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Objetivos básicos do pequeno negócio – Pt. 1

Acompanhe a série de posts “Objetivos básicos do pequeno negócio”

Em diversos posts, a equipe do Sebrae tem tratado de possíveis problemas relacionados ao crescimento de pequenos negócios, processo natural sempre presente em momentos de desenvolvimento econômico e social.

Publicação sobre diagnóstico empresarial, da Confederação Nacional Indústria (1987), aponta objetivos básicos de Micro e Pequenas Empresas (MPE). Na verdade, estas metas podem ser consideradas por empresa de qualquer porte empresarial, respeitadas suas particularidades, principalmente aquelas relacionadas a escala e representatividade.

Os objetivos do pequeno negócio são um importante ponto a ser explorado, tanto em função das finalidades em geral, quanto em virtude de ser um ponto, ainda hoje, bastante atual. Por isso, vamos discutir os cinco grandes objetivos da MPE na série de posts Objetivos básicos do pequeno negócio. Neste post, vamos discutir o primeiro ponto.


Objetivos básicos

São objetivos básicos das MPEs:

1. Operar com lucros razoáveis;
2. Manter estabilidade econômico-financeira;
3.  Estar em permanente crescimento;
4. Atender a aspectos sociais e comunitários;
5. Assegurar uma representatividade pessoal perante a coletividade.

Estes objetivos foram elencados há 25 anos. Será que mudaram?

Provavelmente sim, mas nem tanto. Segundo Amaury Patrick Gremaud e outros autores, no livro “Economia Brasileira Contemporânea” (Editora Atlas, 2006), a ‘”saga” dos planos econômicos heterodoxos ocorreu entre 1985 e 1994, quando a condução da política econômica na Nova República elegeu o combate inflacionário como meta principal. Vale destacar, neste período, as tentativas fracassadas de implantação dos planos Cruzado (1986), Bresser (1987), Verão (1998), Collor I (1990), Collor II (1991) e Real (1994) e vigente até hoje.

Operar com lucros razoáveis

Tal ponto é importante porque se trata do objetivo mais comum. Via de regra, os donos de empresas de pequeno porte colocam o lucro como meta maior do negócio, a razão de ser do empreendimento. O lucro simboliza a remuneração do capital investido e tem que ser razoável para compensar a aplicação do capital na atividade econômica.

Concordo com a explicação acima sob o ponto de vista acadêmico, mas na prática, o proprietário de pequenos negócios quer saber se o seu empreendimento é lucrativo ou apresenta prejuízo. Ele não está lá muito preocupado se sua lucratividade e rentabilidade é menor, igual ou superior ao de uma aplicação financeira. Ele opera no mundo real, comprando/vendendo e administrando diariamente seu negócio. Seu capital está totalmente comprometido com seu próprio negócio, não está numa aplicação financeira.

Operar com lucros razoáveis é mais que um mero sistema matemático. Sem o conceito de ponto de equilíbrio, muito provavelmente o empreendedor poderá incorrer em erro, sendo levado a crer que receita/venda é sinônimo bom resultado operacional.

Esta talvez seja a grande razão pela qual nos anos 80, vivendo em uma época de elevada inflação e acentuada recessão, os empresários passavam a se preocupar sobremaneira com esse objetivo. A lucratividade média de quase todos os negócios vinha decrescendo, muitas vezes corroído pelas altas taxas inflacionárias.

Isto nos leva a reforçar o conceito de inflação, que é a alta generalizada dos preços, que impacta negativamente na massa salarial, remuneração empresarial, custos de fatores, preços de mercado e lucro empresarial!

Ainda hoje as empresas têm dificuldades em repassar para seus preços de venda, por força das pressões de mercado, todas as elevações de custos e despesas.

Deve-se ressaltar ainda que as despesas financeiras permanecem em patamares elevados e contribuem significativamente também para a absorção dos lucros.

Diante disso, concordo com a nossa referência e ressalto que este objetivo é muito importante, perguntado: Sua empresa é lucrativa, está em equilíbrio ou está em prejuízo?

Em breve, disponibilizaremos o segundo post da série: Manter estabilidade econômico-financeira.

Abraços e avancemos!!!!

Edição: Fernanda Peregrino, da F&C Comunicação e Projetos

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