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Como montar uma confecção de camisetas

Como montar uma confecção de camisetas

Confira uma ideia de negócio completa sobre Como montar uma confecção de camisetas. Abaixo dividimos o conteúdo em tópicos como mercado, custos, pessoas, investimentos, divulgação, exigências legais e mais dicas.

Com a evolução dos artigos de moda e o desenvolvimento de novas peças, o mercado de vestuário tem alcançados números atrativos mesmo em períodos de recessão. Nesta perspectiva, a produção de camisetas vem se destacando por ser um item de vestuário de larga aquisição e de grande sucesso entre os mais variados tipos de consumidores, principalmente por possuir um nicho de mercado bem diversificado. Todos os anos, no mercado mundial e principalmente no Brasil, são consumidos milhares de peças, tornando o mercado altamente atrativo para novos investimentos.

O setor fabricação de camisetas no brasileiro é considerado um segmento forte na economia nacional, que gera empregos formais e informais proporcionando um alto faturamento, chamando a atenção não apenas de investidores de grande porte, mas de microempreendedores, empresários de pequeno e médio porte entre outros.

Nesse raciocínio, a confecção de camisas é uma das atividades que estão à frente do setor industrial nacional, tanto em produções de larga escala, como nos pequenos e médios negócios. 8,5% das micro e pequenas empresas brasileiras estão no ramo da moda e vestuário. Assim, ao considerar a atividade de peças sob medida e personalizadas, juntas, as mesmas representam 14,2% do cenário econômico nacional. (SEBRAE, 2017)

Tendo isto sobre perspectiva, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT), prevê que o ano de 2019 promete ser promissor para o segmento aqui no Brasil, com geração de grandes oportunidades de negócios para toda a cadeia têxtil, desde insumos e máquinas ao produto acabado. A previsão de crescimento é de 3% com relação ao ano anterior, sendo que o faturamento deve aumentar em torno de 7%. Com relação às exportações, a expectativa da Associação é de que haja crescimento de 4% nas vendas para o exterior.

A produção e comercialização de camisetas é uma ótima área para quem deseja investir em um negócio rentável e seguro, pois, é um ramo que possui todos os tipos de clientes, vários pontos de venda, fornecedores, não necessita de mão de obra muito especifica e nem de grandes investimentos quando comparados a outros seguimentos.

Para adentrar neste seguimento, uma loja de vestuário deve possuir uma gestão adequada de estoques de produtos acabados, sendo, a variedade de produtos fundamental para garantir o diferencial competitivo. Portanto, o empreendedor precisa investir em pesquisa de mercado, avaliando tendências e possíveis preferências de seus consumidores e garantir um modelo de fidelização e encantamento de seu público. Além disto, possuir um capital para adquirir o estoque inicial de produtos que viabilize o sucesso do novo negócio e a conquista de sua fatia de mercado, viabilizando um estabelecimento e crescimento sustentável do novo negócio e a conquista da fatia do mercado selecionado. 

Segundo a Associação Brasileira da Industrial Têxtil (ABIT), por meio de uma coletiva de imprensa, em dezembro de 2017, o setor têxtil e de confecção brasileira fechou o ano de 2017 com faturamento de R$ 144 bilhões, um crescimento de 5,6% em relação a 2016. Além disso, a produção de vestuário chegou a 5,9 bilhões de peças, incremento de 3,5%. Já a fabricação têxtil aumentou 4,2% com 1,77 milhões de toneladas produzidas. Já no índice acumulado para o ano de 2018, o varejo cresceu 2,3% em comparação ao ano anterior, o que significa um ritmo ligeiramente acima do registrado para o fechamento de 2017 (2,1%), quando interrompeu dois anos seguidos de taxas negativas: 2015 (-4,3%) e 2016 (-6,2%). Já a taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, ao avançar 2,3% em dezembro de 2018, permaneceu apresentando perda de ritmo frente aos resultados de agosto (3,3%), setembro (2,8%), outubro (2,7%) e novembro (2,6%).

O Sebrae, em uma pesquisa realizada em 30/04/2019, elencou 3 possíveis cenários comerciais para o comercio de camisas, elencando como a economia e a tecnologia podem influenciar neste segmento. E, para auxiliar em uma tomada de decisão, elencou também as principais tendências que influenciam diretamente no varejo de moda.

Como a economia e a tecnologia podem afetar a comercialização de camisetas:

·       Cenário de situação econômica ruim e acesso e uso da tecnologia bons;

·       Cenário de situação econômica boa e acesso e uso da tecnologia ruins;

·       Cenário de situação econômica boa e acesso e uso da tecnologia bons;

Tendências que influenciam diretamente neste ramo:

·       As tendências de nichos do varejo da moda;

·       As tendências de comportamento do consumidor;

·       As tendências de vendas do segmento;

·       O papel dos influenciadores de moda.

Podemos destacar como algumas oportunidades no seguimento de Confecção de Camisetas

·      Inovação e Tecnologia: se fizer as parcerias certas e uma boa pesquisa de mercado é uma grande oportunidade de lançar produtos sofisticados e inovadores, aumentando a atratividade do negócio;

·      Internet e Redes sociais: é um meio de comunicação que auxilia as estratégias mercadológicas a custos baixos;

·      Design e Inovação: ao acompanhar as tendências de mercado o setor de varejo permite ser cada vez mais competitivo por inovar produtos e investir em processos produtivo sustentáveis;

·      Sustentabilidade: o selo verde para as peças brasileiros, visa agregar o valor ao produto, além de promover a sustentabilidade ambiental do setor;

·      Exposição em feiras, congressos e workshops;

·      O crescimento do E-commerce e E-business;

Seguem algumas sugestões complementares para análise do negócio:

1.             Pesquisar em fontes como prefeitura, guias, IBGE e associações de bairro para quantificação do mercado-alvo;

2.             Pesquisar em guias especializados e revistas sobre o segmento;

3.             Fazer visitas aos concorrentes diretos, identificando os pontos fortes e fracos dos estabelecimentos que trabalham no mesmo nicho;

4.             Participar de seminários especializados e feiras.

5.             Pesquisar os mercados digitais como fonte alternativa de distribuição

O sucesso do negócio depende de sua localização. Mas, antes de decidir onde será a loja, é importante que o empreendedor esteja atento a questões como acesso físico, tráfego de pedestres, número de concorrentes nas proximidades, condições de estacionamento entre outros.

Lojas de rua e de shopping center têm suas especificidades segundos levantamento do Sebrae Nacional (2017):

·      Nos estabelecimentos de shopping, campanhas promocionais, segurança, estacionamento amplo, conforto e praticidade são algumas vantagens. As desvantagens são o alto investimento para aquisição, a taxa de condomínio alta, a cobrança de fundo de promoção, as regras de funcionamento e a cobrança de estacionamento.

·      Para as lojas de rua, os custos são mais baixos e há maior liberdade de gestão, além de estacionamento gratuito. Em contrapartida, dificuldade para estacionar, falta de segurança e de campanhas promocionais são aspectos negativos para esse tipo de ponto. (SEBRAE, 2017)

Os principais pontos a considerar na hora da tomada de decisão são:

·      O preço do aluguel;

·      A compatibilidade entre o público local e o padrão de serviço a ser prestado: maior renda, maior sofisticação; menor renda, menor preço;

·      Visibilidade, se não se sabe (vê) que naquela localização existe o prestador de serviço, não se busca o serviço na região.

Além disto, o local escolhido deve fornecer toda a infraestrutura necessária para atender às necessidades operacionais da empresa como: facilidade de acesso, existência de transporte coletivo para que colaboradores possam vir trabalhar, local para carga e descarga de matérias-primas e produtos acabados, e ainda possibilitar a futura expansão do negócio.

É importante verificar também se o imóvel se encontra em situação legal junto à prefeitura ou órgãos que possam interferir no andamento normal de suas atividades. Deve-se conferir se a planta do imóvel foi aprovada previamente pela prefeitura e observar se não houve nenhuma obra posterior à regularização do imóvel. Deve ser observado ainda se o imóvel possui “habite-se” e está em dia com o pagamento de IPTU, se as atividades a serem desenvolvidas no local respeitam o plano diretor e a lei de zoneamento do município; e verificar o que determina a legislação local a respeito do licenciamento de placas de identificação.

Outras questões relevantes à localização são:

·   Tamanho e dimensão da produção;

·   Localização próxima do mercado fornecedor dos insumos, pois otimiza o custo com frete e distribuição;

·   Local apropriado para o despejo dos resíduos que não serão utilizados no processo ou reaproveitados;

·   Suprimento de água confiável (ou potável);

·   Suprimento adequado de energia;

·   Facilidade e disponibilidade de mão de obra;

·   Proximidade com rodovias e vias de acesso para escoamento.

Sugestões:

1.    Esteja atento as estratégias de distribuição e avalie se o ponto permite executá-las

2.    Existe a opção de lojas móveis, consultar junto a Prefeitura quais as exigências para a execução da atividade e o que se faz necessário para adquirir licença e/ou alvará de funcionamento.

O empreendedor que deseja abrir uma empresa deve procurar conhecer as legislações e os procedimentos corretos para tal fim. A legislação específica para a abertura de empresas segue as normas instituídas pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC) (www.dnrc.gov.br), que funciona como órgão nacional destinado à supervisão, orientação, coordenação e normatização, no plano técnico; e supletiva, no plano administrativo, e as Juntas Comerciais (JC) como órgãos de execução e administração dos serviços de registro no Brasil.

