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Microcrédito fortalece comércio, pecuária e agroindustria de Recanto, Bahia

Microcrédito fortalece comércio, pecuária e agroindustria de Recanto, Bahia

Estive com representantes do Sebrae e de instituições financeiras de desenvolvimento em Serrinha, Bahia, na quinta-feira, 15, para conhecer o trabalho da Cooperativa de Crédito Rural da cidade. A Ascoob faz operações de microcrédito com recursos da Agência de Fomento da Bahia. Serrinha fica a 200 quilômetros de Salvador, já no semi-árido.

Participaram da visita (15/07) o presidente da Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento, Maurício Chacur, e o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

Conhecemos, então, Evanildo Lima de Oliveira, morador do distrito rural de Recanto, que se utiliza com êxito do microcrédito no gerenciamento de seu pequeno bar. No fim de semana, o local funciona como restaurante e atende famílias de Recanto e também e Serrinha.

Ele é um dos 4.600 sócios da cooperativa Ascoob, que concede empréstimos sem burocracia e a custos mais baixos a empreendedores rurais e urbanos. Em pouco tempo Evanildo passou a contar no seu estabelecimento com três freezers.

No finais semana, Evanildo chega a atender 200 pessoas em seu estabelecimento. A especialidade da casa é a galinha de caipira completa, com todos os acompanhamentos, que custa em torno de R$ 25 e serve uma família de quatro ou até cinco pessoas.

Logo em frente de seu pequeno bar avarandado, tem um campinho de futebol alegria da criançada e dos adultos da comunidade e da cidade. Com o futebol, a venda de refrigerantes e sorvetes sempre aumentam. Em ocasiões especiais, com o São João, o empresário precisa contratar gente pra ajudá-lo. Normalmente o negócio é tocado apenas por ele, a irmã e a mãe. Mas essas contratações especiais sempre compensam porque o faturamento líquido com tais festas pode alcançar R$ 1500,00.

O pai de Evanildo, Manoel Feliciano de Oliveira, 62, mais conhecido como Neto do Recanto, também é sócio da cooperativa, que nasceu de crédito rural e agora também está atuando fortemente entre empreendeores urbanos que já respondem por 70% de sua carteira de microcrédito.

Feliciano tem uma pequena plantação de mandioca e, com o empréstimo, comprou cinco bezerros e equipamentos para montar uma casa de farinha. Conta que prefere ser atendido pela cooperativa porque lá se sente mais à vontade. “Participo da votação para mudança de diretoria e na hora da prestação de contas”, afirma.

Aqui a mandioca é moída

A cooperativa de crédito Ascoob opera com recursos da Desenbahia (Agência e Fomento do Estado da Bahia), que atua tanto financiando diretamente empreendedores como também repassando recursos que são operados por Oscips (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público) e cooperativas de crédito rural.
Prensa para retirar a água da massa da mandioca…

Nesta chapa aquecida à lenha, a massa da mandioca é colocada para secar até virar farinha. A Casa de Farinha de Recanto está no momento parada porque não a colheita de mandioca ainda não se iniciou.

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