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“Ei você aí, me dá um dinheiro, aí”

Diz a máxima que o ano, no Brasil, só começa depois do carnaval. É após a festa de momo que as pessoas e as instituições “pegam no tranco” e as coisas começam a acontecer.
Coincidência à parte, parece que foi exatamente isso o que ocorreu no Sistema Financeiro Nacional, impactado, nos últimos dois meses, pela redução da taxa Selic por duas vezes (caiu de 10,50% a.a. para 9,00% a.a.) e, nas últimas semanas, pela redução das taxas de juros nos produtos e serviços bancários das principais instituições financeiras do país.
Capitaneados pela redução das taxas de juros no Banco do Brasil e na Caixa Econômica, bancos regionais e privados acompanharam a medida, fazendo com que a “Ala do Juro Baixo” apresentasse suas “alegorias e adereços na passarela”.
Importante destacar que as reduções de taxas, dessa vez, foram também direcionadas para as pessoas jurídicas e, em especial, para a micro e a pequena empresa. Nesse contexto, é fundamental que a orientação e a informação sejam disseminadas junto ao público-alvo do Sebrae, da forma mais completa possível, permitindo que o empresário tenha condições de fazer o que, em última instância, é papel dele: decidir se deve ou não tomar o crédito e, se decidir fazê-lo, saber qual instituição financeira escolher.
Compartilhamos aqui algumas dicas para o empresário, nesse momento em que a oferta de produtos e serviços bancários é grande e diversa.
1. AVALIE se sua necessidade realmente é pegar dinheiro emprestado. Muitas vezes, você precisa melhorar a sua gestão financeira, o que se dá sem a necessidade de contrair dívidas.
2. PENSE que o crédito não cria a oportunidade, ele pode viabilizá-la – para isso, você precisa ter certeza de que está no caminho certo.
3. PESQUISE e procure os bancos que estão perto de você, mesmo que não seja cliente deles. Nesse momento de concorrência acirrada, você poderá fazer bons negócios pelo simples fato de comparar os preços entre os “fornecedores de dinheiro”.
4. APRESENTE a documentação da sua empresa, os registros contábeis e toda a informação que possa tornar a sua relação com o banco mais transparente. Quanto mais informações o banco tiver da sua empresa, melhor será para você a chegada aos produtos e serviços bancários.
5. INFORME-SE sobre a redução dos juros nos principais bancos; é possível renegociar as dívidas já existentes. Lembre que elas podem ser negociadas também com outros bancos, diferentemente daquele no qual você já possui o seu empréstimo original.
6. LEMBRE-SE que o Sebrae não é banco, portanto, não empresta dinheiro. Mas, é o local onde você pode obter informações e orientações sobre o acesso a produtos e serviços financeiros.
Por fim, deixo aqui aos foliões, ou melhor, aos tomadores de crédito, o alerta para que, nesse período de “festa, beba com moderação”, afinal, em tempos de crédito farto, tomá-lo em excesso pode causar ressaca e muitos problemas para você e sua empresa.
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