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Seminário mostra vantagens da exportação para pequenas

*Por Márcio Augusto Scherma

O Sebrae no Mato Grosso promoveu, no dia 16 de julho, em Cáceres (MT), o seminário “Mercado e Negócios Internacionais”. O objetivo do evento foi mostrar que pode ser vantajoso para os empresários brasileiros vender para o exterior.

O foco do seminário foi direcionado para as pequenas indústrias dos estados de fronteira norte e central que dificilmente estariam preparadas para alcançar de modo competitivo os grandes mercados nacionais como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Some-se a isso o pequeno mercado consumidor interno. Portanto, a exportação para os países vizinhos é uma saída possível para o incremento dos negócios das micro e pequenas empresas dessa região.

A impressão passada durante o seminário foi a de que boa parte dos empresários dessa região ainda não entendeu as vantagens de se comercializar com outros países. Ficou claro também que eles precisam ser capacitados em relação aos procedimentos práticos para exportação e importação. Muitos deles deixam de partir para o comércio exterior por receio de uma sobrecarga burocrática. 

Exportações Peru
Nesse sentido, o seminário foi bastante elucidativo. O representante do consulado do Peru em São Paulo, Antonio Castillo, apresentou os produtos que, na visão do consulado, teriam as maiores oportunidades comerciais entre o oeste brasileiro e o Peru.

Os principais setores seriam: alimentício (mel, leite de soja, alimentos em conserva, café, castanha, orgânicos e concentrados para refrigerantes); confecções (uniformes escolares e de trabalho, moda jovem e moda praia); móveis (principalmente aglomerados, MDF e móveis para escritório); e carne bovina.

Bolívia
A Bolívia esteve representada por Alejandro Ayala, executivo de Promoção de Exportação da Cadex (Câmara de Exportadores de Santa Cruz). As principais exportações bolivianas são: hidrocarbonetos (53%); minerais/metais (14%); oleaginosas (11%); metais e pedras preciosas (9%).

Um dado interessante é que do total das exportações bolivianas, 46% têm o Brasil por destino (97% são hidrocarbonetos), seguido pelos EUA (7,5%). Como principais importações bolivianas, Alejandro destacou: máquinas, veículos, eletrônicos de áudio e vídeo, ferro e aço, indústria química, papel e farinhas – as três últimas com maior potencial para o Brasil, segundo ele.

Casos de sucesso
Ainda no seminário foram apresentados casos de sucesso. Um deles de empresários brasileiros que exportaram para a Bolívia (Refrigerantes Marajá) e outro de empresários bolivianos que importam produtos brasileiros para venda na Bolívia (Casa Sueño – Colchões Ortobom). Os dois casos mostram a interessante evolução dos negócios.

A Casa Sueño conta hoje com cinco lojas em três cidades bolivianas  e os Refrigerantes Marajá já exportam para outros países da América do Sul e América Central.

Foi possível constatar através das discussões durante o seminário que os mercados dos países vizinhos apresentam grandes possibilidades para produtores brasileiros, devido à proximidade e ao tamanho de seu mercado consumidor.

O Sebrae apóia diretamente as micro e pequenas empresas que desejam acessar esses mercados com o projeto Internacionalização das Micro e Pequenas Empresas. Para mais informações, consulte o site.

Márcio Augusto Scherma é analista da área de Acesso a Mercados do Sebrae Nacional

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