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Calçados para diabéticos: um mercado que precisa de atenção

Calçados para diabéticos: um mercado que precisa de atenção

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Boletim de inteligência setorial elaborado pelo Sebrae/SC chama a atenção para um mercado ainda pouco explorado pelas empresas brasileiras de todos os portes: calçados específicos para pessoas com diabetes.

Formigamentos, dormência, queimação e perda de sensibilidade são os principais sintomas do pé diabético. O que denuncia a falta de circulação nos dedos dos pés são unhas e dedos roxos.

Sabendo que o calçado atualmente é considerado uma peça importante para a saúde e qualidade de vida das pessoas, abre-se um nicho de mercado para os empresários, em especial do setor calçadista, diante da previsão de aumento significativo no número de pessoas portadoras do diabetes nos próximos anos.

Hoje, já são 12 milhões de pessoas diabéticas em todo o Brasil, sendo que 50% delas não sabem que estão com diabetes. A estimativa é de que em 2025 sejam 366 milhões de pessoas com a doença em todo o mundo, sendo 150 milhões somente no Brasil.

Características do sapato ideal
Para acomodar bem o pé de pessoas com diabetes, o sapato deve possuir algumas características como:

  • Não possuir costuras internas, evitando zonas de fricção.
  • Ser profundo de forma a permitir a utilização de palmilhas adaptadas, próteses de silicone ou fazer alterações personalizadas de acordo com as necessidades.
  • Deve possuir velcro ou cordões que permitam a distensão e o ajuste ao longo do dia em situações de inchaço.
  • O material deve ser de pele natural, para evitar o sobreaquecimento e a acumulação de umidade, principalmente entre os dedos.
  • O salto não deverá ser superior a 2cm para os homens e 4cm para as mulheres. A sola deve assentar toda no chão.
  • O formato ideal é com a biqueira larga, alta, arredondada, mas não tão larva evitando atrito com o dorso dos dedos e dando a possibilidade de movimentação dos mesmos no sapato.
  • A base deve ser correspondente à largura do pé e calcanhar, com contraforte e rebordos que acompanhem, mas não que cubram os tornozelos e o tendão de aquiles e o bordo almofadado.
  • Solas semirrígidas, de material antiderrapante – borracha ou poliuretano – absorvendo os choques do pé contra o solo.

Normas para elaboração destes calçados
Para profissionais da saúde a falta de oferta de calçados seguros acaba deixando a fatia da população diabética desamparada. As únicas normas que podem orientar o empresário que pretende atuar no mercado de calçados para diabéticos são as Normas de Conforto NBR 14834 que contemplam as necessidades básicas dos pés.

Elas definem uma série de parâmetros a serem mensurados, como a massa (peso) do calçado, a distribuição da pressão plantar, a variação da temperatura interna, índice de amortecimento, índice de pronação e parâmetros da percepção de calce e marcas/lesões.

Para conhecer casos de empresas que investiram nesse segmento e deram certo, bem como ações recomendadas para quem pretende empreender em calçados para diabéticos, leia a íntegra do boletim.

A  publicação está disponível para download (em PDF). Para acessá-la, é preciso estar cadastrado no Sistema de Inteligência Setorial (SIS), desenvolvido pelo Sebrae/SC. O cadastro é gratuito, fácil e rápido. Para efetuá-lo, clique aqui.

Se você já é cadastrado, clique aqui para acessar diretamente o boletim.

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