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Loja de roupas é a preferida na hora de abrir novo negócio

Loja de roupas é a preferida na hora de abrir novo negócio

Pelo segundo ano consecutivo, as lojas de roupas lideram a preferência dos mineiros que pretendem ingressar no universo empresarial, segundo o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas empresas de Minas Gerais (Sebrae-MG), com base em dados de 2011. Em segundo lugar, vêm as lanchonetes, seguidas dos salões de beleza, que já lideraram a lista.
As escolhas, na avaliação do analista da unidade de atendimento do Sebrae-MG, Wellington Damasceno, devem-se à ideia da maioria dos futuros empreendedores de que tais atividades são simples de administrar e que não exigem investimentos elevados. “Pensamento que pode levar o negócio a fechar em pouco tempo, já que o empresário não toma os cuidados necessários para manter o empreendimento. Muita gente pensa, sei cozinhar bem, vou abrir uma lanchonete”, observa.
Ele ressalta que a opção pela área de alimentação tem relação com a demanda, que é necessária e constante. “Mas justamente por serem ideias de negócio muito procuradas, a concorrência é maior. Assim, é necessário ter uma boa administração e diferenciais para se manter no mercado”, disse. Segundo dados da Junta Comercial de Minas Gerais (Jucemg), foram abertas 57.278 empresas no ano passado em Minas, queda de 1,8% em relação a 2010.
A loja de roupa também foi a campeã entre as dez ideias de negócio mais procuradas em 2010. “A lista não muda muito de um ano para o outro. Os ramos de comércio e serviços são sempre os mais procurados, com cerca de 70% do total das solicitações”, diz.
Damasceno lembra que o artesanato ocupou a segunda posição em 2010. “Acredito que o artesanato foi fruto de uma curiosidade com relação ao ramo”, diz. O levantamento do Sebrae foi feito a partir do número de downloads das cartilhas da série Ponto de Partida, no site da entidade. No ano passado, foram 14 mil downloads. Os manuais trazem informações sobre abertura de empresas em diferentes segmentos.
Consumo em alta coloca setores na vitrine do mercado
As irmãs Márcia Gontijo Nascimento e Rosa Maria Gontijo Nunes optaram pelo segmento da moda e abriram a pronta-entrega Entrevê, no Barro Preto, região Centro-Sul da capital mineira, de olho no crescimento do consumo no país, principalmente das classes C e D. Márcia afirma que não se arrepende.
“Eu abriria uma loja de roupas hoje. Vale a pena porque é um ramo que eu gosto. Aliás, sempre gostei. Minha mãe era costureira de alta-costura, cresci em meio disso, daí o motivo para trabalhar com roupas. Minha sobrinha, por exemplo, também seguiu a tendência e, hoje, tem uma confecção. Ela também revende para nossa loja”, conta.
O segmento de alimentação, uma das áreas que lideraram a preferência dos possíveis empreendedores mineiros no ano passado, de acordo com o Sebrae-MG, foi a escolha de Carlúcio Murta Maia. Ele é proprietário da lanchonete Doce Meu, no centro de Belo Horizonte. “É uma área necessária, que independe de crise. Todo mundo precisa se alimentar”, justifica.
O empresário conta que já teve uma sorveteria durante seis anos. “Ainda vendo sorvete, mas é uma área complicada, que depende do clima”, diz. Maia está no mercado de lanches desde 2008 e tem como carro-chefe a venda de coxinhas de catupiry. “Fabrico 350 por dia”, conta. Aos que pretendem ingressar no ramo de alimentação, ele aconselha persistência e planejamento diário. “É preciso ter qualidade nos produtos”.
Fonte: o Tempo (MG)
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