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Venda de roupas é a principal atividade do empreendedor individual

Venda de roupas é a principal atividade do empreendedor individual

Cabeleireiros e lanchonetes também se destacam, dizem Receita e Serpro.
Atividade é exercida em sua maioria por homens, segundo dados.
Informações divulgadas quarta-feira (6) pela Secretaria da Receita Federal, e pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) mostram que o principal ramo de atuação do empreendedor individual é o comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios, seguido pelos cabeleireiros, pelas lanchonetes e pelos minimercados e mercearias.
Os dados do governo mostram que, até março, foram formalizados um milhão de trabalhadores por meio do programa do empreendedor individual. A meta é de formalizar mais cerca de 500 mil novos trabalhadores até o fim deste ano.
A figura do microempreendedor individual foi criada pelo governo para que os trabalhadores se formalizem. É destinado a pessoas que atuam, por exemplo, como doceiros, borracheiros, camelôs, manicures, cabeleireiros e eletricistas, entre outros.
O processo de adesão é gratuito e feito pela internet. No portal do empreendedor, o empresário individual obterá, no ato da formalização, o seu CNPJ, seu cadastro na Junta Comercial e sua inscrição no INSS. Mensalmente, o microempreendedor pagará cerca de R$ 60, sendo a maior parte destinada ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo o governo, o estado que mais formalizou trabalhadores por meio do programa, até março deste ano, foi São Paulo, com 209 mil adesões, seguido pelo Rio de Janeiro (130 mil formalizações), por Minas Gerais (97,5 mil pessoas), pela Bahia (91mil trabalhadores inscritos no programa) e pelo Rio Grande do Sul, com 55,6 mil trabalhadores formalizados.
Por gênero, os dados mostram que os homens têm pequena vantagem, com 55% dos trabalhadores formalizados. De acordo com a Receita Federal e com o Serpro, 58% das atividades são exercidas em estabelecimentos fixos, enquanto 20,3% trabalham de “porta em porta”, e 8,5% em locais fixos, mas fora de lojas. Outros 6,7% trabalham pela internet.
Fonte: G1
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