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Quais são os desejos do consumidor do futuro

Quais são os desejos do consumidor do futuro

Tendências para o comportamento dos consumidores previstas para ocorrerem ao longo da próxima década foram aceleradas pela pandemia e fazem parte da realidade atual. Segundo estudos feitos pela consultoria de tendências WGSN, 2022 é o ano de estabelecimento da sociedade conectada, enquanto, em 2023, quatro perfis de pessoas prometem moldar o mundo do consumo.

O estudo “O Consumidor do Futuro 2022” mostrou como “as indústrias estão tendo que se adaptar a uma nova realidade, que exige flexibilidade, resiliência e criatividade”. Para a diretora executiva da WGSN, Carla Buzasi, ainda que a sobrevivência da humanidade esteja apoiada na conectividade, a verdadeira responsável por guiar as vidas das pessoas será a conexão humana.

Até o final de 2022, segundo o levantamento “Internet of Things”, publicado pela Ericsson em 2019, existirão cerca de 29 bilhões de dispositivos conectados globalmente. Em meio a essa rede, 75% da população do mundo terá acesso à internet, e a tecnologia 5G será usada nos países desenvolvidos de forma ampla.

Ainda de acordo com o relatório, o acesso dos usuários em áreas de alto tráfego online será otimizado significativamente, sem haver o comprometimento da bateria dos aparelhos, graças à chegada do Wi-Fi 6.

Nesse contexto, como apontado pela pesquisa da WGSN, para além da quantidade de informação, o diferencial, a partir deste ano, será o contágio emocional digital, definido como uma marca de comportamento em que as pessoas se sintonizam com os sentimentos de quem está próximo, gerando uma corrente em nível global. Ou seja, a conexão tecnológica e o contágio emocional terão a mesma velocidade.

A viralidade do humor em memes, a inspiração por vídeos de profissionais da saúde, a revolta generalizada a partir de imagens de florestas pegando fogo são alguns exemplos de contágio emocional digital.

O que quer o consumidor do futuro?


Em relação a produtos e experiências, o comportamento e a percepção do consumidor mudaram, o que levou ao surgimento de novos hábitos e prioridades de compra. Dessa forma, inovadoras estratégias e lógicas de mercado precisam ser adotadas pelas empresas, para que se adaptem e antecipem a entrega de produtos e serviços que vão suscitar o interesse e a fidelização de consumidores.

A bonificação com cupons e cashback é uma ação que veio para ficar, com o intuito de fidelizar clientes. Existem sites tradicionais que se firmaram em promoções semelhantes. Um exemplo disso é o cupom de desconto Netshoes, presente em diversas modalidades de compras on-line.

Conforme a pesquisa “O futuro consumidor 2023”, da WGSN, quatro grupos irão moldar o mercado: antecipadores, novos românticos, inconformados e condutores. Ao longo do levantamento, foram traçados seus perfis, suas demandas e quais estratégias as marcas podem adotar para atender cada um deles.

Antecipadores

Os antecipadores formam um grupo cauteloso, que é afetado pela fadiga emocional e pelas incertezas em relação à economia e ao futuro. São pessoas, segundo a pesquisa da WGSN, que tiveram que dividir a sua atenção de maneira frequente entre o trabalho e o cuidado com os filhos, por exemplo, e estão exaustas mentalmente mesmo que seja para escolher um produto.

Os desejos dessa categoria são segurança, normalidade, conforto e estabilidade. Assim, as melhores estratégias de engajamento para cativar e fidelizar esse consumidor são os investimentos em inovação do varejo, como produtos em refis, assinaturas e novos modelos de desconto e programas de fidelidade.

Novos românticos

De acordo com a WGSN, os coletivos comunitários estão sendo redefinidos pelos novos românticos. A rotina deste grupo é de trabalho pesado e se reconectar com as emoções é a vontade de seus membros. A possibilidade, cada vez mais presente, do trabalho remoto e o desejo de transformar a comunidade fizeram com que essas pessoas se mudassem para as áreas rurais.

Para atendê-los, as empresas devem apostar em iniciativas com produtos e serviços que ajudem esses indivíduos na criação de laços emocionais, tanto com o seu mundo interno, quanto com o externo. Exemplos são o desenvolvimento de produtos com materiais naturais e sustentáveis que promovam momentos de autocuidado e de bem-estar.

Inconformados

Os inconformados estariam em estado de revolta e indignação devido à falta de assistência de instituições e governos em 2020. Os integrantes dessa categoria são ativistas que usam a tecnologia e o suporte de outros colegas em busca de transformações profundas no mundo. Este grupo apoia empresas e comunidades que promovam a diversidade e, em 2023, a previsão é de que essa atitude possa se refletir na cultura do cancelamento, que deve focar na diversidade.

Marcas que queiram atingir esse público precisam destacar mudanças de longo prazo, ações inspiradoras e progresso. Na prática, é importante desenvolver produtos transculturais que englobem, por exemplo, saberes indígenas. Além disso, para engajar esse grupo, será necessário partir de uma base ética e transparente, com a atuação de marketplaces de venda direta.

Condutores


A flexibilidade cognitiva é a marca principal do grupo dos condutores. Eles são capazes de realizar diversas tarefas ao mesmo tempo e possuem carreiras não lineares. Esses consumidores assumem riscos e o seu interesse é instigado por experiências que despertam os sentidos e por atividades que exijam habilidade neurais.

O varejo gamificado, por exemplo, encontra solo fértil neste grupo e será importante investir em novas experiências e aventuras digitais e em mundos alternativos. É importante oferecer um espaço de comércio que reúna, em um só lugar, possibilidades de comunicação, diversão, compras, aprendizado e trabalho.

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