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Razões para investir em ovinocultura

Razões para investir em ovinocultura

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em uma publicação do agronegócio alerta que grande parte do abate de ovinos no país é informal, o que resulta em dados estatísticos subestimados.

De acordo com mesma publicação, a demanda por proteína animal vem aumentando de forma expressiva no Brasil e no mundo, substituindo parte da alimentação de proteínas vegetais. Prova disso é que nos últimos quarenta anos, o consumo per capita mundial de carnes em geral mais do que dobrou, passando de 23 kg em 1961 para 46,6 kg em 2009.

Esse incremento na demanda vem ocorrendo em mercados emergentes (como a China, a Índia e o Brasil), com elevados quantitativos populacionais, o aumento no poder aquisitivo das camadas mais pobres da população permitiu melhora nas dietas alimentares, acompanhada de maior inserção das proteínas de origem animal.

A criação de ovinos é muito mais rentável que a do gado bovino, especialmente no que se refere ao custo de produção. O custo de se manter uma vaca no rebanho é alto, na maioria das vezes o preço da arroba não chega a compensar o investimento. Em contrapartida, o custo de manutenção de 10 ovelhas no mesmo espaço onde é criada uma vaca é bem menor, daí a explicação para o fato de muitos pecuaristas estarem migrando de atividade. Estudos apontam que um boi precisa de um hectare de capim para se alimentar durante um ano e atingir entre 200 a 250 Kg, neste mesmo espaço, 60 ovinos podem pastar e produzir até 900 Kg de carne (ou mais).

No mercado há um consumo brasileiro de carne ovina maior que a produção e o déficit vem sendo coberto pela importação. Mas o melhor é que os consumidores consideram a carne como exótica (apropriada para festividades ou ocasiões especiais) e a alta gastronomia já descobriu a iguaria. Fato que estimula ainda mais o setor no Brasil, que hoje está diante de um consumo per capita/ano de carne ovina de 0,7 Kg. Um número inexpressivo se comparado ao consumo interno de 37 Kg da carne bovina, mas ao mesmo tempo, uma evidência do grande potencial para crescer.

A falta de regularidade na oferta, especialmente nos meses do meio do ano, atingindo exatamente o inverno – estação que favorece o consumo – pode representar perdas de oportunidades para o País. Em 2014, por exemplo, essa perda pode vir a ser ainda mais acentuada.

No inverno do próximo ano, ocasião em que a Copa do Mundo se realizará no Brasil, as oportunidades são mais latentes. Afinal, é com alimentação que os turistas mais desembolsam recursos (depois da hospedagem). Principalmente na região sudeste do País que atualmente está puxando a demanda nacional.

Porém, para que todas essas oportunidades possam ser transformadas em realidade, os produtores precisam transitar por algumas rotas que levam ao desenvolvimento de seus mercados compradores. Entre elas está a união da classe produtora por meio de associações ou cooperativas, a busca pela certificação dos produtos, a própria capacitação em gestão de negócios e práticas de acesso a mercados, além da elaboração de um plano estratégico para o setor.

Para todas essas rotas, que se encontram e se convergem em um futuro de melhores resultados, os pequenos produtores da ovinocultura podem contar com o apoio do Sebrae.

 

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