É necessário contratar um contador profissional para legalizar a empresa nos seguintes órgãos:

  • Junta Comercial;
  • Secretaria da Receita Federal (CNPJ);
  • Secretaria Estadual de Fazenda;
  • Prefeitura Municipal, para obter o alvará de funcionamento
  • Enquadramento na Entidade Sindical Patronal em que a empresa se enquadra (é optativo o recolhimento da Contribuição Sindical Patronal por ocasião da constituição da empresa e até o dia 31 de janeiro de cada ano);
  • Caixa Econômica Federal, para cadastramento no sistema “Conectividade Social – INSS/FGTS”;
  • Corpo de Bombeiros Militar.

O licenciamento é um dos instrumentos de gestão ambiental estabelecido pela lei Federal n.º 6938, de 31/08/81, também conhecida como Lei da Política Nacional do Meio Ambiente. Em 1997, a Resolução nº 237 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA definiu as competências da União, Estados e Municípios e determinou que o licenciamento deveria ser feito em um único nível de competência.O Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho, hoje denominado Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, regulamenta os artigos contidos na CLT por meio da Portaria nº 3.214/78, criando vinte e oito Normas Regulamentadoras – NRs. Com a publicação da Portaria nº 3214/78 se estabelece a concepção de saúde ocupacional.

O plano operacional mostra como são produzidos os produtos e/ou prestados os serviços. Ele visa explicar qual a abordagem adotada para garantir a qualidade da produção, o controle do estoque e o uso da terceirização. De acordo com Hisrich (2014), para o estudo da viabilidade das operações de fabricação, o empreendedor precisará de informações referentes a:

·       Localização da empresa e acessibilidade aos clientes, fornecedores e distribuidores;

·       Equipamentos básicos e operações de montagem, verificando se algumas devem ser terceirizadas e para quem;

·       Matérias-primas necessárias e seus fornecedores;

·       Equipamentos necessários e se serão comprados ou feito leasing;

·       Habilidades necessárias e número de funcionários para cada tarefa;

·       Espaço total necessário para o desenvolvimento das operações; e

·       Despesas gerais como ferramentas, suprimentos, serviços públicos etc. Por meio do arranjo físico, o empreendedor define como os diversos setores do negócio distribuem no espaço físico disponível.

O empresário precisa saber qual será o tamanho estimado de sua produção. Alguns aspectos sempre devem ser levados em consideração, tais como otimização dos espaços, área para ampliação futura e outros. O tipo ideal de edificação recomendada para esse tipo de empreendimento é o galpão industrial. Entretanto, devido à pequena escala produtiva no início do empreendimento, a estrutura não requer uma área física muito grande.

Na implantação, a confecção pode ser montada em salas ou lojas, se a mesmas atenderem às exigências legais para instalação. Por isso, ao definir os principais requisitos para a montagem de uma confecção, é importante observar alguns fatores que podem ajudar a melhorar a qualidade e a segurança no trabalho:

·      A área escolhida para montar o empreendimento deve ser ampla, bem ventilada e iluminada.

·      É de fundamental importância que o empresário forneça boas condições de trabalho aos seus colaboradores, para melhorar a satisfação, a qualidade de vida e a produtividade dos funcionários;

·      É necessário planejar um espaço adequado para estocar matérias-primas, insumos e depositar os produtos acabados.

·      É preciso planejar um espaço separado para o escritório,

·      Também é recomendável reservar um espaço apropriado para o setor de arte e criação do design das camisetas.

·      Deve-se definir a localização das mesas de apoio e das máquinas de corte, costura, acabamento e modelagem de tal forma que permita minimizar o transporte interno de matéria-prima, insumos e produto acabado; como também projetar corredores para que as pessoas possam transitar sem obstáculos, e organizar os espaços para os operadores das máquinas de costura possam se movimentar.

·      Adequar ergonomicamente os postos de trabalho, pois é muito importante que os funcionários estejam bem acomodados em cadeiras e acessórios apropriados para evitar problemas de saúde ocupacional. Deve ainda conter vestiários e banheiros para homens e mulheres.

De preferência o galpão ou outro local da Confecção, deve ser único para facilitar o processo produtivo, que funciona no modelo de produção em série com etapas bem distintas para cada parte do produto. Leve em conta que todo tipo de atividade que atua no setor têxtil deve possuir um ambiente que preze muito pela segurança dos trabalhadores, visto que os tecidos são altamente inflamáveis e os instrumentos – tesouras, agulhas, etc.

Estrutura Sugerida:

Para a estrutura de uma indústria de confecção que concentre a produção das peças e o atendimento aos clientes, estima-se ser necessária uma área de 100 m², com flexibilidade para ampliação conforme o desenvolvimento do negócio. O ambiente pode ser dividido da seguinte forma:

·       Produção: neste ambiente estão dispostos os equipamentos e empregados envolvidos nos processos de corte, costura, acabamento, planejamento e controle da produção, os estoques de matéria prima e produtos acabados, e ainda as áreas de expedição e manutenção.

·       Área Técnica: neste local são desenvolvidos os novos produtos (design), modelagem, amostras, estudo das especificações, inspeção e qualidade.

·       Atendimento e Vendas: a indústria deve dispor de um local apropriado para realizar o atendimento comercial, vendas e planejar e executar o marketing de seus produtos.

·       Finanças e administração: um espaço deve ser reservado para as atividades relacionadas aos controles financeiros e administrativos, incluindo o controle das contas a pagar, compras, estoques, qualidade, contas a receber, cobrança e folha de pagamento.

O local de trabalho deve ser limpo e organizado. O piso, a parede e o teto devem estar conservados e sem rachaduras, goteiras, infiltrações, mofos e descascamentos. O piso deve ser de alta resistência e durabilidade, além de fácil manutenção. Paredes pintadas com tinta acrílica facilitam a limpeza. Texturas e tintas especiais na fachada externa personalizam e valorizam o ponto.

Sempre que possível, deve-se aproveitar a luz natural. No final do mês, a economia da conta de luz compensa o investimento. Quanto às artificiais, a preferência é pelas lâmpadas de LED.

Profissionais qualificados (arquitetos, engenheiros, decoradores) poderão ajudar a definir as alterações a serem feitas no imóvel escolhido para funcionamento da loja, orientando em questões sobre ergometria, fluxo de operação, iluminação, ventilação etc.

Uma loja de vestuário requer, principalmente de espaço para transitar, já que os clientes geralmente vão as compras acompanhados, necessitando de um ambiente mais amplo e de fácil circulação. É necessário dispor de assentos e espelhos, para que a clientela se acomode e experimente seus produtos. Na área do estoque devemos dispor de estantes em dimensões que acomodem as camisetas e áreas para acomodar demais produtos que possam vir a ser comercializados. Para a área administrativa, convém investir em telefones, computadores, internet e mobília em geral.

O setor de vestuário é bastante sazonal, mesmo assim, é fundamental que o empresário realize um dimensionamento de seu pessoal para eventuais períodos de maior ou menor demanda e elabore um planejamento de contratação de mão de obra temporária, ou mesmo subcontratação de serviços para os períodos de maior movimento.

No segmento de confecção, a maior parte dos trabalhos é desempenhada basicamente por pessoas com baixo grau de instrução, mas com conhecimento sobre costura. No entanto, pessoas qualificadas são cada vez mais importantes para o desenvolvimento desse segmento. Por isso, é recomendável que as pessoas a serem contratadas tragam consigo alguma experiência nas atividades de desenho e modelagem (design), corte, costura e acabamento.

As confecções apresentam alta taxa de rotatividade. A quantidade de funcionários de uma confecção de camisetas varia conforme o tamanho do empreendimento e a demanda de mercado. Como estimativa para analisar a operação deste tipo de empresa considera-se a necessidade inicial de:

  • Proprietário: responsável pelas atividades administrativas, financeiras, comerciais e da prestação dos serviços. Deve ter conhecimento da gestão do negócio, do processo produtivo e do mercado. O proprietário deve ser o responsável em fazer contato com fornecedores, recrutar e selecionar equipe, cuidar das contas a pagar e a receber, além de manter a equipe motivada para garantir os resultados esperados;
  • Gerente (1): Pode ser uma alternativa para dividir parte das responsabilidades do proprietário, porem este deve acumular outras funcionais operacionais, como as de relacionamento com o cliente, controles e impulsionamento de vendas.
  • Estoquista (1): responsável pelo apoio aos vendedores, controle de estoque e execução de tarefas administrativas do estoque.

·      Uma pessoa responsável pelo design, que dependendo do caso pode ser terceirizada;

  • Vendedor (3): responsável pelo atendimento aos clientes e venda dos produtos. Suas principais qualidades devem ser: conhecer os produtos oferecidos; entender as necessidades dos clientes; conhecer a cultura e o funcionamento da empresa; estar por dentro das tendências do mercado; desenvolver relacionamentos duradouros com os clientes; transmitir confiabilidade e carisma; atualizar-se sobre as novidades do segmento; zelar pelo bom atendimento após a compra;

O SEBRAE da localidade poderá ser consultado para aprofundar as orientações sobre o perfil do pessoal e treinamentos adequados.

Como dica, o empresário deve atentar à Convenção Coletiva do Sindicato dos Empregados em Confecções e Costureiros, ou outro similar, de acordo com a característica específica do negócio, utilizando-a como balizadora dos salários e orientadora das relações trabalhistas, evitando, assim, consequências desagradáveis.

Atenção! Fique atento às novas regras da CLT, principalmente na questão da terceirização.O setor de vestuário é bastante sazonal, mesmo assim, é fundamental que o empresário realize um dimensionamento de seu pessoal para eventuais períodos de maior ou menor demanda e elabore um planejamento de contratação de mão-de-obra temporária, ou mesmo subcontratação de serviços para os períodos de maior movimento.

