CADASTRAR

Entrar

Senha perdida

Perdeu sua senha? Por favor, indique o seu endereço de e-mail. Você receberá um link e criará uma nova senha por email.

Enviar mensagem

Adicionar pergunta

Entrar

CADASTRAR

Você pode se cadastrar gratuitamente no site. Basta clicar em CRIAR UMA CONTA e seguir o passo a passo.

Compras conjuntas ajudam empresas a economizar

Compras conjuntas ajudam empresas a economizar

compra-coletiva

Um por todos e todos por um”. O lema dos Três Mosqueteiros pode ser aplicado às micro e pequenas empresas (MPEs) que realizam compra conjunta. Essa modalidade de negociação equilibra as relações comerciais entre grandes e pequenas empresas ao dar poder de barganha a estas últimas para que consigam preços reduzidos e melhores prazos de pagamento.

Para dar certo, uma central de compras precisa seguir o conceito do associativismo. Ou seja, todos os integrantes devem ter um objetivo comum ou o mesmo público-alvo. Também é fundamental ter organização. Um bom jeito de começar é buscar itens não tão necessários, como os de escritório, e que não fazem parte da principal atividade da empresa. “Uma vez que o pessoal já esteja entrosado, começa-se a pegar itens mais importantes”, conta o consultor do Sebrae-SP, Gilberto Campião. Muitos têm um regimento interno definindo o que cada um faz e suas respectivas obrigações.

Há grupos que formam uma sociedade de propósito específico (SPE), mecanismo jurídico para compra e venda conjunta criado e regulado pelo Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Apenas MPEs optantes pelo Simples Nacional podem integrar uma SPE.

Em uma central de compras organizada, um gerente é contratado para administrar as atividades do grupo. Integrantes contribuem para um fundo de caixa para viabilizar ações promocionais e pagamento de contas e de porcentuais de vendas.

Nessa modalidade, a maior dificuldade enfrentada é o pagamento em conjunto. “Se alguém não pagar, o fornecedor vai querer que o grupo se responsabilize. É necessário ter maturidade para assumir esse compromisso com o fabricante”, diz Campião.

A Associação Pizzarias Unidas do Estado de São Paulo (APU), que tem integrantes atendidos pelo Escritório Regional do Sebrae-SP Capital Oeste, organiza há sete anos organiza há sete anos um grupo de compra conjunta de insumos, produtos e materiais para os associados. Por meio de um software desenvolvido especialmente para isso, eles têm acesso a uma programação de compra. Por exemplo: em uma janela de cinco dias, inúmeras empresas fazem pedidos de um mesmo produto para ser entregue de acordo com as necessidades do comprador. “Como está programando as compras para o mês, o empresário precisa ficar atento à gestão do seu negócio”, afirma o diretor executivo da associação, Adilson Barbosa.

A empresa que fornece já sabe o que vendeu para o próximo mês e pode se programar. Com isso, tem um melhor controle de estoque e diminuição de custos. Dessa forma, o comprador consegue preços mais em conta nos produtos. “Os descontos variam de 5% a 40% e são fixos, independentemente do tamanho do pedido”, afirma Barbosa.

Cerca de 80 associados da APU participam da compra conjunta. Do outro lado, 12 fornecedores estão cadastrados no sistema da entidade. Entre os 200 produtos disponíveis, os mais procurados pelos associados são laticínios, embutidos, embalagens e farinha.

O sistema tem inadimplência zero, pois nenhum dos participantes pode dever ou será excluído do grupo e perde os descontos. O sistema deu tão certo que os donos de pizzarias se falam por meio do aplicativo WhatsApp para aquisições de outros itens, como coifa de estufa, gerador elétrico e outros produtos que não estão na lista da APU.

Confira mais matérias como essa na seção de “finanças” aqui no Sebrae Mercados.

Compartilhe esse conteúdo em suas redes sociais!

Deixe um comentário

Sobre Sebrae MercadosNovo na comunidade