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Os Ricos da Bolha imobiliária pós Crise no Brasil

Os Ricos da Bolha imobiliária pós Crise no Brasil

Neste artigo, vamos explicar o que é uma bolha imobiliária e porque o Brasil não sofre riscos de enfrentar uma. Duas justificativas são: os bancos e a economia do país têm solidez e não houve aumento de preço dos imóveis sem fundamento. Ainda há outras!

Ao longo do texto, mostraremos por que investimentos imobiliários são seguros. Para quem é uma pessoa planejadora, prática e que tem desejo de mudança, quando se fala em imóvel, condomínio e localização, comprar um bem neste momento é uma decisão sólida para aplicação de capitais.

O fôlego desse mercado é sempre curto; todo mundo corre para ele; aí acontece o de sempre: especulação, bolha imobiliária, e os preços, antes, bons, entram em espiral de baixa etc, e a vaca vai pru brejo.

Pode Acontecer uma Bolha imobiliária aqui no Brasil?

A resposta é não. Um estudo encomendado pela Abecip (Associação Brasileira da Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) junto ao economista José Roberto Mendonça de Barros aponta que a chance de haver uma bolha imobiliária no Brasil é muito remota.

De acordo com o levantamento da associação, o cenário de bolha imobiliária está muito distante do Brasil pelos seguintes motivos:

– Os bancos e a macroeconomia brasileiros têm solidez;

– Não há desregulamentação financeira;

– A classe média apresenta forte expansão de renda;

– Imóveis produzidos serão vendidos para pessoas com capacidade de pagamento;

– Não há aumento de preço sem fundamento, ou seja, os preços não se movem apenas em função do preço futuro;

– Ainda que o preço do imóvel valorizasse 11% ao ano, assim como nos Estados Unidos pré-crise financeira, a renda brasileira suporta esse reajuste de preços, porque o aumento dos valores de imóveis é fundamentado.

Se pensa em valorização, mesmo em momentos de incerteza investir em imóveis reformados pode um movimento em busca de solidez. Os apartamentos reformados da Loft representam um corte real de gastos, pois a nossa reforma custa menos do que as reformas particulares. Isso acontece porque a empresa tem acesso a descontos junto aos melhores fornecedores de materiais do mercado, já que realiza um grande volume de reformas.

A queda dos juros, em escala global, é funcional; não podem ser mais positivos, senão implodem dívidas públicas já elevadas.

O BC brasileiro segue o BC americano, para, também, não implodir a dívida pública, que já se aproxima dos 100% do PIB; haveria hiperinflação e revolução popular.

Com inflação em queda por conta da redução neoliberal do consumo e os juros, cadentes, para não implodir dívida pública, a poupança da classe média entrou em estresse, para saber para onde ir.

O aquecimento do mercado imobiliário, nesse instante, portanto, é resultado do juro baixo, caminhando para zero; os poupadores passam a pagar para guardar o dinheiro no banco; isso já acontece nos Estados Unidos, Japão, Europa etc; coloca-se 100 dólares, no início do ano, mas pega só 80 ou 90, no final.

Como Funciona o Crédito no País?

Outra característica típica dos estouros de bolhas imobiliárias, visualizada em outros países, é o acuamento dos créditos voltados para esse segmento. Isso porque o que infla qualquer bolha e aquece o mercado é a disponibilidade de crédito para os cidadãos, que permite com que eles tenham a chance de consumir bens diversos que não poderiam adquirir, empregando somente os próprios rendimentos.
Inexiste qualquer sinal de que vá ocorrer uma imprevista suspensão da oferta de crédito pelos bancos e pelas instituições financeiras no nosso país. Ao contrário, o crédito para se adquirir imóveis está se expandindo pelo Brasil, oferecendo, cada vez mais, melhores condições de pagamento para os financiados.
Então, se você acha que existe uma bolha imobiliária prestes a explodir, trata-se de uma equivocada e ilusória. Na atual conjuntura, é bem provável que os preços não subam mais e, ao contrário, até venham a cair lentamente, a fim de se ajustar à média e dar mais movimento ao mercado.
Afinal, em alguns centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, existem preços que estão acima dos padrões internacionais, mas essas cidades não estão nem entre as 20 mais caras do mundo. Portanto, não espere por uma queda brusca e assustadora de preços, causando desespero generalizado em vendedores e agentes imobiliários. O mais importante é se manter atento ao que vem ocorrendo no mercado, como as suas flutuações e operar de acordo com as demandas que surgirem.
Conclusão:
O perigo é eminente, com a crise atual, do Vírus, muitas empresas estão optando por trabalhar Home office, e por isso a economia imobiliária vai sofrer com certeza.

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Sobre sandro symplaBoas respostas

Administrador de Empresas atuante na Área digital. Sou consultor de negócios, incentivando o empreendedorismo.

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