No segmento de confecção, a maior parte dos trabalhos é desempenhada basicamente por pessoas com baixo grau de instrução, mas com conhecimento sobre costura. No entanto, pessoas qualificadas são cada vez mais importantes para o desenvolvimento desse segmento. Por isso, é recomendável que as pessoas a serem contratadas tragam consigo alguma experiência nas atividades de desenho e modelagem (design), corte, costura e acabamento.

As confecções apresentam alta taxa de rotatividade. A quantidade de funcionários de uma confecção de camisetas varia conforme o tamanho do empreendimento e a demanda de mercado. Como estimativa para analisar a operação deste tipo de empresa considera-se a necessidade inicial de:

  • Uma pessoa responsável pelo design, que dependendo do caso pode ser terceirizada;
  • Quatro pessoas responsáveis pelo processo de costura;
  • Uma pessoa responsável pelo processo de corte e por auxiliar o processo de costura;
  • Uma pessoa responsável pelas atividades de acabamento;
  • Uma pessoa para auxiliar nas tarefas administrativas,
  • Um ou mais vendedores externos, ou então, dependendo da necessidade do negócio, um representante comercial.

O SEBRAE da localidade poderá ser consultado para aprofundar as orientações sobre o perfil do pessoal e treinamentos adequados.

Como dica, o empresário deve atentar à Convenção Coletiva do Sindicato dos Empregados em Confecções e Costureiros, ou outro similar, de acordo com a característica específica do negócio, utilizando-a como balizadora dos salários e orientadora das relações trabalhistas, evitando, assim, consequências desagradáveis.

Atenção! Fique atento às novas regras da CLT, principalmente na questão da terceirização.

Geralmente as atividades desenvolvidas no segmento de confecção são intensivas em mão-de-obra e não demandam elevado nível tecnológico, motivo que torna as empresas do ramo dependentes da qualidade da mão-de-obra. Entretanto, é cada vez mais solicitada uma qualificação mínima para se trabalhar com máquinas cada vez mais modernas, que permitem uma produção em maior escala e a redução de custos.

A definição das máquinas e equipamentos que serão utilizados no processo de confecção de camisetas varia de acordo com o tipo de produto que será ofertado pela empresa e com o tamanho do negócio, mas basicamente, uma empresa de confecção de camisetas deve possuir os seguintes equipamentos:

  • Máquina de costura galoneira – Utilizada para costurar principalmente golas e barra de camisetas, fazer acabamentos, bainhas e emendas de tecidos;
  • Máquina de costura overlock– Utilizada na montagem de camisetas;
  • Máquina de corte – Utilizada para cortes em tecidos leves, é mais prático que tesouras manuais e pode ser útil na confecção de camisetas;
  • Mesa de corte – Para efetuar os cortes em local adequado e com segurança;
  • Máquinas para bordar – Útil para redução do tempo de produção e melhoria da qualidade do acabamento da camiseta
  • Ferros de passar – Para dar o acabamento final antes de embalar as camisetas;
  • Agulhas e linhas – Usadas conforme a necessidade do processo de costura;
  • Mesas de apoio – Utilizadas no processo de acabamento, etiquetagem e embalamento;
  • Tesouras e Instrumentos de medição.

Se a empresa for trabalhar com estamparia nas camisetas, deve prever a aquisição de telas e máquinas de transfer. O processo mais popular é:

  • Serigrafia – A partir de uma tela de nylon perfurada (revelada pela impressão de um filme fotolito), a tinta é aplicada na tela e transferida para o tecido pelos furos na tela;
  • Transfer – Transferência de imagem do papel para o tecido por prancha aquecida. A tinta contida no papel é transferida para o tecido pela aplicação de pressão e alta temperatura por alguns segundos.

Para a montagem do escritório são necessários ainda: armários, mesas, cadeiras e bancadas de apoio, telefone, internet, computador e impressora.

Um veículo para transporte de mercadorias até o cliente pode agregar valor ao serviço ofertado pela confecção. Ressalta-se que a quantidade de equipamentos deverá ser dimensionada tendo em vista o espaço físico na qual a empresa será estruturada e na produção total esperada ou estimada pelo empreendedor.

O Sebrae local deverá ser procurado para ajudar o futuro empreendedor a dimensionar corretamente o negócio.


Geralmente as atividades desenvolvidas no segmento de confecção são intensivas em mão de obra e não demandam elevado nível tecnológico, motivo que torna as empresas do ramo dependentes da qualidade da mão de obra. Entretanto, é cada vez mais solicitada uma qualificação mínima para se trabalhar com máquinas cada vez mais modernas, que permitem uma produção em maior escala e a redução de custos.

A definição das máquinas e equipamentos que serão utilizados no processo de confecção de camisetas varia de acordo com o tipo de produto que será ofertado pela empresa e com o tamanho do negócio, mas basicamente, uma empresa de confecção de camisetas deve possuir os seguintes equipamentos:

·       Máquina de costura galoneira – Utilizada para costurar principalmente golas e barra de camisetas, fazer acabamentos, bainhas e emendas de tecidos;

·       Máquina de costura overlock– Utilizada na montagem de camisetas;

·       Máquina de corte – Utilizada para cortes em tecidos leves, é mais prático que tesouras manuais e pode ser útil na confecção de camisetas;

·       Mesa de corte – Para efetuar os cortes em local adequado e com segurança;

·       Máquinas para bordar – Útil para redução do tempo de produção e melhoria da qualidade do acabamento da camiseta

·       Ferros de passar – Para dar o acabamento final antes de embalar as camisetas;

·       Agulhas e linhas – Usadas conforme a necessidade do processo de costura;

·       Mesas de apoio – Utilizadas no processo de acabamento, etiquetagem e embalagem;

·       Tesouras e Instrumentos de medição.

Se a empresa for trabalhar com estamparia nas camisetas, deve prever a aquisição de telas e máquinas de transfer. O processo mais popular é:

·       Serigrafia – A partir de uma tela de nylon perfurada (revelada pela impressão de um filme fotolito), a tinta é aplicada na tela e transferida para o tecido pelos furos na tela;

·       Transfer – Transferência de imagem do papel para o tecido por prancha aquecida. A tinta contida no papel é transferida para o tecido pela aplicação de pressão e alta temperatura por alguns segundos.

Para a montagem do escritório são necessários ainda: armários, mesas, cadeiras e bancadas de apoio, telefone, internet, computador e impressora.

Um veículo para transporte de mercadorias até o cliente pode agregar valor ao serviço ofertado pela confecção. Ressalta-se que a quantidade de equipamentos deverá ser dimensionada tendo em vista o espaço físico na qual a empresa será estruturada e na produção total esperada ou estimada pelo empreendedor.

A gestão de estoques é a procura do constante equilíbrio entre a oferta e a demanda. Este equilíbrio deve ser sistematicamente aferido através de, entre outros, os seguintes três importantes indicadores de desempenho:

  • Giro dos estoques: o giro dos estoques é um indicador do número de vezes em que o capital investido em estoques é recuperado através das vendas. Usualmente é medido em base anual e tem a característica de representar o que aconteceu no passado. Atenção! Quanto maior for a freqüência de entregas dos fornecedores, logicamente em menores lotes, maior será o índice de giro dos estoques, também chamado de índice de rotação de estoques.
  • Cobertura dos estoques: o índice de cobertura dos estoques é a indicação do período de tempo que o estoque, em determinado momento, consegue cobrir as vendas futuras, sem que haja suprimento.
  • Nível de serviço ao cliente: o indicador de nível de serviço ao cliente para o ambiente do varejo de pronta entrega, isto é, aquele segmento de negócio em que o cliente quer receber a mercadoria, ou serviço, imediatamente após a escolha; demonstra o número de oportunidades de venda que podem ter sido perdidas, pelo fato de não existir a mercadoria em estoque ou não se poder executar o serviço com prontidão.

Portanto, o estoque dos produtos deve ser mínimo, visando gerar o menor impacto na alocação de capital de giro. O estoque mínimo deve ser calculado levando-se em conta o número de dias entre o pedido de compra e a entrega dos produtos na sede da empresa.

O mais comum em confecções de camisetas é que as matérias-primas, basicamente constituídas por tecidos e aviamentos, sejam adquiridas conforme o tipo e a composição da camiseta que será produzida e o grau de qualidade exigido pelo cliente. Nesse sentido, os tecidos mais utilizados na fabricação de camisetas são as malhas de algodão, e as fibras sintéticas.

É importante também que a empresa mantenha um estoque seguro de linhas e aviamentos (agulhas, alfinete, arruela, bordados, etiquetas, fitas, ilhoses, linhas, prendedores, rendas, tesouras) dos mais variados tipos para a reposição ao longo das atividades. Outros insumos são necessários como materiais para embalagens, luvas e máscaras descartáveis, água, materiais de limpeza, energia, gás, sacos laminados, outros ingredientes e materiais para o processo produtivo

Como há uma grande variedade da composição química das tintas, tecidos e materiais, fica complicado, inicialmente, estimar ou prever uma definição de estoque inicial de insumos básicos. Essa definição só poderá ser realizada após uma detalhada descrição da estrutura, dos equipamentos e da produção esperada.

Pela importância que tem no atendimento aos clientes e do impacto no Capital de Giro, o estoque deve ser controlado por sistema informatizado.

