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Varejo farmacêutico: qual a fórmula do sucesso

Farmácia_Central

O varejo farmacêutico tem buscado intensificar a diversificação do mix de produtos nos estabelecimentos e inserido artigos de saúde, beleza e higiene Pessoal. Com isso, estão obtendo resultados expressivos.

Segundo a ABCFarma (Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico), diante de uma perspectiva na qual o medicamento caminha para se tornar o produto menos rentável da farmácia, é preciso compensar os altos descontos oferecidos nos medicamentos com a inserção de outros produtos. Nesse contexto, os produtos principais de um determinado ramo de varejo passam a condição de geradores de tráfego, enquanto outros assumem a condição de geradores de renda.

A fórmula tem dado certo. De acordo com a Pesquisa Anual de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a receita do varejo que atua com esses produtos foi uma das que mais cresceram entre os vários setores varejistas em 2013, com um incremento de 15,3% em relação ao ano anterior.

A diversificação rumo à conveniência é uma tendência no ramo farmacêutico. Pesquisas mostram que, após a informatização implementada e da criação de redes associativas no setor na década de 80 e 90, novos produtos no mix, como marca própria, produtos de conveniência e oferta de serviços (pagamentos de contas e saque de dinheiro) passaram a ser a grande opção estratégica de investimento na busca da atração, satisfação e fidelização dos clientes.

A estratégia de posicionar a farmácia como uma loja de saúde e bem-estar, com um vasto mix de produtos e serviços com modelo similar às melhores operações de varejo europeias e norte-americanas conquistou os consumidores: os produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC) já representam, em média, 30% do faturamento das farmácias, o que vem cada vez mais garantindo rentabilidade aos estabelecimentos. Esse cenário vai mudar para melhor: pesquisas revelam que, até o ano de 2018, cerca de 50% a 60% do faturamento das drogarias virá de produtos HPPC.

Mas além de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, às farmácias e drogarias é permitido exercerem o comércio de determinados correlatos, como aparelhos e acessórios usados para fins terapêuticos ou de correção estética, produtos utilizados para fins diagnósticos e analíticos, de higiene de ambiente, os dietéticos, os produtos óticos, de acústica médica, odontológicos, veterinários e outros. Porém, a observância da legislação especifica federal e a supletiva, pertinente, dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios é fundamental para a prática da atividade.

Saiba mais sobre o negócio, do ponto de vista de uma nova oportunidade, acessando: 

 

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