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Modo de cultivo da acerola

Modo de cultivo da acerola

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O fruto é uma drupa de superfície lisa e dividida em três gomos, com tamanho variando de três a seis cm de diâmetro. A coloração externa do fruto varia do alaranjado ao vermelho intenso quando maduro com polpa carnosa e suculenta. Leva aproximadamente 22 dias desde a floração até a maturação.

Os frutos carnosos têm como característica comum sua riqueza em açúcares e acidez relativamente elevada. O tamanho varia em função do potencial genético da planta, tratos culturais e do número de frutos por gema reprodutiva. Em geral pesam de 3 a 16 g.

O elevado teor de vitamina C impulsionou o interesse e os plantios de acerola no Brasil e em outros países. A alta perecibilidade e a acidez dos frutos, no entanto, restringem seu consumo fresco, sendo a maior parte da produção processada como suco ou polpa.

Novas variedades buscam conquistar o paladar dos consumidores e ampliar o consumo in natura da fruta, enquanto pesquisas desenvolvem o pó da acerola verde como fonte natural de vitamina C.

A aceroleira é uma árvore de dois a quatro metros de altura, com ramificação compacta ou espalhada. Adquiriu importância mundial devido ao alto teor de vitamina C, além de ser boa fonte de vitamina A (caroteno), ferro, cálcio e tiamina.

As variedades de acerola são classificadas em doce ou ácida. Deste modo, os clones disponíveis para plantio foram selecionados levando-se em consideração o teor vitamínico. Nesta classificação, os frutos que produzem mais que 1.000 mg de ácido ascórbico (vitamina C) por 100 g de suco é que são considerados satisfatórios.

O clima ideal para o cultivo é caracterizado por temperaturas médias em torno de 26º C e de 1.200 a 1.600 mm de chuvas. Dependendo da fertilidade do solo e dos tratos culturais, o espaçamento indicado varia de 5,0 x 5,0 m a 6,0 x 6,0 m.

Espaçamentos menores também são possíveis, dependendo do terreno e tratos culturais, adotando-se 4,0 x 4,0 m. Com esse espaçamento e irrigação pode-se obter melhor produtividade, com 625 plantas por hectare e produção de até 100 kg de frutas por planta/ano.

Em relação às doenças e pragas, a aceroleira apresenta poucos problemas, mas é frequente o aparecimento de cochonilhas e pulgões atacando os ramos e folhas. Deve ser feito o controle da mosca-das-frutas, evitando-se seus prejuízos. As doenças mais comuns são cercospora ou Mancha-das-folhas, verrugose e antracnose.

Abelhas da família Apidae, especialmente dos gêneros Centris e Epicharis, são relatadas como principais polinizadores da aceroleira. Esses insetos têm vida solitária e constroem seus ninhos, geralmente, em cavidades no solo.

As abelhas Irapuá (Trigona spp.) também são observadas visitando as flores da aceroleira com certa frequência, porém sua eficiência na polinização não está comprovada. As abelhas melíferas (Apis melífera) não são eficientes na polinização da aceroleira devido à baixa atração das flores, possivelmente pela ausência ou baixa concentração de néctar.

A colheita dos frutos da aceroleira destinados ao consumo “in natura” ou ao processamento do suco deve ser feita de maneira bastante criteriosa. Os colhedores devem ser adequadamente treinados para o trabalho de colheita. As acerolas destinadas a mercados distantes devem ser colhidas “de vez”.

Deve-se evitar que os frutos sofram pancadas ou ferimentos durante a colheita, seleção e embalamento, pois isso acelera sua deterioração.

Deve-se ter cuidado no acondicionamento dos frutos, principalmente os maduros, que devem ser colocados nas caixas de colheita em poucas camadas, pois o peso das camadas superiores pode provocar o rompimento da casca dos frutos das camadas de baixo.

Para ver mais noticias como esta acesse a seção de Agro do Sebrae Mercados.

Fonte: Sebrae.com.br

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