 

O processo produtivo para este tipo de negócio, requer do profissional bastante organização e um controle das matérias-primas bastante eficiente para que não haja desperdício nem a falta de insumos que possa impedir a continuidade do processo produtivo. Os equipamentos podem ser dispostos racionalmente na área física da empresa, em um único ambiente, delimitado funcionalmente em setores básicos de:

  • corte (bancada, máquinas de corte);
  • costura (máquinas de costura, máquina de passar) e
  • acabamento/expedição (controle de qualidade, estocagem e escritório).

Para evitar o transporte de produtos e que pessoas transitem ao longo da área de produção de forma desorganizada, as máquinas devem ser dispostas de forma a seguir a orientação do fluxo produtivo.

Ouvir o que o cliente deseja é a primeira etapa do processo de confecção. É muito comum nesse segmento o retrabalho e a devolução de mercadorias em função de falhas de comunicação ocorridas entre cliente e a confecção durante a negociação.

A partir do pedido realizado pelo cliente parte-se então, para a etapa de desenho e modelagem. Para que essa etapa seja desempenhada com sucesso, o empreendedor precisa atender às exigências do segmento de camisetas e estar atento às tendências do mercado da moda. Um desenho bem feito e uma boa modelagem ajudam a diminuir os desperdícios de matéria-prima e, consequentemente, os custos de produção com compras mal feitas.

Em seguida, é feita a compra de matéria-prima em função das características e da quantidade de camisetas que serão produzidas. Nesta fase, a escolha de um bom fornecedor é importante para que não haja atrasos na entrega, evitando assim, paradas no processo produtivo em virtude da falta de insumos.

Na etapa de risco e corte, o tecido é estendido na mesa de corte e sobre ele são colocados os moldes, dispostos de maneira a aproveitar ao máximo a matéria-prima. Depois de feito o encaixe dos moldes, o tecido é riscado e cortado.

Após o corte, as peças são separadas de acordo com características, como tamanho, modelo, frente, costas, manga, etc.

Depois de separadas as peças são distribuídas às costureiras para que inicie o trabalho de confecção das camisetas. Nesse processo as pessoas encarregadas do processo de costura possuem funções diferenciadas e os trabalhos desempenhados seguem uma sequência lógica de tarefas.

Depois de passarem pela etapa de costura, as camisetas vão para o processo de montagem e acabamento, onde são colocados os últimos detalhes.

Depois de prontas, as camisetas vão para o setor de inspeção de qualidade e, se aprovadas, são passadas, embaladas, armazenadas e, por fim, expedidas ao cliente.

 

O nível de automação nas confecções de camisetas pode ser expressivo, apesar da mão-de-obra especializada ainda ser insubstituível para a montagem das peças.

Na última década (2007 a 2017), o setor de vestuário vem investindo em inovação tecnológica, desenvolvendo máquinas automáticas e cada vez mais rápidas, como o corte de fio automático e aparelhos usados para produzir frisos, fazer bainhas e pregar elásticos ou cós.

A automação do processo de produção de camisetas, dependendo do porte do empreendimento, pode ocorrer nas fases de desenho e modelagem, corte acabamento e montagem das peças. Para automatizar o processo de desenho e modelagem as empresas podem utilizar sistemas computadorizados.

No sistema de corte podem ser usadas máquinas automatizadas para corte e, dependendo do tipo de material usado na confecção, já existem máquinas que podem fazer o corte a laser. No processo de montagem das peças, existem máquinas que desempenham essa tarefa sem realizar a costura tradicional com linha, utilizando para isso a fusão do tecido por meio do calor. E, no processo de acabamento podem ser usadas bordadeiras automáticas computadorizadas.

À automação nesse segmento, porém, não se faz necessário logo de imediato. À medida que o negócio cresce e as receitas aumentam com a aquisição de novos clientes e a exigência de grandes lotes de produção em curtos períodos de tempo, as condições para implantação de sistemas desta natureza tornam-se favoráveis.

Condição necessária para suportar crescimento é a aquisição de uma licença de software de gestão integrada (ERP), com módulos de gestão financeira, controle de estoques, produção e faturamento.

 

O sucesso de uma fábrica de camisetas dependerá dos canais de vendas escolhidos para escoamento da produção, onde esses irão variar com o público a ser buscado. Para este setor, podem ser utilizados diversos canais de distribuição, como as lojas próprias, na qual deverão ser pensados os conceitos que a marca quer trazer consigo, as lojas multimarcas, onde há espaço para a produção e o escoamento de diversas marcas, as grandes redes varejistas, onde o produtor irá produzir para as grandes varejistas nacionais.

Segundo o IDV (2017) o principal canal de distribuição do segmento de confecções é o mercado varejista. O mercado varejista, responsável pelo escoamento da produção da indústria de confecção, é formado pelo grande varejo especializado, pequeno varejo independente, redes de pequenas lojas, e as lojas de departamento e hipermercados.

É comum a empresa de confecção de camisetas possuir canais de distribuição próprios, como lojas ou vendas diretas a partir da própria confecção.Desenvolver parcerias com lojistas para introduzir o produto no mercado, apesar de todas as garantias de qualidade, padronagem e preço, pode ser difícil no início, principalmente em se tratando de marca nova. É recomendável a contratação dos serviços de representantes comerciais para realizar a venda de seus produtos, principalmente em regiões distantes da sua sede. Outra opção é vender por meio de visitas porta em porta, no início do empreendimento.

Pode-se, também, optar por vendas na internet e por meio de telemarketing.

Assim, cabe ao futuro empreendedor identificar qual o melhor canal em sua região para distribuir seus produtos

Recomendamos que você faça um Plano de Negócio e procure ajuda do Sebrae mais próximo.

 

Para iniciar um negócio de confecção o empreendedor precisa necessariamente fazer um levantamento de todos os valores que serão gastos para montar a empresa. É preciso que informações referentes aos custos de comercialização dos produtos e as despesas de operacionalização do negócio sejam levantadas detalhadamente, para que sejam minimizados os riscos de problemas financeiros futuros.

Cada empreendimento possui características próprias que serão determinantes para a aquisição das máquinas, equipamentos e demais utensílios necessários para iniciar as atividades da confecção. Considerando uma confecção de pequeno porte, o investimento gira em torno de R$ 18.340,00, prevendo-se a aquisição de um computador, mesas, telefone/fax, duas máquinas de costura galoneira, duas máquinas de costura overlock, uma máquina de corte, um ferro de passar, agulhas, tesouras e instrumentos de medição. Além da estimativa de outros R$ 13.100,00 para reforma de estrutura do imóvel a ser ocupado, instalações, etc. Salienta-se que, além de se tratar de um exemplo, este nível de investimento é para a empresa iniciar, considerando a quantidade de colaboradores apresentada na seção Pessoal.

  • Máquina de costura galoneira – R$ 3.800,00 unid. / R$ 7.600,00 duas unid.;
  • Máquina de costura overlock– R$ 1.600,00 unid. / R$ 3.200,00 duas unid.;
  • Máquina de corte – R$ 650,00;
  • Mesa de corte – R$ 450,00;
  • Mesa de apoio – R$ 400,00;
  • Instrumentos de medição – R$ 150,00;
  • Computador – R$ 2.500,00;
  • Multifuncional – R$ 600,00;
  • Móveis escritório – R$ 1.000,00;
  • Ferro de passar industrial – R$ 650,00;
  • Tesouras, agulhas – R$ 350,00.

Salienta-se que esta relação refere-se ao preço médio de máquinas novas encontradas em lojas especializadas.Por possuir uma diversidade de preço muito elevada não foi quantificado o preço da construção civil, sendo esta uma necessidade a ser pensada de acordo com a localidade aonde será estruturada a confecção. Deve-se levar em conta nos investimentos um valor de aproximadamente R$ 3.000,00 para abertura da empresa. E reservar recursos para o capital de giro, que será especificado na próxima seção.

 

Além do investimento fixo descrito anteriormente no capítulo “instalações” e itens do ativo imobilizado, a empresa deverá ter um montante de recursos financeiros necessário para manter para sustentar as operações do dia-a-dia, ou seja, garantir fluidez dos ciclos de caixa. Ele precisa de controle permanente, pois tem a função de minimizar o impacto das mudanças no ambiente de negócios no qual a empresa atua. O capital de giro funciona com uma quantia imobilizada no caixa (inclusive banco) da empresa para suportar as oscilações de caixa.

O capital de giro é regulado pelos prazos praticados pela empresa, são eles: prazos médios recebidos de fornecedores (PMF); prazos médios de estocagem (PME) e prazos médios concedidos a clientes (PMC).

Para se calcular o ciclo operacional ou ciclo de caixa, utilizamos a fórmula abaixo:

CC = PMC + IME – PMP, onde

CC = Ciclo de Caixa ou Ciclo Operacional;

PMC = Período Médio de Cobrança – tempo médio das datas de vendas a prazo praticado pela empresa;

IME = Idade Média dos Estoques – prazo média de permanência das mercadorias / produtos / materiais em estoque (Giro de estoque);

PMP = Período Médio dos Pagamentos – prazo médio praticado nas contas a pagar.

Pois bem, vejamos isso substituindo os termos da fórmula:

CC = AC  –  PC, onde AC = Ativo Circulante e PC = Passivo Circulante,  CC = PMC + IME – PMP

Ora, sabemos que a formula para se calcular o capital de Giro (CG) é:

CG = AC – PC, donde concluímos que CC = CG

Um Ciclo de Caixa da empresa é calculado pelo número de dias transcorridos entre a data do pagamento de duplicatas a pagar até a data de recebimento de duplicatas a receber.

O Giro de Caixa pode ser calculado através da seguinte formula:

GC=360/CC

Quanto maior o prazo concedido aos clientes e quanto maior o prazo de estocagem, maior será sua necessidade de capital de giro. Portanto, manter estoques mínimos regulados e saber o limite de prazo a conceder ao cliente pode melhorar muito a necessidade de imobilização de dinheiro em caixa.

