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6 erros de design que você deve evitar em sua loja

6 erros de design que você deve evitar em sua loja

Confira dicas dadas no site Entrepreneur sobre o que deve ser evitado quando se trata em design de um estabelecimento
Foto: Divulgação
Lojistas muitas vezes pensam demais na qualidade dos produtos e dos serviços que oferecem e subestimam a importância do design de loja
para o sucesso do empreendimento. Detalhes do planejamento espacial do
estabelecimento sofrem com a economia de gastos, o que pode ser um
perigo. O barato pode sair caro e acabar prejudicando o funcionamento e
as vendas. Para ajudar lojistas, a jornalista americana Jane Porter, do site Entrepreneur, reuniu seis erros que devem ser evitados para você não ter de correr atrás do prejuízo. 
1) Deixar de fazer uma inspeção completa da instalação
O espaço desejado para a loja pode parecer um lugar ideal para as
suas necessidades, mas pode ter problemas ocultos. Instalações elétricas
e sistemas de ventilação mal projetados custam uma fortuna para
consertar. Por isso o ideal é detectá-los antes de assinar um contrato
de aluguel de longo prazo. O consultor em planejamento de lojas Jerry
Birnbach aconselha a levar um arquiteto ou empreiteiro ao local antes de
fechar qualquer contrato. “Há muitos esqueletos escondidos, coisas que
você precisaria saber logo de cara”, diz.
2) Dar pouca atenção ao giro do estoque
Muitos varejistas não pensam sobre a relação do espaço da loja com a
rotatividade dos produtos. Antes de considerar as opções do projeto de
design, é bom estimar a quantidade de mercadoria que você vai vender e
quanto de estoque será necessário para manter a loja, e
consequentemente, o espaço que eles ocuparão. Para a consultora
canadense Melanie McIntosh, o mais importante é planejar e questionar:
“Qual o estoque que minha loja precisa ter para cobrir o custo do
funcionamento?”
3) Escolher uma iluminação errada
A escolha da iluminação adequada é extremamente importante para o
quão apelativo seu produto vai parecer. Todos os produtos, de vestidos
de gala a cortadores de grama, têm um tipo de iluminação mais adequado.
Isso envolve conceitos como temperatura e eficiência energética. “A
questão não é apenas enxergar o produto, mas também levar em
consideração as cores e a temperatura da luz”, diz Birnbach.
A iluminação é muitas vezes mal projetada porque os varejistas estão
tentando cortar custos. Outra situação comum é confiar muito em
conselhos de terceiros – especializados ou não – sobre o assunto sem
levar em conta o conhecimento próprio sobre o funcionamento do negócio.
Harvey Rovinsky, dono de sete joalherias em Nova Jersey, comprovou a
importância de uma iluminação adequada quando reformou a loja matriz. O
arquiteto contratado por ele selecionou um tipo de luz fria, que deixava
as joias sem brilho. “No ramo de joalherias, é necessário ter um
trabalho de luzes incrível”, explica Rovinsky, que atribui seu erro à
sua confiança excessiva no arquiteto.
4) Negligenciar o design da área do caixa
Muitos varejistas não ligam muito para a área do caixa, apesar da sua
importância. Mas é importante certificar-se de que haverá espaço
suficiente para que o espaço não fique muito lotado com devoluções,
clientes e produtos. “Você quer causar uma boa impressão nos clientes
quando eles estão saindo”, diz McIntosh.
5) Exibir produtos de forma desordenada
O modo de exibir as mercadorias pode afetar significativamente as
vendas, mas alguns varejistas não consideram a forma como seus clientes
fazem compras quando planejam a loja. “Quando um cliente pergunta sobre
um produto, você tem de ziguezaguear pela da loja em busca do que
deseja?” pergunta McIntosh. Se a resposta for positiva, há um problema.
Jim Broadhead, dono de uma loja de artigos de viagem em Alberta, no
Canadá, só percebeu como seu estabelecimento era mal organizado quando
procurou a ajuda de McIntosh. A loja já funcionava havia 12 anos e
contava com três andares, mas ainda assim não tinha uma distribuição de
produtos eficiente. Os itens eram agrupados por tipo, com todas as
calças juntas, por exemplo, desconsiderando estilo ou função.
Broadhead descobriu que os consumidores podiam se localizar melhor se
os itens fossem disponibilizados por categorias, colocando, por
exemplo, todas as roupas de ginástica em um só lugar. Desde o redesenho
da loja, no ano passado, suas vendas cresceram 15%.
6) Renunciar flexibilidade
As tendências de compra do consumidor estão sempre mudando, o que
significa que os varejistas precisam agregar flexibilidade em seus
projetos. Ao mesmo tempo em que displays flexíveis podem requerer mais
investimento inicial, eles podem tornar a vida muito mais fácil quando
for a hora de modificar as ofertas da loja.
E você, empreendedor? Quais são as suas dicas para quem está projetando uma loja?
Fonte: PE&GN
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