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Como tirar a loja virtual do papel?

Como tirar a loja virtual do papel?

O online tem ganhado cada vez mais destaque ao longo dos anos. Em 2020, com a pandemia e as restrições de locomoção, ele sustentou diversos negócios ao possibilitar a continuidade da operação mesmo diante de uma crise sanitária. O resultado disso foi o crescimento de 40,7% na criação de lojas virtuais, que já são mais de 1,3 milhão registradas no país, de acordo com a 6ª edição do levantamento “Perfil do E-Commerce Brasileiro”, feita pela PayPal em parceria com a BigData Corp.

Uma parte expressiva deste dado é representada pelas micro e pequenas empresas, que correspondem a 48,06% do total de lojas online no país. Em 2019, elas eram 26,93% de todos os e-commerces. Seja migrando da modalidade física para a virtual ou começando os trabalhos totalmente online, os empreendedores devem adotar os mesmos cuidados em relação à abertura. Isso porque, como os meios de venda são distintos, a experiência no mercado conta, mas não vale apenas por si mesma.

Veja abaixo cinco dicas para tirar sua loja virtual do papel!

Planejamento

Tudo deve começar pelo planejamento. É nesta etapa que você deverá delimitar um segmento de negócio (o que vender?), seu público-alvo (para quem vender?) e os meios de unir os consumidores aos produtos (a plataforma usada para hospedar o site da loja). Desta forma, é importante saber quais serão seus atributos e mercadorias para definir um nome, slogan e identidade visual.

Planeje também quais as formas de divulgação de coleções e produtos. Naturalmente, as redes sociais, principalmente Facebook, Instagram e WhatsApp, devem ser consideradas.

Os canais de atendimento e resolução de dúvidas disponibilizados para os consumidores também devem ser pensados. 

Registre seu negócio

Em seguida, é imprescindível regularizar o negócio. Lojas virtuais, assim como as físicas, devem ser registradas e possuir CNPJ. O documento, de início, pode até causar a sensação de que os ganhos seriam maiores sem ele, mas, a longo prazo, a falta de uma regulamentação pode significar uma tributação de até 27,5% do seu faturamento no imposto de renda como pessoa física. Além disso, ter um CNPJ já no momento de abertura da loja pode dar mais confiança aos consumidores, que comprarão sem medo.

Comece a tirá-lo do papel

Outra coisa que deve ser pensada com calma trata-se do local onde a loja funcionará. Usar serviços de marketplace pode ser bom no início por conta da visibilidade. No entanto, os custos tendem a aumentar com o passar do tempo, possibilitando que seus valores – que devem cobrir os valores gastos e gerar lucro – fiquem mais altos do que os dos concorrentes.

Por isso, o recomendado é apostar em uma plataforma de hospedagem, como a Nuvemshop – que garante apoio, atendimento e serviços de entrega e pagamento variados – ou a Vtex. Lembre-se também de registrar o domínio do site com o nome da sua loja de modo claro ao cliente, sem números ou cedilha.

Desenhe a disposição de produtos

Em lojas em que o site é o meio de venda, é importante que ele seja claro e objetivo em relação à disposição de produtos e nas informações contidas em cada página. Pense como usuário nesta etapa: como você imagina o melhor modo de encontrar o que procura? Como as sugestões de novos produtos funcionam com você? As descrições de cada item estão coesas?

A partir dessas reflexões, o desenvolvimento do site pode ser potencializado. Criar uma plataforma com total acessibilidade para pessoas portadoras de deficiências também é um fator primordial a ser pensado.

Escolha os fornecedores

Um dos maiores dilemas, mesmo de empreendedores formados no curso de Administração, é a escolha dos fornecedores. Contudo, seja para a matéria-prima ou para a compra do produto pronto, um dos pontos que devem ser analisados é o alinhamento entre os princípios de vocês. Caso o seu negócio pregue a produção de cosméticos sem testes em animais, mas o seu fornecedor faz justamente o oposto, seus consumidores poderão notar a discrepância entre as operações, por exemplo.

Depois disso, também é importante decidir qual modelo de negócio você prefere. Quer ter produtos estocados ou trabalhar por meio do dropshipping, em que os produtos são unicamente enviados após a compra do cliente? Se a escolha for pelo segundo, o tempo de entrega para o consumidor será maior, mas há a vantagem de que você poderá trabalhar de onde quiser.

Assim como os demais itens, é importante planejar e observar os prós e contras.

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Sobre Debora RamosBoas respostas