Se o prazo médio recebido dos fornecedores de matéria-prima, mão-de-obra, aluguel, impostos e outros forem maiores que os prazos médios de estocagem somada ao prazo médio concedido ao cliente para pagamento dos produtos, a necessidade de capital de giro será positiva, ou seja, é necessária a manutenção de dinheiro disponível para suportar as oscilações de caixa. Neste caso um aumento de vendas implica também em um aumento de encaixe em capital de giro. Para tanto, o lucro apurado da empresa deve ser ao menos parcialmente reservado para complementar esta necessidade do caixa.

Se ocorrer o contrário, ou seja, os prazos recebidos dos fornecedores forem maiores que os prazos médios de estocagem e os prazos concedidos aos clientes para pagamento, a necessidade de capital de giro é negativa. Neste caso, deve-se atentar para quanto do dinheiro disponível em caixa é necessário para honrar compromissos de pagamentos futuros (fornecedores, impostos). Portanto, o empresário deverá evitar a retirada de valores além do pró-labore estipulado, devido que no início todo recurso que entrar na empresa, nela deverá permanecer, possibilitando o crescimento e a expansão do negócio. Com isso a empresa poderá alcançar mais rapidamente sua auto-sustentação, reduzindo as necessidades de capital de giro e agregando maio valor ao novo negócio.

Um fluxo de caixa, com previsão de saldos futuros de caixa deve ser implantado na empresa para a gestão competente da necessidade de capital de giro. Só assim as variações nas vendas e nos prazos praticados no mercado poderão ser geridas com precisão.

Destaca-se que este tipo de negócio, quando ainda pequeno, possibilita ao empreendedor somente adquirir os insumos necessários após fechar algum negócio, diminuindo a necessidade de capital de giro. Só assim as variações nas vendas e nos prazos praticados no mercado poderão ser geridas com precisão. Da mesma forma que se sugere um investimento inicial total de R$ 35.000,00, estima-se a necessidade do capital de giro em torno de R$ 20.000,00. Valor que deve estar disponível na conta para pagamentos, conforme demonstrado a seguir na análise de custos para a estrutura considerada. Assim, o total estimado de investimento em equipamentos e capital de giro é da ordem de R$ 55.000,00, aproximadamente.

 

São todos os gastos realizados na produção e que serão incorporados posteriormente no preço dos produtos ou serviços prestados, como: aluguel, água, luz, salários, honorários profissionais, despesas de vendas, matéria-prima e insumos consumidos no processo de produção. O cuidado na administração e redução de todos os gastos envolvidos na compra, produção e venda de produtos ou serviços que compõem o negócio, indica que o empreendedor poderá ter sucesso ou insucesso, na medida em que encarar como ponto fundamental a redução de desperdícios, a compra pelo melhor preço e o controle de todas as despesas internas. Quanto menores os custos e despesas, maior a chance de ganhar no resultado final do negócio e menor também será a necessidade de disponibilidade de capital de giro, liberando recursos para novos investimentos produtivos ou aumentando a lucratividade e rentabilidade do empreendimento.

Portanto, saber aproveitar ao máximo a capacidade de produção da confecção é fator fundamental para garantir o negócio. Quanto maior for a quantidade produzida, menor será a incidência do custo fixo sobre os produtos, pois, este custo é dividido por todos os produtos produzidos.

Ao abrir uma Confecção de Camisetas é importante conhecer a estrutura dos gastos dessa operação, tanto na fabricação dos produtos, como na comercialização; também é importante conhecer a correta classificação os componentes do preço em categorias de gastos, a saber:

  • Custos são os gastos realizados com a aquisição ou processamento de um bem ou serviço até que este esteja pronto para sua comercialização. Por exemplo, nas atividades produtivas, temos o custo das mercadorias produzidas, que é o montante de gastos realizado para que as camisetas estejam prontas para a comercialização
  • Despesas são os gastos necessários para a manutenção do negócio e para a geração de receitas. Por exemplo, a energia consumida no estabelecimento Comercial ou os gastos com Propaganda e Publicidade.
  • Gastos Fixos são os gastos que ocorrem na empresa, independentemente dos serviços executados. Por exemplo, o aluguel pago pelas instalações da empresa;
  • Gastos variáveis são aqueles que ocorrem na empresa e variam de acordo com a produção e/ou execução dos produtos e serviços. Por exemplo, os impostos que incidem sobre a comercialização das mercadorias.

Portanto, saber aproveitar ao máximo a capacidade de produção da confecção é fator fundamental para garantir o negócio. Quanto maior for a quantidade produzida, menor será a incidência do custo fixo sobre os produtos, pois, este custo é dividido por todos os produtos produzidos, representando um menor custo unitário e melhorando a margem de contribuição.

A relação a seguir procura apresentar de forma simplificada os principais itens de custo mensal que devem ser absorvidos pela confecção:

  • Aluguel – R$ 2.000,00
  • Luz, telefone, água e internet – R$ 800,00
  • Assessoria contábil – R$ 1.000,00
  • Salários mão-de-obra direta (mais encargos) – R$ 13.000,00
  • Salários indiretos (mais encargos) – R$ 4.000,00
  • Manutenção – R$ 300,00
  • Despesas correntes – R$ 2.000,00
  • Aquisição de matéria-prima e insumos; – R$ 3.000,00
  • Outras despesas mensais com insumos – R$ 2.000,00
  • Pró-labore – R$ 5.500,00

Estima-se que o custo mensal para este empreendimento seja da ordem de R$ 33.600,00 . Ressalta-se que os valores acima apresentados são referenciais e dependem muito da estrutura do negócio, assim como não foram previstos os impostos e tributos, pois estes dependem do tipo de registro adotado pela empresa, sendo necessário um detalhamento das reais necessidades do negócio a ser montado. Este conhecimento é fator crítico de sucesso para o empresário conhecer, controlar e melhorar seus gastos, de forma a manter os preços competitivos. Facilita também as decisões para formação dos preços, compatibilizando custos X faturamento X lucro.

Para formar o preço de venda das mercadorias e tomar decisões financeiras é necessária conhecer:

  • A Margem de Contribuição – MC (ou Lucro Bruto), que é a diferença entre a Receita Bruta, deduzindo os valores das despesas variáveis de venda (comissões, fretes e outras), dos impostos e do custo da mercadoria vendida (CMV). A MC tem esse nome, porque o lucro bruto contribui para pagar as despesas da operação (ou fixas) e formar o lucro.
  • As despesas fixas (ou operacionais).
  • O Lucro Operacional, que é o resultado da subtração da Margem de Contribuição, dos custos operacionais. Essa informação é muito importante porque indica se a Operação Comercial é viável.
  • O Lucro Líquido, que é o resultado final da apuração de resultados da Operação, depois de deduzidas as despesas não operacionais (p.ex. Juros de empréstimos) e somadas as receitas não operacionais (p.ex. o ganho na venda de um equipamento já depreciado). Essa informação é muito importante, porque indica se a Operação Comercial é lucrativa e  rentável. A partir dela, o empresário pode analisar a lucratividade da Confecção (Lucro Líquido/Receita Bruta) e a Rentabilidade do investimento (Lucro Líquido/Investimento).
  • O Ponto de Equilíbrio Contábil, que é o valor de faturamento mínimo para que o Comércio pague todas as despesas e custos e tenha um lucro igual à zero. Pode ser calculado o Ponto de Equilíbrio Econômico, quando se estima um determinado valor de lucro desejado. A fórmula de projeção do Ponto de Equilíbrio Econômico é uma importante ferramenta empresarial, pela qual os empresários podem fixar as metas de vendas a serem atingidas. A apuração mensal dos resultados permite a verificação do acerto na formação dos preços de venda. O empresário pode tomar decisões importantes a partir desses indicadores, como por exemplo iniciar uma campanha de descontos ou promoções de Bolos e Tortas. As fórmulas são as seguintes:

Ponto de Equilíbrio Contábil =               Despesas Fixas/ % MC (médio)

Ponto de Equilíbrio Econômico = Despesas Fixas + Lucro desejado/ % MC (médio)

Preço de Venda, para se formar o preço de venda dos produtos, basta substituir na fórmula:

P V =  CMV (unitário) onde,

100% – (% DV + % MC)

PV = Preço de Venda

CMV = Custo da Mercadoria Vendida

DV = Despesas Variáveis

MC = Margem de Contribuição

IMPORTANTE: Para facilitar o cálculo da formação dos preços de venda nas próximas aquisições de insumos, o empresário poderá utilizar o mesmo índice encontrado no denominador “100% – (%DV + %MC)”. Índice conhecido como “Mark-up”. Por exemplo, no preço hipotético da Camiseta Viva o Timão, temos:

Preço da Camiseta = R$ 11,00  

Custo da Camiseta = R$ 4,10

R$ 11,00/ R$ 4,10 = 2,6829 (Mark-up)

Se o Custo da Cmiseta passar de $4,10 para $4,30, o novo preço de venda será ($4,30 x 2,6829 = $11,54).

A decisão final sobre os preços de venda deve considerar, também as estratégias mercadológicas e pesquisas sobre os preços praticados pelos concorrentes e a comparação com os preços da sua Confecção. Nessa comparação, alguns preços estarão acima da média de mercado, outros iguais e outros abaixo. A decisão leva em conta, também informações sobre a análise de Lucro X Volume X Custos, que indicará as variações de lucro, volume de vendas e custos, quando se fixa um determinado nível de preço.

