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O mercado da uva

O mercado da uva

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Altamente apreciada para consumo “in natura”, a uva também é utilizada na fabricação de diversos produtos, como suco, doce, geleia, vinho e vinagre, além de fornecer outros subprodutos, como corantes naturais, ácido tartárico, óleo de semente e taninos. Sua produção nacional é destinada ao mercado doméstico e internacional, sendo que está concentrada no Rio Grande do Sul, onde são elaborados 300 milhões de litros de vinho e mosto como média anual, representando 95% da produção nacional.

No mercado interno, o produtor convive, em alguns anos, com o excesso de oferta no pico das safras. Isto provoca uma significativa redução de preços na lavoura, que se estende para o consumidor. Como a oferta interna é menor que o consumo, essa redução de preço amplia a demanda nas camadas da população de menor poder aquisitivo, não havendo, portanto, perdas ou descarte na produção.

No mercado externo, existem durante o ano duas janelas (períodos) bem claras para a exportação da uva brasileira, quando a oferta de países concorrentes é bem menor. A primeira vai de abril a junho, quando se comercializa normalmente um terço do volume exportado pelo país, e outra, de outubro a dezembro, quando se embarca os demais dois terços do volume total das exportações.

O mercado brasileiro, apesar das nossas exportações, é importador de uva e seus derivados. Há, portanto, espaço para novos produtores ampliarem a oferta nacional, desde que os parâmetros de eficiência e qualidade sejam observados.

 

Orientações para o produtor

Especialistas destacam alguns pontos fundamentais na implantação e condução da viticultura:

  • Escolha do local: o vinhedo, preferencialmente, deve ser instalado em regiões de temperatura elevada, baixa umidade relativa e alta insolação. Nessas condições, o crescimento das videiras é contínuo, possibilitando, com as podas, o escalonamento ou concentração da colheita, conforme as demandas do mercado, além da produção de mais de uma safra anual.
  • Mudas: o porta-enxerto e o cavalo (planta que será enxertada) devem ter boa procedência, provenientes de matrizes com alta produtividade e isentas de pragas e doenças.
  • Nutrição: a videira deve ser mantida em níveis nutricionais adequados, baseando as adubações em análises de solo e foliar.
  • Pragas e doenças: o monitoramento e controle das pragas (ácaros, cochonilhas e broca-dos-ramos), doenças fúngicas (míldio, oídio e mofo-cinzento), bacterianas, viróticas, e ervas daninhas deve ser intensivo.

Para consumo de mesa, os cachos devem ser atraentes, com sabor agradável, resistentes ao transporte e ao manuseio e com boa conservação pós-colheita.

A forma ideal do cacho é cônica, com tamanho médio de 15 a 20 cm e peso superior a 300 gramas. Os cachos devem ser cheios, mas não compactos. As bagas devem ser grandes e uniformes, com diâmetro igual ou maior a 18 mm para uvas sem sementes e 24 mm nas com sementes.

A polpa deve ser firme, com película e engaço resistentes. É importante que as bagas apresentem cor intensa, brilhante e uniforme.

Os critérios que determinam o ponto ótimo de maturação para uvas destinadas à elaboração de vinhos, visando a obtenção de máxima qualidade, são a medida do teor de açúcar, a conjugação da medida de açúcares e ácidos ou de açúcares e pH.

O critério de controle mais utilizado é o grau glucométrico (teor de açúcar), medido em escala de graus Babo, que representa a percentagem de açúcar existente no caldo da uva, ou em escala de graus Brix, que representa o teor de sólidos solúveis totais na amostra, 90% dos quais são açúcares.

Para saber mais, acesse: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/bis/Como-formalizar-uma-vin%C3%ADcola

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