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Para o lucro não ir pelo ralo

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Um estudo divulgado em fevereiro pelo Instituto Brasileiro de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) apontou que as perdas no comércio chegam a 2,3% do faturamento líquido. O levantamento foi realizado com 2,1 mil lojas brasileiras, entre elas, 230 micro e pequenas, em 2013. O índice é o maior da série histórica, iniciada em 2002, e está acima das médias mundial (1,36%), da América Latina (1,6%) e da América do Norte (1,49%).

A alta é atribuída a dois fatores.

O primeiro é positivo: significa que está havendo um maior dimensionamento das perdas por parte das empresas.

O segundo, nem tanto: está relacionado ao aumento das vendas não acompanhadas de medidas preventivas adequadas.

O dado acende o sinal vermelho e mostra que esse é um gargalo que precisa ser enfrentado para preservar os lucros do empreendimento. Para começar, é preciso saber exatamente quais são os focos a serem combatidos. Sob esse guarda-chuva, deve ser contabilizado tudo que envolve a atividade de vendas associadas a roubos, furtos e problemas operacionais, inclusive formação errada de preço e cálculo equivocado de estoque, algo mais frequente do que se imagina.

O consultor do Sebrae-SP Gustavo Carrer alerta que o varejista precisa entender que todas as lojas, sem exceção, terão perdas, mesmo que não sejam conhecidas por deficiência na realização do inventário. Por isso, é necessário identificá-las para que sejam administradas e reduzidas. Para o presidente da Academia de Varejo, José Roberto Securato Júnior, a divulgação de informações relacionadas aos prejuízos não apenas orienta as ações preventivas, como também possui um caráter pedagógico. O estudo do Ibevar, além de registrar as perdas, aponta as medidas mais utilizadas pelas empresas de varejo para mensurá-las e controlá-las.

A realização de inventários regulares é um dos mecanismos de prevenção. Muitas das pequenas empresas pesquisadas pelo Ibevar realizam essa operação a cada seis meses (65%) ou apenas uma vez por ano (35%). Entretanto, o recomendável é inventariar, no mínimo, uma vez por mês, segundo o consultor Azevedo. “O ideal seria realizar as auditorias uma vez por semana”, diz ele. “Sem esse passo básico, todo o resto para prevenir o prejuízo será inútil.”

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