O Sebrae poderá ser buscado para auxiliar nesse processo e dispõe de um cardápio robusto de cursos online, material textual, ferramentas e depoimentos de casos de sucesso.

 

É importante que as empresas procurem ser inovadoras, que ofereçam valores diferenciados como estratégia de mercado. Para isso elas necessitam, além de preços competitivos, inovação e sustentabilidade.

Considerar a possibilidade de outros produtos serem produzidos fardamentos e uniformes para empresas e escolas, como diversificação da produção. Estas ideias podem ser, inclusive, um embrião de um futuro “upgrade” da atividade, que – dependendo do sucesso deste uso do tempo – possa evoluir para atividades mais sofisticadas. Pode-se também, atender a outras lojas do mesmo segmento ou criar produtos para grandes empresas varejistas.

Vale ressaltar que sempre é possível propor melhorias e novidades. Para isso, é indicado observar hábitos, ouvir as pessoas e criar novos produtos e novos serviços, com o objetivo de ampliar os níveis de satisfação dos clientes.

Estar atento às tendências e à inovações, também é uma estratégia inteligente.

Inovação é oferecer um produtos ou serviço novo, que traga impactos econômicos significativos. A inovação também se estende ao marketing, à organização e aos processos de negócio. Por exemplo, lançar um serviço de assinatura de camisetas personalizadas, onde o assinante receberia um kit de camisetas exclusivas, por período.

Sustentabilidade é manter uma empresa economicamente viável, socialmente justa e ecologicamente correta. Por exemplo, lançar uma coleção de camisetas confeccionadas com tecidos de materiais reciclados.

 

A propaganda é um importante instrumento para tornar a empresa e seus serviços conhecidos pelos clientes potenciais. O objetivo da propaganda é construir uma imagem positiva frente aos clientes e tornar conhecidos os serviços oferecidos pela empresa.

A mídia mais adequada é aquela que tem linguagem adequada ao público-alvo, se enquadra no orçamento do empresário e tem maior penetração e credibilidade junto ao cliente.

Um pequeno estabelecimento poderá utilizar-se de panfletos a serem distribuídos de forma dirigida, em locais de grande circulação de pessoas (próximos ao estabelecimento), ou no bairro onde está localizado. Possuir cartões de visitas para entregar aos clientes e potenciais clientes é bastante recomendado.

O contato pessoal é imprescindível particularmente para aqueles empreendedores que se propõem a atender empresas do mercado varejistas.Porém, caso o empreendedor deseja investir na marca própria e concorrer com as demais empresas já firmadas no mercado, haverá a necessidade de produzir roupas de ótima qualidade. Uma ótima forma de divulgação do negócio pode ser feita ainda por meio de desfiles para apresentar as roupas produzidas a compradores, donos de lojas e potenciais clientes, além de catálogos com o mostruário completo e mala direta.

Outro meio de divulgação que tem crescente sucesso são as redes sociais (facebook, twitter, além do instagram para você compartilhar sua marca). As redes sociais são plataformas de comunicação interativa que permitem ter contatos e mandar mensagens e fotos. Assim, são uma das formas mais fáceis e práticas de entrar em contato com o seu público-alvo. Essas ferramentas são uma maneira de divulgar sua marca a um baixo custo e oferecer um retorno imediato.

Em uma pesquisa divulgada por uma das gigantes das empresas de consultoria, a PricewaterhouseCoopers (PwC), constatou-se que 77% dos brasileiros tiveram suas recentes decisões de compra influenciadas diretamente pelas redes sociais e esse dado é tão impressionante quanto importante para podermos nos posicionar bem e aproveitarmos essa grande tendência do mercado nacional. (BEZERRA, 2015). 

Quando há promoções os clientes ficam sabendo por redes sociais e sempre aparecem procurando os itens que são colocados com preços mais baixos, mas acabam levando outras coisas também.

Verificar também a possibilidade de divulgação através de sites de compra coletiva, onde vende-se o produto por um preço reduzido a uma grande quantidade de pessoas. É uma maneira excelente de fazer os clientes conhecerem os produtos e depois voltarem a consumi-los.

 

Este segmento de empresa poderá optar pelo Simples Nacional – Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições, instituído pela Lei Complementar nº 123/2006. Os pequenos negócios podem optar pelo Simples, desde que sua categoria esteja contemplada no regime, a receita bruta anual de sua atividade não ultrapasse os limites previstos na legislação.

Nesse regime, o empreendedor de ME e EPP poderá recolher os seguintes tributos e contribuições, por meio de apenas um documento fiscal – o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que é gerado no Portal do Simples Nacional (http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional):

•Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);

•Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);

•Programa de Integração Social (PIS);

•Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);

•Contribuição Previdenciária Patronal (CPP);

•Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS): para empresas do comércio

•Imposto Sobre Serviços (ISS): para empresas que empresas que prestam serviços;

•Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI): para indústrias.

Conforme a Lei Complementar nº 123/2006, as alíquotas do Simples Nacional variam de acordo com as tabelas I a VI, dependendo das atividades exercidas e da receita bruta auferida pelo negócio. No caso de início de atividade no próprio ano-calendário da opção pelo Simples Nacional, para efeito de determinação da alíquota no primeiro mês de atividade, os valores de receita bruta acumulada devem ser proporcionais ao número de meses de atividade no período. Se o Estado em que o empreendedor estiver exercendo a atividade conceder benefícios tributários para o ICMS (desde que a atividade seja tributada por esse imposto), a alíquota poderá ser reduzida conforme o caso. Na esfera federal, poderá ocorrer redução quando se tratar de PIS e/ou Cofins.

MEI

Se você pretende empreender como MEI nesse negócio, lembre-se que:

a) há um teto de faturamento anual;

b) você não pode ser sócio, administrador ou titular de outra empresa;

c) só poderá contratar 1 (um) empregado;

d) deve verificar na sua prefeitura se a atividade pode ser exercida no local que você deseja.

Outras dúvidas sobre a legislação do MEI podem ser esclarecidas no site http://www.portaldoempreendedor.gov.br/duvidas-frequentes no item  “pagamento de obrigações mensais”

Fundamentos Legais: Leis Complementares nº 123/2006 (com as alterações das Leis Complementares nºs 127/2007, 128/2008 e 139/2011), Lei Complementar nº 147/2014 e Resolução CGSN – Comitê Gestor do Simples Nacional nº 94/2011.

Outros regimes de tributação

Para os empreendedores que preferem não optar pelo Simples Nacional, há os regimes de tributação abaixo: Lucro Presumido: é o lucro que se presume pela receita bruta de vendas de mercadorias e/ou prestação de serviços. Trata-se de uma forma de tributação simplificada utilizada para determinar a base de cálculo dos tributos das pessoas jurídicas que não estiverem obrigadas à apuração pelo Lucro Real. Nesse regime, a apuração dos impostos é feita trimestralmente.

A base de cálculo para determinação do valor presumido varia de acordo com a atividade da empresa. Sobre o resultado da equação: Receita Bruta x % (percentual da atividade), aplicam-se as alíquotas de:

•Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) – 15%. Poderá haver um adicional de 10% para a parcela do lucro que exceder o valor de R$ 20 mil, no mês, ou R$ 60 mil, no trimestre, uma vez que o imposto é apurado trimestralmente;

•Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) – 9%. Não há adicional de imposto;

•Programa de Integração Social (PIS) – 1,65% – sobre a receita bruta total, compensável;

•Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) – 7,65% – sobre a receita bruta total, compensável.

Incidem também sobre a receita bruta os impostos estaduais e municipais:

•Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) – Em regra geral, as alíquotas variam conforme o estado, entre 17 e 19%. Alguns produtos ou serviços apresentam alíquotas reduzidas ou diferenciadas;

•Imposto para Serviços (ISS) – Calculado sobre a receita de prestação de serviços, varia conforme o município onde a empresa estiver sediada, entre 2 e 5%.

Além dos impostos citados acima, sobre a folha de pagamento incidem as contribuições previdenciárias e encargos sociais (tanto para o lucro real quanto para o lucro presumido):

•INSS – Valor devido pela Empresa – 20% sobre a folha de pagamento de salários, pró-labore e autônomos;

•INSS – Autônomos – A empresa deverá descontar na fonte e recolher entre 11% da remuneração paga ou creditada a qualquer título no decorrer do mês a autônomos, observado o limite máximo do salário de contribuição (o recolhimento do INSS será feito pelo Guia de Previdência Social – GPS);

•FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, incide sobre o valor da folha de salários à alíquota de 8%.

Recomendamos que o empreendedor consulte sempre um contador, para que ele o oriente sobre o enquadramento jurídico e o regime de tributação mais adequado ao seu caso.

 

Beach &Bikini Fashion Show Feira Internacional do Biquíni

Website: http://www.surfbeach.com.br

Febratex – Feira Brasileira para a Indústria Têxtil Organização: FCEM – Feiras e Congressos

Website: http://www.febratex.com.br

Feira Internacional de Tecelagem

Website: http://www.fenatec.com.br

Fenit – Feira Internacional da Indústria Têxtil

Website: http://www.fenit.com.brFeninver

Feira Brasileira de Confecções e Acessórias de Moda

Website: http://www.couromoda.com.br

Feira Internacional de Máquinas Têxteis – ITMEX

Webite: www.itmex.com.br

Feira Internacional De Máquinas, Matérias-Primas E Produtos Do Vestuário.

