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Setor de vestuário espera momento positivo em 2021

Setor de vestuário espera momento positivo em 2021

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) prevê um aumento de 25% nas vendas em 2021 em relação ao ano de 2020: a alta estimada é de 26,2%, ou seja, R$ 228,9 bilhões. No entanto, novas medidas de isolamento social podem fazer o setor rever as previsões.

A recuperação frente às adversidades se deu de forma mais rápida do que o esperado, segundo o presidente da Abit, Fernando Pimentel. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2020, o setor foi obrigado a se reinventar, frente aos problemas sanitários, explorando as diversas formas de negócios online e também aproveitando para investir em tecnologias de tecidos antivirais e nas vendas de máscaras cirúrgicas. 

Contudo, a grande alavanca do setor têxtil e do varejo foi o pagamento do auxílio emergencial, uma vez que aproximadamente 12 milhões de empregos – formais e informais – foram perdidos. O ramo vestuário e têxtil tenta se recuperar economicamente desde 2010, e só em 2019 estava conseguindo reconquistar um crescimento mais sólido, que, infelizmente, foi atropelado pela pandemia, e foi um dos setores que mais sofreram as consequências da crise econômica atual. 

A previsão de recuperação do setor está profundamente atrelada à manutenção das atividades econômicas em relativa normalidade. É preciso enfrentar a crise sanitária, para que uma nova onda não feche as fábricas e as lojas mais uma vez

Das prateleiras aos carrinhos virtuais

O setor pode ser um dos principais beneficiados com a recuperação econômica projetada para 2021, mas as vendas online continuarão em alta segundo os dados de um estudo sobre o e-commerce no país. O crescimento deste tipo de venda foi de 47% – a maior alta em 20 anos. A onda de crescimento já vinha acontecendo e explodiu devido às restrições impostas pela pandemia. O estudo também aponta que, por conta do alto volume de compras, os prazos de entrega foram impactados de forma negativa, se estendendo significativamente. 

O levantamento, realizado pela Ebit em parceria com a Elo, indica um crescimento nas ações que acontecem em conjunto com as lojas físicas e as plataformas online. Se o consumidor foi a uma loja física e não encontrou o que queria em estoque imediato, pode finalizar essa compra pela internet. Ou, se deseja comprar um produto online, mas gostaria de conhecer ou experimentar antes, como um tênis Nike infantil, a família pode experimentar na loja física, para assegurar o conforto da criança e também evitar trocas posteriormente. Tendo mais segurança no conforto da numeração  é possível escolher depois entre muitos modelos na plataforma online e receber em casa.. 

Durante meses, para muitos setores, a compra online foi a única opção. Este novo comportamento de consumo veio para ficar, mas ainda não é possível determinar se vai permanecer e com qual intensidade quando for possível a reabertura sem restrições das lojas físicas. A experiência, que envolve todas as etapas de navegação, escolha do produto, opções de frete, facilidade de fechar o carrinho e, principalmente, o serviço pós-compra, vai pesar muito na escolha do cliente.

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Sobre Aline ReisSabe das coisas

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