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Técnicas de alimentação na piscicultura

Técnicas de alimentação na piscicultura

Para quem quer começar na piscicultura é muito importante saber os benefícios de uma alimentação equilibrada para os peixes, pois a alimentação representa cerca de 70% dos investimentos nesta área.

Sebrae mercados, técnicas de alimentação na piscicultura

A quantidade ótima de ração a ser oferecida para os peixes nativos é aquela correspondente a 90% da ração que consumirem para se saciarem.

Quantidades menores, por exemplo, 80%, resultam em melhor conversão alimentar, mas apresentam crescimento reduzido. Quantidades maiores, cerca de 100%, têm como consequência pior conversão alimentar, mas registram melhor crescimento.

A oferta diária de ração deve aumentar à medida em que os peixes crescem. Desse modo, a quantidade de ração a ser ofertada deve ser ajustada regularmente.

Para identificar o nível de saciedade de arraçoamento dos peixes em um viveiro, represa ou tanque-rede, faz-se o seguinte procedimento:

  • Escolher uma vasilha para fornecer ração aos peixes, encher de ração e pesar, para identificar qual a sua capacidade;
  • Fornecer uma vasilha de ração aos peixes e aguardar até eles comerem totalmente;
  • Fornecer mais uma vasilha de ração e aguardar até os peixes comerem totalmente. Repetir essa operação até os peixes pararem de se alimentar;
  • Verificar a quantidade total de ração fornecida, somando-se quantos vasilhas foram jogadas para os peixes;
  • Repetir essa operação de manhã cedo e à tarde durante 2 dias até obter uma média;
  • Após obter a média diária de consumo de ração, calcular 90% desse valor e determinar, para os próximos 15 dias, o uso dessa quantidade como padrão;
  • A cada duas semanas repetir a operação e fazer novo cálculo;
  • Se, após chegar ao viveiro e jogar a ração, os peixes não aparecerem, não jogar o restante da ração conforme programado, e repetir a operação no próximo período.

Ajustes ao longo da semana podem ser necessários. Essa forma de alimentação é denominada de “bioalimentação” – termo que caracteriza os cuidados que devemos ter com os peixes nativos, que, por serem selvagens, apresentam uma resposta diferente ao arraçoamento, em comparação aos peixes domésticos, como carpa e tilápia.

Dessa forma, os peixes estarão bem alimentados e aproveitando o máximo de desenvolvimento.

Para mais informações acesse: Como Iniciar Piscicultura com Espécies Regionais

Fonte: Sebrae.com.br

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