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Nordeste começa forte na Copa do Mundo

Nordeste começa forte na Copa do Mundo

A definição da tabela dos jogos da Copa das Confederações 2013 pela FIFA traz indicações de oportunidades de negócios expressivas para os setores que serão fortemente demandados durante este evento, principalmente na Região Nordeste, onde estão localizadas três das quatro cidades onde ocorrerão os jogos deste torneio.

Entre os setores que podem lucrar com a Copa das Confederações 2013,  destacam-se: turismo, economia criativa, comércio varejista e serviços. Os empresários e empreendedores destes segmentos deverão realizar negócios, decorrentes do evento, já a partir dos meses de junho e julho de 2013. Atenderão o fluxo de visitantes internos e externos que acompanharão os jogos durante o período de 15 a 30 de junho do próximo ano nas cidades de Belo Horizonte; Brasília, que fará a abertura; Fortaleza; Recife; Rio de Janeiro e Salvador.

Disputarão a Copa de 2013 oito equipes, vencedoras de torneios realizados pelas confederações de futebol em cada continente; a Espanha, que é a última campeã mundial (ganhou a Copa do Mundo de 2010); e o Brasil, como país-sede da Copa 2014.

Serão 16 jogos, que ocorrerão nas seis cidades: nove partidas será na Região Nordeste, mais da metade; e três em cada cidade. Há dois detalhes fundamentais que motivam e atraem o fluxo de turistas: os dois jogos do Brasil já estão assegurados em Salvador e em Fortaleza; e a disputa do terceiro lugar, que também será na capital baiana.

Vantagem competitiva para negócios nordestinos

Além de servir como teste para a para a Copa do Mundo Fifa 2014, avaliando a estrutura organizativa das cidades e empresas, a concentração de jogos na Região Nordeste cria uma condição diferenciada para os negócios nordestinos, como:

– Oportunidades de fazer negócios nos setores mais aderentes ao evento, bem como aqueles relacionados às obras de infraestrutura, adequações dos meios de hospedagem, transporte e logística e tecnologia da informação e comunicação;

– Avaliar a capacidade de atender e mobilizar o fluxo de visitantes, considerando acessibilidade às arenas e aos principais locais de concentração de público;

– Avaliar a capacidade de recepção dos portos, aeroportos, terminais rodoviários;

– Atendimento, capacidade de hospedagem e alimentação dos visitantes.

Também pode ser um aspecto competitivo para os negócios a proximidade entre as três cidades-sede da Copa das Confederações na Região Nordeste, inclusive na rota entre elas há outras três importantes cidades turísticas: João Pessoa, Maceió e Natal (uma das sede da Copa 2014). Considerando que a distância entre Fortaleza – Natal – Maceió é de um pouco mais de 500 km, certamente isso proporcionará diversificação da oferta de destinos turísticos com a utilização da BR-101, rodovia moderna e duplicada.

Outra importante oportunidade que a utilização da rota BR-101 gera é a integração dos modais aéreo e terrestre, principalmente através da integração dos fluxos de embarques e desembarques entre o aeroporto de Recife e João Pessoa.

Também no segmento de turismo, a implementação do “Cruzeiro Rodoviário” –forma de estruturação de roteiros compartilhados entre as cidades, semelhantes ao modelo de um cruzeiro marítimo (não estamos falando de transporte rodoviário de turistas) – certamente poderá propiciar um legado para o fortalecimento da regionalização do turismo na região, além de ser um novo negócio.

É importante ainda considerar a integração de negócios que poderão surgir em função dos índices de crescimento econômico da Região Nordeste – nos últimos anos, superiores ao do País –, fortalecidos principalmente pelas ocorrências econômicas em curso, como Porto de Suape, Pólo Digital, Refinaria de Petróleo, Expansão do Polo Automobilístico, Porto de Pecém, Pólo de Camaçari, dentre outras.

Portanto, a Região Nordeste começa muito bem a largada da Copa do Mundo Fifa 2014. É só aguçar a visão, enxergar as oportunidades e planejar bem os negócios com a elaboração de um adequado e inovador modelo de negócio, através um bom plano de negócio, que assegurará a melhor compatibilização dos resultados e riscos.

Edição: Fernanda Peregrino, da F&C Comunicação e Projetos.

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