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Mercados de bairro sobrevivem com atendimento personalizado

Mercados de bairro sobrevivem com atendimento personalizado

Os pequenos mercados não tem perdido espaço para grandes redes, pois encontram um diferencial: personalizar o atendimento 

Foto: Shutterstock/Especial para Terra

Ao contrário do que possa parecer à primeira vista, os pequenos
mercados não têm perdido espaço para grandes redes de hipermercado.
“Eles encontraram um diferencial, que é atender com mais personalidade”,
explica João Sanzovo, diretor de Sustentabilidade da Associação
Paulista de Supermercados (Apas). A presença diária do dono faz a
diferença, além da praticidade de comprar em locais próximos às
residências.

A comprovação da boa fase dos mercadinhos veio com um levantamento
divulgado este mês pela Apas. Os resultados mostram que pequenas
empresas cresceram mais do que hipermercados, supermercados e
autosserviço quando analisada a venda semanal em cada uma das lojas.

A variação em percentual das redes varejistas de menor porte foi a maior
entre as quatro analisadas, com uma venda semanal de R$ 188 mil por
loja, ou 21,7% a mais do que em 2010. Os supermercados venderam em média
6,3% a mais do que em 2010. Já a categoria de autosserviço somou
crescimento de 2,3% e os hipermercados tiveram um decréscimo de 3,7% na
média de movimentação semanal.

Praticidade é ponto forte dos mercados de bairro
Segundo o levantamento da Apas, a motivação da compra pelos consumidores
tem sido baseada em quatro fatores: “sofisticação”, “indulgência”,
“fazer bem” e “praticidade”. E é neste último item que os pequenos
supermercados apresentam bons resultados, por estarem localizados
normalmente próximos das casas dos consumidores.

A pesquisa da Apas apontou também que 84% dos consumidores optam por
três canais ou mais para se abastecer, pois não conseguem encontrar tudo
o que desejam em apenas uma loja.

Competitividade
Para se tornar mais competitivos, as lojas de vizinhança também têm
procurado inovar em suas práticas comerciais. Desde 2008, começaram a
surgir as centrais de compras, locais em que as lojas de menor porte se
unem para negociar melhor com os fornecedores e se manterem
competitivas. Em São Paulo, existem 20 centrais de compras e cada uma
delas reúne de 20 a 30 varejistas.

“O poder de barganha aumentou, por isso o preço praticado não está muito
longe daquele do hipermercado. A prática já está disseminada pelo
País”, afirma João. Nos mercados de bairro, segundo a Apas, o cliente
encontra 48% dos itens com preços mais baratos do que nos hipermercados.

Desafios do setor
O setor varejista com um todo faturou R$ 224,3 bilhões em 2011 ¿ valor
11,3% maior do que em 2011, segundo dados da Apas. Com o cenário
positivo, a maior dificuldade das pequenas empresas tem sido a gerencia
do próprio negócio.

“O empreendedor às vezes tem dificuldades em administrar corretamente a
sua unidade, se atrapalha com as exigências legais e de fiscalização”,
avalia o executivo da associação. A saída para o problema, segundo ele, é
buscar qualificação por meio de cursos que garantam a capacitação para
questões cotidianas. 

 
 
 
Fonte: Portal Terra
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