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Ministro diz que crédito no país passou por "verdadeira revolução"

Credito4O ministro da Fazenda, Guido Mantega, apresentou hoje a evolução do crédito no país. De acordo com ele, o mercado de capitais evoluiu muito nos últimos anos e a bolsa de valores brasileira está entre as dez maiores do mundo em volume de recursos e investimento.

Durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o ministro disse ainda que a composição do crédito direcionado pelos bancos públicos, que vai para a agricultura e a indústria, por exemplo, tem volume forte para manter a economia em níveis aceitáveis, principalmente em momentos de crise. “Estamos com uma taxa de juros reais, que era mais alta no passado, caindo ao longo do tempo. Foi menor antes, mas para combater a inflação tem flutuado”, defendeu. De acordo com Mantega, a tendência é manter essa taxa mais baixa no futuro para não inibir a economia.

O governo usa a taxa básica de juros para inibir a inflação com a redução do crédito, mas quando a taxa está alta acaba afetando também o crédito para o setor produtivo. Mantega disse que, no passado, o governo reduzia o crédito público em detrimento do privado, que é mais caro. Nos últimos dez anos, o setor público assumiu estratégia importante e elevou seu papel em conjunto com o setor privado.

“Em 2008, com a eclosão da crise, faltou crédito para todos os setores. Os bancos travaram o crédito, que é um reação natural. Nesse momento, os bancos privados retraíram e os públicos assumiram essa posição, substituindo o fornecimento de crédito. Tomamos medidas como liberação do compulsório, que é o recolhimento que os bancos são obrigados a fazer diariamente ao Banco Central, e o governo colocou no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) mais de R$ 100 bilhões”, destacou. O recursos, disse, foram para dar estímulos à economia em crise e permitir o retorno de investimentos.

Com relação ao crédito para as MPEs, o ministro ministro lembrou que elas, assim como empresas de médio porte, também são beneficiadas com recursos do BNDES. Segundo ele, tem “gente que pensa que o banco estatal não olha para o setor”, disse. Foram R$ 63,5 bilhões só em 2013.

Com informações da Agência Brasil.

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