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A edição de dezembro do Boletim de Serviços Financeiros destaca a regulamentação, pelo Conselho Monetário Nacional, do funcionamento do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). Criado segundo a forma e a essência do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o FGCoop é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado de abrangência nacional, e regida por estatuto próprio. As instituições a ele associadas são as cooperativas singulares de crédito e os bancos cooperativos, que contribuirão mensalmente com 0,0125% do somatório dos saldos das contas garantidas. Tem por finalidade proteger depositantes e investidores das instituições associadas, respeitados os limites e condições regulamentares, contribuir para a ...

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O Sicredi lança suas Demonstrações Financeiras Combinadas, referente ao primeiro semestre de 2013. Uma conquista significativa obtida junto ao Banco Central do Brasil (Bacen) e Conselho Monetário Nacional (CMN), a partir das práticas e controles que enquadram a instituição como um combinado do sistema cooperativo. As demonstrações financeiras combinadas dos sistemas cooperativos foram facultadas pela Resolução nº 4.151/12 do CMN e pela Circular nº 3.669/13, a partir de junho de 2013. O balancete combinado deve ser elaborado com base nas informações financeiras das instituições integrantes do sistema cooperativo ao qual se refere, como se esse sistema representasse uma única entidade econômica. De acordo com Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente do Conselho de ...

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José Salvino de Menezes* O cooperativismo de crédito tem se mostrado uma importante ferramenta para impulsionar a economia e alavancar micros e pequenas empresas. Seja para expandir, equilibrar ou aquecer os negócios, as cooperativas de crédito do Sicoob em todo país oferecem diversas opções de produtos e serviços, como cartões de crédito e seguros, com taxas e juros reduzidos. Também garantem a empreendedores, de vários segmentos, acesso a recursos financeiros para empréstimo, investimento e capital de giro, em condições especiais. As cooperativas há algum tempo, têm sido a opção mais vantajosa para microempreendedores, que ainda enfrentam grande dificuldade em se conseguir crédito no Brasil. Elas oferecem os mesmos produtos disponibilizados ...

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Pesquisa realizada pela Unidade de Inteligência Empresarial do Sebrae-MG traçou o retrato do relacionamento dos empreendedores individuais mineiros com o sistema financeiro. O levantamento identificou, por exemplo, que apenas 5,8% dos empreendedores individuais do Estado participam de alguma associação. O número dos que participam de sindicatos é ainda menor: 2,8%. Já as cooperativas são frequentadas por apenas 0,8% dos empreendedores individuais de Minas Gerais. Ainda com relação ao quesito associativismo, a pesquisa constatou que quem participa de associação não participa de sindicato e nem de cooperativa. E quem participa de cooperativa não participa de sindicato. Já no aspecto dificuldades, o estudo constatou que 1 em cada 8 empreendedores individuais possuem dificuldade para adquirir os ...

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No início de 2012 elaboramos um texto para o blog Pequenos Negócios & Finanças do Sebrae Nacional, apresentando um panorama sobre dois temas considerados estratégicos pela instituição para a ampliação do acesso a serviços financeiros para os pequenos negócios. Um deles tratava do fomento de um modelo organizacional inovador no país, as Sociedades de Garantia de Crédito (SGC), e o outro discorria sobre o cooperativismo de crédito como instrumento de desenvolvimento socioeconômico regional. O ano está se encerrando, e as ações relacionadas aos temas Sociedades de Garantia de Crédito (SGC) e Cooperativismo de Crédito, conduzidas pela Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros, foram intensas e inseridas no Projeto de ...

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Tema 1 – Benefícios da abertura de conta-corrente e escolha da instituição financeira A abertura de conta-corrente como pessoa jurídica é o primeiro passo para acesso a benefícios exclusivos para empresas formais no Brasil A cada mês cerca de 100 mil pessoas se formalizam como empreendedores individuais (EI) no Brasil no Portal do Empreendedor. Ao final de 2012 teremos cerca de 3 milhões desse tipo de empresa. Com tantos profissionais obtendo seu primeiro CNPJ é importante destacar os passos para acessar os benefícios de uma empresa formal no sistema financeiro nacional. Abrir uma conta-corrente no banco de sua preferência é o primeiro passo Assim como em qualquer outra empresa, realizar o controle do ...

