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Impacto da crise econômica no setor da moda

Impacto da crise econômica no setor da moda

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O empresário de pequenos negócios vive um momento de incertezas e desconfianças – reflexo do momento econômico que o país enfrenta. A alta dos impostos, o aumento dos juros, e a queda na taxa de investimentos, entre outros indicadores, compõem um cenário preocupante e cheio de desafios. Por outro lado, a alta do dólar frente ao real pode beneficiar as empresas.

Neste post, você confere uma análise do cenário econômico do Brasil e os impactos no setor da moda; e indicação de caminhos possíveis para que o empresário consiga enfrentar a situação da melhor forma.

Cenário econômico e o impacto na indústria e comércio

A crise econômica trouxe impactos para todos os setores da economia nacional, inclusive para o de moda. O varejo de moda deve reduzir neste ano o volume de produtos importados devido à desvalorização do real, enquanto negocia preços com fornecedores externos e aumenta a demanda por produtos de confecções brasileiras – que enfrentam baixa escala e dificuldades para fabricar roupas mais elaboradas.

Confira algumas mudanças no cenário econômico de 2015:

Reajuste nas contas de energia: impacto direto no bolso do consumidor. Devido ao aumento da tarifa das empresas, é gerado mais custo de produção, que pode refletir nos preços dos produtos e serviços;

Alta do dólar: beneficia a indústria exportadora nacional, tornando os preços dos produtos brasileiros mais competitivos no mercado internacional. Em compensação, como muitas indústrias trabalham com matéria-prima importada, essa alta impacta nos custos e pode gerar um efeito cascata que vai resultar em alta de preços;

Ajuste de contas do governo: diminuição de incentivos tributários dados aos setores da economia por parte do Governo;

Aumento do juro básico: elevação da taxa do juro básico pelo Banco Central impacta nas taxas de juros dos bancos comerciais, que consequentemente, sobem, encarecendo o crédito tanto produtivo quanto para o consumo. Tendência de crescimento da inadimplência no comércio em função do endividamento do consumidor. Consequente retração do consumo e dos investimentos, diminuindo o ritmo dos mercados e do crescimento do Brasil.

Possíveis caminhos para enfrentar a crise

O momento atual requer muita cautela, sobretudo para as MPE, uma vez que o aumento dos custos não pode ser repassado integralmente para os preços, pelo risco de não vender. É necessário repensar a estrutura produtiva para buscar todas as opções de redução de custos e aumento de produtividade por uma questão de sobrevivência. Por outro lado, todo momento de crise é também momento de oportunidades. O empresário do setor de moda deve estar atento e informado, para enfrentar a crise e fortalecer seu negócio.

“Tanto a redução nas vendas, como a manutenção de estoques antigos, causam efeito negativo no caixa. Ataque ambos os problemas ao mesmo tempo, oferecendo bônus especiais para os vendedores que girarem mercadorias antigas definidas como prioritárias pela empresa”, ensina Rubens Panelli Júnior, especialista em varejo e consumo, em entrevista para o Sebrae Inteligência Setorial.

Com grande oferta de produtos em lojas e shoppings, e um cliente cada vez mais seletivo, será necessária muita criatividade e eficiência para sobreviver. De acordo com Rubens Panneli Júnior, algumas ações devem ser pensadas:

  • Invista tempo em ações criativas de marketing e crie novos produtos e serviços que estejam alinhados com a realidade de mercado.
  • Atendimento de qualidade ao cliente é um diferencial. Atender com cortesia, demonstrando interesse e oferecendo informação de qualidade, são fatores básicos para obter retorno positivo.
  • Priorize os recursos no que realmente interessa, alocando-os para os projetos importantes e mantendo uma reserva para o caso de imprevistos.
  • Venda para aumentar o giro do estoque. A venda do estoque dentro do giro e margem planejados é o que sustenta o lucro e o caixa.
  • Aproveite para fazer um plano de promoção/saldão, por exemplo.
  • Motive seus funcionários com a criação de metas ousadas, porém, factíveis e fáceis de mensurar.
  • Mantenha o foco no “core business” da empresa, deixando projetos menos importantes para mais tarde.
  • Repense a existência de pontos de venda que não gerem margem de contribuição para a empresa.
  • Fortifique a capacitação do seu funcionário para um retorno maior de qualidade.

Com informações do Sebrae Inteligência Setorial.

Edição: Fernanda Peregrino, da FC Comunicação.

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