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Sociedades garantidoras de crédito. Início de um novo ciclo

Pode-se considerar um marco a realização, em Belo Horizonte, do III Fórum Brasileiro de Sistemas de Garantias de Crédito para MPE. Se na área de fundos de aval chegamos a uma maturidade, pois com os volumes hoje aplicados pelo FGI do BNDES, FGO do BB e Fampe do Sebrae, conseguimos atingir um número muito significativo de pequenos negócios em todo o território nacional e, segundo palavras de Pablo Pombo, secretário executivo da REGAR, o Brasil assumiu a liderança em volume e número de operações de garantia na América Latina. Esse conjunto de informações nos aponta a necessidade de somarmos forças e buscarmos melhorias que impactem em ganhos operacionais e redução de custo pelos clientes no uso do aval.

Já para a inovação financeira das sociedades garantidoras de crédito, fechamos um ciclo de que esse encontro é um marco. Temos hoje, operando concretamente, seis SGCs: três no Paraná, uma no Rio Grande do Sul, uma em Minas Gerais e uma no Rio de Janeiro. E há a perspectiva de se somarem, até o final de 2012, mais duas no Paraná e uma na Paraíba. Esse conjunto já caracteriza um número que dá substância à prática, em que o desafio passa a ser o efetivo uso, pelos pequenos negócios, de mais essa alternativa de garantia e, com isso, contribuir efetivamente para o melhor acesso a serviços financeiros pelas empresas.

A partir de agora, novos desafios se apresentam – como ampliar a escala de atendimentos; incorporar novos parceiros, seja nos fundos garantidores, seja no apoio à viabilização dos custos operacionais; reduzir custos operacionais; e dar visibilidade a essa alternativa, especialmente nos territórios de atuação das SGCs.

Em paralelo se tornam necessários dois movimentos. O primeiro, o resgate das discussões da estruturação do marco legal, retomando debates construídos no final de 2010 e que, inclusive, foram encaminhados ao governo federal à época. O segundo, mobilizar as instituições financeiras no sentido de utilizarem essa alternativa de garantia, em especial nos territórios e setores de atuação das SGCs.

Com certeza, um novo ciclo se inicia a partir desse encontro. E, para que ele se torne virtuoso e com ganhos para os pequenos negócios e os atores envolvidos, um maior compromisso e convergência de entidades e pessoas se faz importante. E que, em 2013, quando realizarmos, na cidade do Rio de Janeiro, o Fórum Ibero-americano de Garantias, tenhamos muito a comemorar.

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