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O que a inflação tem a ver com os pequenos negócios?

InflacaoA edição de junho do Boletim de Serviços Financeiros aborda um assunto que tinha sido meio esquecido nos últimos anos, mas cujo debate voltou com força total nos últimos dias: a inflação.

O assunto domina os noticiários gerando um o clima de incerteza produzido pelos dados mais recentes que dizem respeito ao comportamento dos preços em nosso país.

“Muito se vem falando sobre remarcações de valores cobrados por produtos específicos, em especial de gêneros alimentícios. No entanto, a despeito da origem dos impulsos inflacionários, em momentos como este retorna à memória dos brasileiros o sentimento de apreensão muito vivo em outras eras, quanto à capacidade de cada família de manter seu padrão de consumo e de bem estar. E esses movimentos afetam não apenas a conta do supermercado das famílias, mas também a dívida pública brasileira e os investimentos produtivos. Sofrem com eles não só a população mais pobre, mas também governos e empresas de todos os portes”, afirma o texto.

O boletim ressalta que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de inflação acumulado em 12 meses até maio deste ano foi de 6,95%, contra 4,86% no mesmo período de 2012. “Em um momento de aceleração do ritmo de aumento de preços, como o que enfrentamos atualmente, observamos uma disputa entre os agentes econômicos pela apropriação dos recursos financeiros que circulam na economia, e os pequenos negócios, assim como as famílias, serão os maiores prejudicados”.

A explicação para esse impacto nas micro e pequenas empresas está na possibilidade de repasse de custos que, tais como os sucessivos aumentos do salário mínimo, são limitadas pela existência de produtos concorrentes. “Já para as famílias, há a dificuldade de se aumentarem os rendimentos no curto prazo, pois as negociações salariais são, em geral, feitas anualmente, e não dependem exclusivamente da vontade de seus integrantes. O resultado são reajustes que, quando existentes, frequentemente não acompanham o crescimento do custo de vida, causando efetivo empobrecimento dos núcleos domésticos”.

Para saber mais, leia a íntegra do Boletim de Serviços Financeiros.

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