Website: www.fimapevmg.com.br

Tecnotêxtil BrasilFeira de Tecnologias para a Indústria Têxtil

Website: http://www.tecnotextilbrasil.com.br

Surf & Beach Show Feira Internacional do Surfwear e Beachwear

Website: http://www.surfbeach.com.br

Surf & Beach TexPreview Feira da Indústria Têxtil para o Surfwear e Beachwear

Website: http://www.surfbeach.com.br

Streetwear& Skate Show Feira Internacional da Moda de Rua

Website: http://www.surfbeach.com.br

 

ABIT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA TÊXTIL E DE CONFECÇÃO.

No site encontra-se o calendário de vários eventos na área confeccionista (http://www.abit.org.br)

ABRAVEST – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO VESTUÁRIO

HTTP://WWW.ABRAVEST.ORG.BR

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE NÃO TECIDOS

ABINT.WWW.ABINT.ORG.BR

CENTRO DE TECNOLOGIA DA INDÚSTRIA QUÍMICA E TÊXTIL – SENAI/CETIQT

WWW.CETIQT.SENAI.BR

CDL – CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS

Procurar o de sua cidade ou região, pois este órgão normalmente promove vários eventos na área do comércio.

CURSOS SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL (SENAC)

http://www.senac.br/

FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE CONSERVAÇÃO E ASSEIO – FEBRAC

Www.febrac.org.br

SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS – SEBRAE

Regional mais próximo em www.sebrae.com.br.

 

Normas técnicas são documentos que estabelecem padrões reguladores com o objetivo de garantir a qualidade de produtos industriais, a racionalização da produção e processos, o transporte e o consumo de bens, a segurança das pessoas e o estabelecimento de limites para a manutenção da qualidade ambiental.

ABNT/CB-17 é uma normalização no campo da indústria têxtil e do vestuário compreendendo fibras, fios, tecidos e outros artigos fabricados em têxteis; artigos confeccionados; matérias-primas; requisitos e generalidades.As normas da ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas são importantes para garantia da qualidade e segurança de diversos produtos da indústria de confecção. Entre as normas técnicas em vigor, podemos citar:

  • NBR 8.719 – Símbolos de cuidado para conservação de artigos têxteis.
  • NBR 9.928 – Tipos de embalagens para acondicionamento de materiais têxteis.
  • NBR 12.071 – Artigos confeccionados para vestuário – Determinação das dimensões
  • NBR 13.374 – Material Têxtil – Determinação da resistência da costura em materiais têxteis confeccionados ou não.
  • NBR 13.377 – Medidas do corpo humano para vestuário – Padrões referenciais – Padronização.
  • NBR 13.917 – Material têxtil – Tecido plano de 100 % algodão para roupas profissionais e uniformes: especifica características e condições necessárias para os tecidos planos de 100 % algodão, utilizados na confecção de roupas profissionais e uniformes;
  • NBR 14.726 – Tecido plano de poliéster e algodão para roupas profissionais e uniformes: especifica os requisitos para os tecidos planos de poliéster e algodão, utilizados na confecção de roupas profissionais e uniformes.
  • NBR15.292 – Traz referências sobre uniformes de alta visibilidade e os seus usos.
 

ALINHAVO: o alinhavo é um ponto de costura usado para manter duas ou mais camadas de tecido juntas temporariamente, durante provas ou modelagem.

ALGODÃO (espécie: Gossypium – família: Malvaceae) – É a principal fibra têxtil comercializada no Brasil. Adequado para todos os ambientes e situações, é usado pela indústria têxtil como um verdadeiro coringa sendo, muitas vezes, misturado a outras fibras por sua capacidade de absorção. De toldos e tapetes rústicos à macias toalhas, o algodão é indispensável em qualquer enxoval.AVIAMENTOS: Partes usadas na confecção de peças de vestuário com função auxiliar e secundária: botões, entretelas, forros, enchimentos, etc.

CHULEADO: ponto de costura utilizado para prevenir o esfiapamento da borda do tecido. Quanto mais propenso ao esfiapamento for o tecido, mais próximos deverão ser os pontos da costura.

CORTE A LASER: processo de corte que ocorre pela “queima” do tecido, através da incidência de um feixe de laser (luz). Possibilita a fabricação de peças individuais e em série, de forma mais flexível e econômica.

CORTE ENVIESADO: tipo de corte que dá mais caimento ao tecido/peça. Ele é feito no viés (diagonal) do tecido.

ESTILISTA: profissional que dita a moda, cria coleções de roupas e acessórios, exercendo forte influência sobre a maneira como as pessoas se vestem. Ser estilista não é apenas ser desenhista de moda, e sim criar um vestuário adequado a cada tipo de pessoa, conhecido como público-alvo.

ILHÓS: aviamento redondo com orifício central utilizado para a passagem de ar, água ou cordões em roupas, acessórios, móveis, etc.

INTERLOCK SINGER 2442 A – As máquinas de costura desta linha são ideais para os prestadores de serviços ou confeccionistas que queiram conciliar praticidade, produtividade, qualidade e durabilidade. Própria para a confecção em tecidos planos e de malha, nas etapas de preparação ou acabamento das peças. Aplicável para vários segmentos da costura em roupas, tais como: pro¬fissionais, lingerie, camisetas, modinha, moletons, camisas, calças, camisetas, saias, shorts, etc.

LÃ – com elasticidade natural, a lã é facilmente adaptável, resistente e quente. É obtida por um processo industrial que limpa e colore o pelo da ovelha tosquiada. O tecido também pode ter origem no pelo das cabras (caxemira) ou de Lhamas (alpaca).

MÁQUINA DE COSTURA RETA SINGER, 2491 D – Costura industrial reta com design moderno de fácil operação e alta velocidade. Utilizada como equipamento básico e fundamental, para qualquer segmento na indústria do vestuário.

MODELISTA: é o profissional que traduz para o papel os conceitos e criações do estilista, verifica a adequação do modelo inicial ao tecido previsto, o caimento de cada peça e a execução prática das idéias do estilista. É o responsável pela elaboração do molde que servirá de base para a produção da primeira peça do vestuário do conjunto criativo. A partir de então é que se inicia o processo de produção em série. Portanto, o modelista organiza o processo criativo do estilista, inclusive orientando-o quando é necessário rever algo da criação inicial.

OVERSIZED: termo para peças (ex. calças) ou acessórios (ex. óculos) de tamanho grande.

OVERLOCK RCM GN1-6 – Máquina para pequenas confecções e pequenas empresas. Ótima para serviços de reforma de roupas, onde não necessita muito rendimento.

PESPONTO: pontos de costura que visto de cima, parece uma linha contínua de pontos iguais; visto do avesso do tecido, os pontos são duas vezes mais longos que aqueles de cima e se sobrepõem nas pontas.

PONTO CORRIDO: o ponto corrido, usado para consertos delicados, costuras visíveis e franzidos é trabalhado de forma muito semelhante ao alinhavo, mas os pontos são menores e uniformes.

ROTULAGEM: ato de rotular, ou seja, por um rótulo que tenha a ver com o produto.

SHOWROOM: é um espaço destinado a exposição dos produtos produzidos pela empresa de confecção, visando facilitar a visualização por parte do cliente de tais produtos, facilitando assim o interesse de compra.

 

Qualquer atividade da vida social ou pessoal, quanto melhor planejada melhor será executada. Assim, também em qualquer negócio, o tempo que se gasta antes de começar é dinheiro que se deixa de perder: os problemas, prováveis ou meramente possíveis, já foram pensados e a solução equacionada antes que eles virem perda. Entretanto, de nada vale planejar se não for para cumprir o planejamento. Muito importante: isto não significa um engessamento das ações. Significa, sim, não fugir do eixo, muito embora ao longo do processo algumas das coisas que se planejou tenham que ser revistas e/ou adaptadas. Ou seja, o planejamento é um instrumento dinâmico, mas o foco não deve ser perdido.Um caso típico desta flexibilidade é a frequente aparição de gastos imprevistos nos 100 primeiros dias da empresa. Isto ocorre com frequência quando existe excesso de otimismo no cálculo das possibilidades da empresa, sacrificando o capital de giro. Abaixo algumas DICAS:

  • Sempre considerar uma hipótese mais conservadora, evitando surpresas desagradáveis.
  • Nunca improvisar para agregar valor e acabar fazendo muitas coisas e mal feitas.
  • Avaliar permanentemente a receptividade e satisfação da clientela à venda de produtos.
  • Investir na qualidade global de atendimento ao cliente,
  • Procurar fidelizar a clientela com ações de pós-venda, como remessa de cartões de aniversário, comunicação de novos serviços e novos produtos ofertados, etc;
  • O empreendedor deve estar sintonizado com a evolução do setor,
  • Para o caso de marca própria para concorrer com marcas já estabelecidas, o empreendedor deverá estar atento aos eventos nacionais relacionados ao mercado de confecções.
  • Se possível, visite os concorrentes e potenciais clientes e procure conhecer as diversas percepções sobre o mercado, os clientes e sobre as dificuldades que o segmento confeccionista enfrenta;
  • Evite utilizar seu próprio imóvel para iniciar o negócio para evitar conflitos que podem atrapalhar o andamento normal dos processos;
  • Quando necessário, é aconselhável procurar agências especializadas para a contratação de mão de obra para evitar prejuízos para negócio;
  • Estabeleça uma relação de parceria com seus fornecedores e faça uma programação das necessidades de compra de insumos, com preços compatíveis com a lucratividade esperada;
  • Elabore um plano de negócios detalhado. Existem muitas publicações e cursos no mercado que ensinam como elaborá-lo; Peça orientação ao SEBRAE
  • Mantenha um contato permanente com seu contador e não deixe passar dúvidas em relação às contas da empresa;
  • É necessário aprender a identificar e calcular cada item de custo e despesa da confecção;
  • Atente-se à salubridade do ambiente de trabalho, pois o processo de corte gera pequenos resíduos que ficam suspensos no ar e podem agravar ou gerar problemas respiratórios nos colaboradores;
  • Lembre que uma opção interessante e muito utilizada neste setor é a terceirização por meio de facções de algumas atividades operacionais. (Esteja atento à novas Regras da CLT).
 

