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O mercado de balas cresce e alavanca oportunidades para pequenos negócios

O mercado de balas cresce e alavanca oportunidades para pequenos negócios

A vontade de empreender corretamente de uma cidadã potiguar a levou ao Sebrae no Rio Grande do Norte, onde participou de capacitações para aprender a fazer controle de fluxo de caixa, a vender melhor e a elaborar um plano de negócio. Os cursos e oficinas deram uma nova visão à empreendedora, que se sentiu qualificada para lançar sua marca no mercado, investindo em embalagens, rótulos, marca e cadastro nos órgãos de inspeção alimentar.

Hoje, Naya Alves Correia é proprietária da marca Balas de Leite da Vovó e fornece produtos para restaurantes, lojas de conveniências, padarias e cafés da cidade de Natal. Depois de um salto na produção (de 5 para 120 quilos) para atender o mercado local, a empresária planeja expandir para outros estados, como Pernambuco e São Paulo.

Balas_Miolo 1

Naya está apostando em um mercado promissor e que tem muitas oportunidades para os empreendedores brasileiros. A última pesquisa Mintel – empresa mundial especializada em pesquisa de mercado –, para o setor de balas e chicletes, mostra que o mercado brasileiro registrou um faturamento de R$ 10,2 bi em 2011, contra um pouco mais de R$ 8 bi em 2007 e estima-se que tenha crescido ainda mais em 2012, atingindo os R$ 10,8 bi.

Para o futuro, a previsão também é positiva: a Mintel espera que a receita do mercado apresente um crescimento médio de 5% ao ano, alcançando picos de 6% em 2014 e 2016, quando ocorrerão, respectivamente, a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Em 2017, prevê-se que o mercado valha mais de R$ 14 bi.

Preferência por novos sabores e produtos saudáveis

O relatório da Mintel revela:

  • A preferência é por balas, já que 40% dos brasileiros tendem a consumir uma bala por semana, enquanto que 30% mascam chiclete na mesma frequência;
  • Os jovens entre 16 e 24 anos afirmam que gostam de provar novos tipos de chicletes e balas. São 76% de brasileiros desse grupo etário abertos a novos sabores e produtos;
  • 64% dos brasileiros preferem balas e chicletes feitos com suco natural.

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O segmento de balas e chicletes é bastante concentrado, principalmente nas empresas multinacionais: mais de 90% do volume e do valor de consumo é concentrado nas cinco maiores empresas do setor, das quais quatro são de capital estrangeiro. Porém, o fato não tira oportunidades de micro e pequenos negócios no setor. Além do exemplo de Naya, mencionado anteriormente, os sócios João Mario Hoff e Fred Gavioli, também trilham o caminho do negócio de doces. Ano passado, eles lançaram uma loja de balas artesanais na Alameda Tietê, nos Jardins, em São Paulo. Investindo em uma proposta de loja da marca, cujo ambiente foi customizado num estilo bem lúdico, eles aplicaram aproximadamente R$ 600 mil para iniciar a operação, que hoje fatura até R$ 60 mil por mês.

O hábito brasileiro no consumo de doces já abriu também uma nova modalidade de turismo na capital paulista. Lá, empreendedores criaram uma espécie de “tour”, percorrido a pé, por um grupo de, no máximo, 15 pessoas. A atração custa R$ 44 e circula por seis pequenas docerias distribuídas em um raio de 2,2 quilômetros, cumprida ao longo de três horas. O economista coreano Kyu Shim investiu com outros três sócios no projeto depois de perceber que a cidade está se organizando no cenário de restaurantes e lanchonetes gourmets. Mas faltava algo para as sobremesas.

Conheça um pouco mais sobre as histórias desses empreendedores, lendo:

Vai criar um negócio ou alavancar sua empresa?

Se você quer fazer parte do universo de milhões de empreendedores de pequenos negócios que compõem o conjunto produtivo da economia do Brasil e necessita de uma visão antecipada das condições do mercado no qual irá se estabelecer, o Sebrae disponibiliza várias soluções para ajudá-lo. Uma delas é a cartilha Como Elaborar um Plano de Negócios. Acesse aqui: Como Elaborar um Plano de Negócios

Inspire-se no exemplo da empresária potiguar que antes de empreender, buscou qualificação. Saiba mais sobre como o Sebrae pode apoiá-lo, acessando: http://www.sebrae.com.br/

 

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