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Qual a importância do código de barras para exportar?

Qual a importância do código de barras para exportar?

Fonte: Imagem do acervo do site Pixabay.

Sua empresa vem tendo ótimos avanços no mercado interno e você pretende expandir seu comércio para fora do país?

Para entrar no modelo de exportação a empresa deve seguir todas as regras alfandegárias e fiscais dos países de destinatários das mercadorias.

Dentre todas as possíveis regras para exportar, uma das mais importantes é a utilização de código de barras nas mercadorias, seja por efeito legal ou por regras dos clientes estrangeiros, já que produtos com código de barras possuem vantagem competitiva em comparação com os que não têm.

Por isso, descubra qual é a importância do código de barras para exportação:

Como funciona o código de barras?

O código de barras é como se fosse o RG do produto, em que sua identificação acontece de modo individual e universal.

Isso significa que caso você queira exportar sua mercadoria para qualquer parte do mundo, sua mercadoria ainda será reconhecida no sistema.

O motivo de ocorrer tal situação é que o GTIN (Número Global de Item Comercial) ou o Número Global de Item Comercial possui regulação em todo planeta. Por exemplo, é possível identificar uma barra de chocolate na China ou no Paraguai.

Quando um leitor de código de barras infravermelho faz sua leitura, automaticamente o transforma em números, já que os computadores só entendem a comunicação binária, ou seja, 0 e 1.

As barras brancas irão refletir luz e serão identificadas como zero, enquanto as barras pretas não refletirão luz e serão identificadas como um.

O número representado dependerá da quantidade de barras pretas e brancas, sendo o código EAN-13 um dos maiores representantes dos códigos de barras pelo mundo.

Modelos de códigos de barras

Com o avanço da tecnologia, as empresas adotam modelos de negócio mais adequados a sua realidade, já que o intuito de qualquer organização é manter o máximo de produtividade com o menor custo possível.

Pensando nisso, alguns tipos de código de barras foram implantados pelas empresas para suprir suas necessidades.

Os modelos mais utilizados no mundo são os seguintes:

 

  • EAN-13: O código EAN (European Article Number) é um código de barras presente nos produtos, de caráter universal e individual, representando o produto em qualquer lugar do mundo.

 

  • DataBar: DataBar é uma simbologia de código de barras que foi formalmente adotada pela cadeia de fornecimento global em 2011. Além de ser possível ter uma estrutura bem menor que os códigos EAN e UPC, ainda podem ser escaneados em pontos de venda.

 

  • QR Code: O QR Code é a tecnologia mais utilizada para marketing atualmente, já que seu formato 2D permite o escaneamento pela maioria dos aparelhos celulares disponíveis no mercado.

 

  • DataMatrix: O Datamatrix é um código bidimensional que codifica os dados das mercadorias. Sua utilização é de grande importância para a rastreabilidade de medicamentos, seja em farmácias, postos de saúde ou hospitais.

 

  • UPC: O Código Universal de Produtos (UPC) é um código de barras de 12 dígitos que também possui caráter universal e individual.

 

Quantidade de código de barras para exportar

Como dito anteriormente, os códigos EAN e UPC possuem a característica individual e universal, ou seja, são utilizados para registrar produtos de maneira individual.

Mas o que isso significa na prática?

Se você comprar um celular lançado em novembro e quiser comprar outro do mesmo modelo em dezembro, no momento da nova compra já haverá outro código de barras para o produto.

Por isso, a quantidade de código de barras para exportação dependerá da quantidade de produtos enviados na remessa e se a carga será organizada em lotes. Pois, se a mercadoria for organizada em lotes, será fundamental utilizar o código DUN.

O código de barras DUN-14 (Distribution Unit Number) é um código de barras com 14 dígitos que é utilizado para mercadorias em grandes volumes como caixas, paletes e containers.

Portanto, o cálculo dos códigos de barras dependerá de quantos produtos sua empresa irá comercializar e em quantos lotes separados irá mandar os produtos.

Implementação do código de barras

Para conseguir implementar o código de barras em sua empresa será necessário seguir um fluxo de trabalho, nada muito complexo.

Em primeiro lugar, você deve obter o código de barras em uma empresa especializada em código de barras, preferencialmente em alguma que tenha o código EAN-13 oficial, autêntico, 100% genuíno, de uso global e com o menor preço possível.

Escolher quais serão os números indicados nos produtos é essencial, afinal, de nada adianta comprar os códigos e não registrá-los da maneira correta.

Após isso, escolha o processo de impressão de sua etiqueta. Toma bastante cuidado nessa etapa, pois, caso a impressão do código de barras seja de má qualidade, todo o processo de identificação e registro da mercadoria ficará prejudicado.

Antes de imprimir, confira o tamanho de impressão do código e veja se ele concorda com o tamanho do objeto ou com a embalagem que o produto ficará armazenado.

Por último, crie um plano de qualidade para o código de barras, com teste de legibilidade em produtos de amostra.

O código de barras é obrigatório?

Não é obrigatório pela legislação aduaneira você ter o código de barras já no produto ou em uma etiqueta de sua embalagem no momento da importação.

Porém, é bastante recomendado do ponto de vista logístico, de organização e de controle de estoque da empresa. Além de recomendável, é bem comum que os comerciantes utilizem códigos de barras em seus produtos para exportação.

Já para notas fiscais eletrônicas de vendas de mercadorias, a situação é um pouco diferente. Para facilitar a remessa e distribuição de produtos, o item sobre a obrigatoriedade do GTIN foi instituído na lei da nota fiscal eletrônica

Vantagens da utilização de código de barras para exportação

Poderíamos citar diversas vantagens de utilizar os códigos de barras em produtos para exportação, mas acredito que os principais já o farão entender o motivo que deve implementar em suas mercadorias caso queira exportar.

A primeira situação é garantir a procedência dos produtos, mostrando o país de origem e empresa responsável por sua fabricação.

Além disso, combate falsificações e fraudes, um problema recorrente para quem trabalha com distribuição e comércio de mercadorias.

Fora o combate de fraudes, a rastreabilidade é implantada em todos os produtos distribuídos pela empresa que exportou os produtos. Isso significa que, caso seja necessário fazer recall de lotes com problemas, toda a mercadoria será encontrada graças a rastreabilidade instalada pela empresa.

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