa encontrar no varejo mais opções de mobile commerce, por exemplo. Até porque o varejo online brasileiro já faturou em 2010 cerca de R$ 13,6 bilhões, de acordo com a e-Bit. Desafio para o varejo físico Esta é uma das perguntas que Barreto levantou durante o evento promovido pelo POPAI Brasil, no primeiro trimestre deste ano. “Como atrair esse cliente online para a loja física? Traçando suas preferências, por exemplo”. De acordo com um levantamento realizado por ela, algumas características podem se resumir em: 1. não ter limites de horizontes;
2. entretenimento;
3. personificação;
4. estar engajado e conectado. “O varejo físico precisa se autoavaliar e questionar quais as experiências que ele está propondo para que o seu cliente fique em sua loja”, explica a executiva. Em outras palavras: levar a tecnologia para dentro de seu estabelecimento.

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