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Prática de esportes aumenta ritmo do comércio de calçados e produtos esportivos

Loja Calçados e Prod Esportivos_Capa 1

O setor de calçados esportivos tem boas perspectivas no cenário brasileiro. ​Em 2013, o setor segue em ritmo de crescimento, com perspectiva de movimentar cerca de R$12,3 bilhões em vendas.

Os dados são da Pyxis Consumo, do IBOPE Inteligência, nos quais apontam:

  • 43,5% dos gastos serão da classe B.
  • 40,6% do consumo serão da classe C.

Segundo a projeção do Instituto, a região Sudeste deverá liderar o consumo, com gastos em torno dos R$6,4 bilhões, o que equivale a 52,4% do potencial do setor. Em seguida aparecem as regiões Sul (18%), Nordeste (15,6%), Centro-Oeste (8,4%) e Norte (5,3%).

De acordo com uma pesquisa publicada em http://economia.ig.com.br, o brasileiro gasta em média US$ 94 com tênis. Um valor semelhante ao do suíço, que despende US$ 100.

A diferença entre brasileiros e suíços é que o primeiro tem uma renda anual per capita pouco acima de US$ 11 mil, enquanto o segundo tem uma renda média anual cinco vezes maior.  Esse comportamento brasileiro quanto à média de gasto na compra de tênis não é visto, por exemplo, no Chile, país vizinho, nem na África do Sul, que entrou na pesquisa por ter sido palco da última Copa do Mundo, em 2010.

No continente africano, de acordo com a publicação, o levantamento também mostrou que houve uma mudança nesse mercado desde o mundial em 2010, com a venda de calçados esportivos apresentando contínuo crescimento, mesmo dois anos após o ano do Mundial.

Domínio das marcas

Nas 730 provas de rua, que atraem 4,5 milhões de adeptos, o domínio do mercado brasileiro de tênis para corridas é das marcas internacionais. Mesmo com impostos de 35% (limite do permitido pela Organização Mundial do Comércio) e de US$ 13,95 sobre pares chineses, as marcas internacionais são líderes na categoria de alto desempenho, com 85% das vendas, contra 15% das nacionais. Para fidelizar clientes, as grandes marcas montam lojas itinerantes, que pinçam o corredor logo no momento da retirada do número de inscrição para uma prova. O resultado da estratégia é evidente: R$ 3 bilhões em negócios e 20% de crescimento ao ano.

Tendências e Oportunidades

O setor de esportes obteve, de 2000 a 2010, crescimento percentual maior que o da economia do país, a ponto de aumentar sua presença entre as despesas das famílias brasileiras. A taxa média de crescimento do produto interno bruto (PIB) do Brasil foi de 3,2% neste período, enquanto a média de crescimento anual do setor esportivo foi de 6,2%.

O setor passou bem pela crise global de 2009, ganhou investimento e movimentou, no final da última década, R$ 78,6 bilhões e elevou sua participação no PIB de 1,7%, na década anterior, para 1,99%. O setor que experimentou mais ganhos de participação foi o de artigos esportivos, especialmente roupas e equipamentos. A indústria de artigos esportivos tem apresentado excelente potencial de crescimento em razão da grande quantidade de esportes praticados no país, envolvendo 80 milhões de praticantes. Cerca de 30,4 milhões de brasileiros jogam futebol (16% da população divide-se entre amadores e atletas), por exemplo.

Mas não é somente em razão futebol que o mercado de calçados esportivos tem crescido, uma vez que qualquer esporte praticado em terra requer o uso de um par de tênis. A corrida, por exemplo, tem contribuído consideravelmente para as vendas. Houve um aumento de 85% no número de provas oficiais entre 2011 e 2012. Divididos nos segmentos multiesporte, lazer, futebol e corrida, 117 milhões de pares foram vendidos no ano passado, representando um faturamento de R$ 18 bilhões, um aumento de 3% em volume e valor em relação a 2011. As lojas que investem neste produto tem grande potencial, pois atingem um público mais amplo, não apenas praticantes de um esporte específico.

Modalidades esportivas como futebol, vôlei, basquete e esportes de aventura exercem influência direta sobre a clientela. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Esporte, o Brasil tem mais de sete mil lojas especializadas (e outras 14 mil que vendem algum item esportivo). O faturamento anual do varejo neste segmento é de R$ 4,73 bilhões. Por exemplo, são vendidos mais de 85 milhões de pares de tênis e 13 milhões de bolas de futebol por ano, sem falar nos demais equipamentos relacionados à prática esportiva.

A comercialização de calçados e produtos esportivos requer dedicação à composição do mix de produtos, considerando a extrema complementariedade entre produtos na demanda dos clientes. Quem procura um tênis ou chuteira tenderá a comprar uma meia, uma luva ou uma tornozeleiras, por exemplo. Outro fato é que, cada vez mais, os cuidados com a saúde e o bem-estar farão parte do dia a dia dos brasileiros, jovens e idosos. Isso implica diretamente o aumento do número de potenciais clientes e a procura por serviços e produtos ligados ao esporte. Este contexto se amplia com a realização dos megaeventos, tornando-se uma oportunidade singular para a economia no segmento.

Para saber mais sobre esse mercado, acesso o conteúdo da publicação Ideia de Negócio Loja de Calçados e Produtos Esportivos.

Mais oportunidades de mercado da Copa do Mundo FIFA 2014 em www.sebrae2014.com.br

 

 

 

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