Na literatura, existem variadas definições para o que vem a ser um empreendedor e de forma resumida, pode-se perceber em pessoas empreendedoras a dedicação, a persistência, a disciplina, além da autoconfiança, da facilidade em se relacionar e comunicar e ainda a capacidade de planejar e se organizar.Em qualquer atividade empreendedora, a condição de saber se relacionar com pessoas, tanto os clientes como os colaboradores é fator que define se terá ou não sucesso no negócio. Associada a esta característica e não menos importante está a qualificação técnica para a realização dos serviços.

Apenas como complementação das informações, sugere-se uma auto avaliação para medir o quanto o empreendedor está preparado para ingressar no mundo dos negócios. E neste sentido são apresentados alguns questionamentos importantes, como os que seguem, e que foram extraídos da coleção OS PRIMEIROS PASSOS PARA O SUCESSO, desenvolvida e disponibilizada pelo SEBRAE/SC:

1. Tenho capital suficiente para abrir a empresa e ainda me manter enquanto estruturo o negócio?

2. Estou preparado emocionalmente para correr os riscos do mundo dos negócios?

3. Como trato os desafios que a vida me oferece? Com paciência e perseverança?

4. Estou preparado e disposto a abrir mão de uma série de hábitos e se for preciso trabalhar 10 horas por dia todos os dias?

5. Conheço bem as minhas limitações?

6. Sou disciplinado o suficiente para estabelecer e cumprir regras e métodos de trabalho?

7. Estou preparado para passar a maior parte do tempo dentro da empresa, gerenciando atividades repetitivas?

8. Tenho afinidade com o setor de moda e gosto de acompanhar os lançamentos e tendências do mercado?

9. Estou preparado para entrar em um mercado extremamente dinâmico e que exigem criatividade constante no desenvolvimento das coleções?

Algumas características desejáveis ao empresário desse ramo são:

  • Ser bom comunicador, simpático e atencioso com os clientes;
  • Gostar e conhecer bem o ramo de negócio;
  • Pesquisar e observar permanentemente o segmento de mercado onde está competindo, promovendo ajustes e adaptações no negócio;
  • Ter atitude e iniciativa para promover as mudanças necessárias;
  • Saber administrar todas as áreas internas da empresa;
  • Saber negociar, vender benefícios e manter clientes satisfeitos;
  • Ter visão clara de onde quer chegar;
  • Planejar e acompanhar o desempenho da empresa;
  • Ser persistente e não desistir dos seus objetivos;
  • Manter o foco definido para a atividade empresarial;
  • Assumir somente riscos calculados;
  • Estar sempre disposto a inovar e promover mudanças;
  • Ter grande capacidade para perceber novas oportunidades e agir rapidamente para aproveitá-las;
  • Ter habilidade para liderar sua equipe de profissionais;
  • Boa coordenação visual/motora;
  • Boa presença – apresentação – higiene pessoal.

Mesmo possuindo todas essas qualidades e características, o empresário ou seus funcionários devem possuir um ótimo perfil de vendas, com capacidade de entender a necessidade de seus clientes.

 

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA TÊXTIL – ABIT. Moda de vestuário. Revista digital. São Paulo, 2011. Disponível em: http://www.abit.org.br. Acessado em: 23 novembro 2017.

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AIUB,George Wilson et al. Plano de Negócios: serviços. 2. ed. Porto Alegre: Sebrae, 2000.

BARBOSA, Mônica de Barros; LIMA, Carlos Eduardo de. A Cartilha do Ponto Comercial: como escolher o lugar certo para o sucesso do seu negócio. São Paulo: Clio Editora, 2004.

BIRLEY, Sue; MUZYKA, Daniel F. Dominando os Desafios do Empreendedor. São Paulo: Pearson/Prentice Hall, 2004. BRASIL.

Código civil brasileiro, 2003.

COSTA, Nelson Pereira. Marketing para Empreendedores: um guia para montar e manter um negócio. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003.

FORNECK, Gustavo Rangel. Os padrões e estratégias de competitividade da indústria de camisetas em Santa Catarina. Monografia, UFSC, Florianópolis, 2008. GRAVE, Maria de Fátima. A modelagem sob a ótica da ergonomia. São Paulo: Zennex Publishing, 2004.

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 IDV (São Paulo). Vendas do varejo tem o melhor resultado para agosto desde 2013. 2017. Disponível em: <http://www.idv.org.br/conjuntura-e-comercio-varejista/vendas-do-varejo-tem-o-melhor-resultado-para-agosto-desde-2013/>. Acesso em: 9 dez. 2017.

DUARTE, Debora. 5 TENDÊNCIAS PARA O MERCADO DE MODA EM 2017. 2017. Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios. Disponível em: <http://revistapegn.globo.com/Negocios/noticia/2017/01/5-tendencias-para-o-mercado-de-moda-em-2017.html>. Acesso em: 22 nov. 2017.)

ABIT. Setor têxtil e de confecção aponta sinais positivos para 2017. 2017. Associação Brasileira da Indústria Têxtil. Disponível em: <http://www.abit.org.br/noticias/setor-textil-e-de-confeccao-aponta-sinais-positivos-para-2017>. Acesso em: 22 nov. 2017.

VAL, João Pedro Ribeiro do. ANÁLISE DE MERCADO:: COMO SABER QUEM É (E ONDE ESTÁ) SEU CLIENTE IDEAL. São Paulo: Geofusion, 2017. 

BEZERRA, Pablo. A influência das Redes Sociais na decisão de compra dos brasileiros. 2015. PwC. Disponível em: <http://www.digai.com.br/2015/02/influencia-das-redes-sociais-na-decisao-de-compra-dos-brasileiros/>. Acesso em: 18 nov. 2017). 

 

O empreendedor pode buscar junto às agências de fomento linhas de crédito que possam ser utilizadas para ajudá-lo no início do negócio. Algumas instituições financeiras também possuem linhas de crédito voltadas para o pequeno negócio e que são lastreadas pelo Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), em que o Sebrae pode ser avalista complementar de financiamentos para pequenos negócios, desde que atendidas alguns requisitos preliminares. Maiores informações podem ser obtidas na página do Sebrae na web:

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Independente do segmento ou do tamanho da empresa, é necessário que haja um controle financeiro adequado, que permita ao empreendedor segurança mediante os riscos e a continuidade da empresa. Portanto, abaixo segue algumas orientações a serem observadas pelo empreendedor.

FLUXO DE CAIXA

É o controle sobre as entradas e saídas de dinheiro no caixa da empresa. Esse controle permite ao empreendedor uma visão ampla da situação financeira de seu negócio, facilitando a contabilização dos ganhos e despesas, bem como as movimentações financeiras. Dependendo do porte da empresa, o controle manual vai se tornando mais difícil. Portanto, sugere-se o uso de softwares específicos que podem ser encontrados gratuitamente ou podem ser adquiridos por empresas fornecedoras de softwares.

PRINCÍPIO DA ENTIDADE

É um princípio da contabilidade o qual demonstra que o patrimônio da empresa não deve ser confundido com o patrimônio de seu proprietário. Portanto, jamais se deve confundir a conta da empresa com a conta pessoal ou as contas dos sócios, pois isso gera uma falha gravíssima de gestão, podendo levar a empresa a decadência.

BARGANHA COM FORNECEDORES

Nada mais é que o poder de negociação com seus fornecedores por preços menores e prazos mais flexíveis.

RESERVAS/PROVISÕES

É uma quantia determinada para cobrir eventuais desembolsos que ocorram durante o ano. Este recurso funcionará como um fundo de reserva para a empresa, o qual será composto por um determinado percentual do lucro mensal para atingir a quantia desejada do fundo. Quando a quantia for atingida, não haverá necessidade de fazer novas alocações, voltado a alocar-se apenas quando os valores forem usados.

 

PLANO DE NEGÓCIOS

O plano  irá orientá-lo na busca de informações detalhadas sobre o ramo,  os  produtos e  os  serviços a serem  oferecidos, além  de  clientes, concorrentes, fornecedores e pontos fortes e fracos, construindo a viabilidade da ideia e na gestão da empresa, Dessa forma, o SEBRAE disponibiliza todo passo-a-passo através do link: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/como-elaborar-um-plano-de-negocio

CURSOS ONLINE E GRATUITOS

http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/cursosonline

CURSOS DE QUALIFICAÇÃO EMPREENDEDORA

Empretec – Metodologia  da Organização  das Nações  Unidas (ONU) que  proporciona o amadurecimento de características empreendedoras, aumentando a competitividade e as chances de permanência no mercado.

http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/sebraeaz/empretec

Desenvolva o Comportamento Empreendedor.

FERRAMENTAS DE GESTÃO

Ferramenta CANVAS Online: A metodologia Canvas ajuda o empreendedor a identificar como pode se diferenciar e inovar no mercado: https://www.sebraecanvas.com

SISTEMA DE GESTÃO

MarketUP é o Sistema de gestão grátis para micro e pequenas empresas: NFe, NFCe, PDV, Loja Virtual, ERP, MRP e mais. Tudo online e de graça. https://marketup.com

Aproveite também as ferramentas de gestão e conhecimento criadas para ajudar a impulsionar o seu negócio. Para consultar a programação disponível em seu estado, entre em contato pelo telefone 0800 570 0800.

 

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