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[caption id="attachment_1380" align="alignright" width="480"] Sebrae trabalha para fortalecer a proximidade de cooperativas de crédito e micro empresas[/caption] Uma cooperativa de crédito nada mais é que uma associação. Reúne pessoas que buscam através de uma parceria, sem fins lucrativos, a melhor administração dos seus recursos financeiros. Lembra um banco, não é mesmo? Só que aqui a relação com a instituição é diferente. Perceba que você se torna um associado. Assim, a cooperativa tem por objetivo prestar assistência creditícia e de serviços de natureza bancária, mas com condições mais favoráveis. O Sistema Sebrae possui projeto que aproxima as cooperativas de crédito dos micro e pequenos negócios. O objetivo da iniciativa é ...

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Participei do III Fórum Brasileiro de Cooperativas de Crédito de MPE, realizado mês passado em Nova Petrópolis (RS). O mote desta edição era “com cooperação, o crescimento é sustentável”. Por isso, o Sebrae promoveu debate sobre o empreendedorismo e sustentabilidade nas cooperativas de crédito que atuam com as micro e pequenas empresas. Quem participou do painel conheceu experiências bem sucedidas de parcerias entre cooperativas e pequenos negócios. As iniciativas apresentadas mostram que, por meio da melhoria do ambiente de serviços financeiros para este público, as cooperativas estão contribuindo para o crescimento das MPE. Pode-se atestar que houve, na prática, um amadurecimento das cooperativas de crédito ...

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Os pequenos negócios brasileiros representam cerca de 99% de todos as empresas existentes no País. Considerado apenas este indicador já dá para saber que esses negócios representam enorme oportunidade de mercado para os agentes financeiros existentes no Brasil, incluindo as cooperativas de crédito. Ao meu ver, as cooperativas de crédito mantêm algumas vantagens competitivas em relação aos demais agentes financeiros de mercado: possuem o que chamamos de finanças de proximidade, dado suas características regionais. Além disso, muitas são constituídas por entidades de representação da classe empresarial e geridas por empresários da própria comunidade, ou seja, podem atuar com mais dinâmica na economia local por, teoricamente, ...

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O Sistema Financeiro Nacional vive uma nova realidade: taxas de juros do crédito mais baixas, redução dos spreads e maior competição entre as instituições financeiras. A tendência é termos, cada vez mais, um cliente bem informado e valorizado.
A redução da assimetria de informações sobre os serviços financeiros oferecidos é um grande ganho, pois novos fatores passam a ser mais decisivos na escolha da instituição financeira com a qual quer operar, como: - Diversidade de oferta de produtos e serviços; - Customização de soluções em função do perfil da clientela; - Velocidade de resposta para atender às necessidades do cliente. Esses fatores passam a ser percebidos e utilizados neste segmento ...

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Cooperativas de crédito atendem e querem cada vez mais atender micro e pequenas empresas

As micro e pequenas empresas (MPE) no Brasil começaram a ser atendidas e associadas às cooperativas de crédito, em quantidade significativa, a partir da década de 90. De lá para cá não se parou de admitir MPE nos quadros de associados. Nos anos 2000 a possibilidade da livre admissão impulsionou esse crescimento e hoje cerca de 500 cooperativas já atendem esse tipo de cooperado. Estima-se que 900 mil MPE usam serviços financeiros disponibilizados nessas instituições. O Sebrae divulgou recentemente uma pesquisa inédita, realizada em parceria com o Banco Central do Brasil e a Organização das Cooperativas Brasileiras, que retrata A Atuação das Cooperativas de Crédito no Âmbito das Micro e Pequenas Empresas.

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O mundo todo discute a questão da inclusão financeira como instrumento de política pública de inclusão social. No caso brasileiro, são inegáveis os avanços de inclusão e mobilidade social ocorridos nos últimos anos, ao que se somou a redução dos desequilíbrios sociais, econômicos e regionais. Eles ainda existem, podem ser sanados, mas tem-se avançado de forma sustentável na busca de uma maior equidade. Os resultados do fortalecimento do mercado interno e a ascensão da nova classe média brasileira são concretos e geram oportunidades para negócios e inclusão financeira. Inclusão esta que vem sendo monitorada pelo Banco Central, instituição em que o aumento da “bancarização” e o maior ...

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