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Micro e pequenas empresas geram grande parte dos empregos no Brasil

Micro e pequenas empresas geram grande parte dos empregos no Brasil

Com a pandemia do coronavírus, diversos setores foram afetados profundamente. Contudo, de acordo com pesquisas realizadas pelo Sebrae, as contratações e a geração de empregos têm mostrado uma recuperação desde o início do ano. 

As micro e pequenas empresas foram responsáveis por quase 42% das vagas no país no período de julho. A atividade econômica de serviços foi a que mais empregou, com cerca de 127 mil novos postos, seguida de comércio, com 74 mil, indústria geral, com 58 mil, e construção, apresentando 29 mil novos cargos, de acordo com dados do Caged. Além disso, as micro e pequenas empresas criaram 587 mil novos empregos com carteira assinada no primeiro trimestre do ano.

Um dos estados brasileiros que mais se beneficiou das novas oportunidades foi o Paraná, sendo o quinto estado com a maior geração de empregos formais, com o melhor mês de março desde 2014.  A abertura de pequenas empresas gerou diversas vagas de emprego em Curitiba e em outras cidades do estado. 

De acordo com o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o Paraná tem atingido recordes mês a mês na criação de empregos, mesmo com uma pandemia que restringiu o funcionamento de muitas atividades. Além disso, o governador afirmou que, praticamente, quatro a cada cinco vagas foram abertas por uma empresa de pequeno porte. 

São consideradas microempresas aquelas que apresentam um faturamento anual de até R$ 360 mil ou empregam até nove pessoas no comércio ou em serviços, ou 19 pessoas no setor industrial. Já as pequenas empresas possuem faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, empregando no máximo 99 pessoas. 

No ano de 2020, mais de 620 mil micro e pequenas empresas foram abertas. Porém o ano de 2021 superou todas as expectativas já no primeiro semestre. A abertura dessas empresas foi a maior se comparada com o mesmo período de 2015. 

Um levantamento do Sebrae identificou que 2,1 milhões de pequenos negócios foram criados somente nos seis primeiros meses do ano. O presidente do Sebrae, Carlos Melles acredita que esse crescimento nos números confirma que o empreendedorismo tem sido uma alternativa de renda, pois cerca de 3,3 milhões de brasileiros perderam o emprego em um ano de pandemia.

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