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O futuro, as tendências e as expectativas do varejo

O futuro, as tendências e as expectativas do varejo

Ligado em todas as tendências do mercado, da moda à biotecnologia, passando pela comunicação e chegando ao varejo online, a PSFK é uma das principais fontes internacionais de conteúdo. Com um time de primeira na sua linha editorial, a PSFK é parada obrigatória para quem quer ficar por dentro do que há de mais recente e interessante no mercado. A PSFK é a produtora do relatório anual “O Futuro do Varejo”, uma fonte rica de insights sobre o e-commerce. A edição de 2010 trouxe a evolução do everywhere shopping, ou seja, o uso dos dispositivos móveis para melhorar a experiência de compra em qualquer lugar. Esta tendência se mostrou muito forte e, até aqui no Brasil, onde internet móvel e smartphones ainda estão nas mãos de poucos, os dados se mostram otimistas. O Futuro do Varejo 2011 A edição do Futuro do Varejo 2011, apresentada no início de agosto, trabalha com uma linha de tendências e, paralelamente, apresenta cases de empresas que estão tirando do papel as ideias e inserindo-as no mercado. O relatório foca em lojas físicas, mas o que chama a atenção é o fato do mundo online estar extremamente conectado com o offline, melhorando assim, a experiência de compra. Tendências No campo das tendências, a PSFK apresenta três grandes áreas: expectativas online – experiência offline, consumidor e varejo segmentado. Expectativas online – Experiências Offline

  • Funcionários com recursos digitais: Com aplicativos e dispositivos móveis em mãos, os atendentes podem realizar uma série de ações, como consultar o estoque ou enviar para a casa do cliente um produto disponível em outra loja, por exemplo.
  • Experiência de compra dentro da loja: aprimorada por recursos digitais, como QR Codes, com a ajuda deste tipo de recurso, os próprios consumidores encontram as informações que precisam.
  • Clientes escaneados: Ainda muito longe de se tornar uma realidade comum, algumas lojas utilizam este tipo de recurso para ajudar o cliente a escolher o melhor produto, de acordo com o seu corpo, no caso das roupas.
  • Navegação por gestos: apostar na navegação por gestos, segundo o relatório, torna a experiência de compra mais emocional, pois se cria uma conexão entre o produto e o cliente ao manuseá-lo digitalmente.

Consumidor conectado

  • Ofertas locais: muitas empresas já estão investindo em aplicativos que oferecem ofertas especiais de acordo com a posição do cliente na cidade. Isso permite a melhoria no fluxo das lojas em horários ociosos.
  • Moeda Social: ferramentas como Pay With a Tweet ajudaram a “monetizar” ações sociais, as quais são desejadas pelas empresas que trocam “shares” por vantagens.
  • Estoque aberto: o estoque das lojas está deixando de ser local e fechado e, com a ajuda de aplicativos, está disponível e aberto para os consumidores que querem saber se o que eles desejam está disponível.

Varejo segmentado

  • Provadores reformulados: segundo o relatório, 67% dos consumidores que experimentam uma roupa, acabam comprando. Apenas 10% dos consumidores fazem uma compra sem experimentar. Por isso, tornar os provadores mais atraentes é fundamental. Aqui, a tecnologia contribui e muito.
  • Lojas dentro de lojas: uma grande tendência observada já por aqui é grandes lojas que separam seus produtos de acordo com as marcas que vende. São lojas dentro de uma loja, como um mini shopping.
  • Provadores instantâneos: utilizar a realidade aumentada para deixar o provador mais divertido e ágil é uma solução que já se mostra viável. Mas esta tecnologia pode ser aproveitada em outros mercados, como o case exibido de um restaurante.

Apesar de trazer muitos exemplos do varejo offline, o relatório da PSFK mostra que estamos de vez no caminho do encontro do online e offline nas compras. Interação entre pessoas e tecnologia está aprimorando ainda mais nossas experiências de compra. Contar com a opinião de outros consumidores ficou mais fácil com ferramentas como o Bloompa, Facebook ou Foursquare, por exemplo. Fonte: E-commerce Brasil

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