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Marketing à serviço da sociedade

Marketing à serviço da sociedade

Natura Plant é case de como usar o marketing para interagir com a sociedade

Nos dias de hoje, não precisa ser sociólogo, antropólogo ou estudioso no assunto para associar “sociedade” com outros conceitos como “compartilhamento”, “interação”, “comunidade”, “rede”, “relacionamento” e “bem estar”. Basta realizar uma busca rápida entre as páginas de dicionários, enciclopédias ou fóruns de discussão na internet.

Se aprofundarmos em cada um desses termos relacionados, podemos descortinar outros conceitos extremamente relevantes para nossa percepção da sociedade que se encontra hoje em construção. De “compartilhamento”, descobrimos “colaboração” e “participação”. De “comunidade”, trazemos à tona “convivência”. De “rede”, lembramos logo das tão faladas “redes sociais”, que quando as associamos a “relacionamento”, nada mais natural que pensarmos em “comunicação”. Por fim, ao concluirmos nossa percepção de sociedade, é fundamental pensarmos em “bem-estar” associado à “satisfação”, “paz social” e “segurança”.

E o que o “marketing” tem a ver com tudo isso? O que o “marketing” tem a ver com nós, formadores da “sociedade”?

Ora, se em uma sociedade as pessoas compartilham valores, trocam experiências e conhecimentos, conectam-se umas às outras e relacionam-se e comunicam-se a fim de chegarem a um estado de satisfação plena, segurança e tranquilidade; e se marketing é “a atividade, o conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, oferecer e trocar ofertas que tenham valor para consumidores, clientes, parceiros e para a sociedade como um todo”, fica óbvio que os dois conceitos se relacionam diretamente. A diferença é que o marketing deve trabalhar para a sociedade, e não o contrário, como muito se vê por aí.

Como uma atividade realizada por uma empresa contemporânea e antenada às necessidades atuais de seus consumidores em nome de sua “marca”,  o marketing deve compartilhar valores e incentivar a colaboração e a participação. Os profissionais de marketing devem acima de tudo permitir uma convivência saudável entre o consumidor e a marca para os quais trabalha. Deste modo, é possível construir redes de relacionamento leais e sustentáveis em torno da marca.

Falando-se de “sustentabilidade”, torna-se essencial que essa construção seja agregativa, contributiva para a paz, para a concorrência saudável entre consumidores e empresas, pois nos diferentes contextos esses trocam de papéis, se confundem e se tornam parte de uma mesma entidade: a sociedade.

Criatividade

Outro ingrediente fundamental para esse “novo marketing” (que de novo não tem nada, pois apenas passa a assumir seu papel intrínseco dentro do contexto em que atua) é a criatividade. É com ela que as empresas e suas marcas ativam o interesse e possibilitam o engajamento da sociedade.

Criatividade não é nada mais que o reconhecimento e a imersão na diversidade. É a porta de entrada para tudo que é novo e vem para solucionar problemas antigos de novas maneiras. A criatividade humana é a responsável por libertar o imaginário, produzir novos conhecimentos, ver e interpretar o mesmo fato diversas vezes por diversos ângulos diferentes. A intuição criativa nos faz ousar, arriscar, atrever, aventurar, experimentar, andar por caminhos nunca antes desbravados. Criatividade tem tudo a ver com sensibilidade. Criar é dar lógica ao caos e caotizar a lógica racional. Criar é renovar, é começar algo antigo de novo, sob novas perspectivas.

O que tem a ver isso com o marketing? Criatividade é um pilar essencial para qualquer estratégia de marketing eficaz e sustentável, independente de época, tendências ou da economia. Quando se está aberta à criatividade, qualquer pessoa encontra pontos de benefícios mútuos em uma relação com outra. Um criativo consegue encontrar dentro de si o que mais ninguém no mundo tem e explora isso de forma tão singular que se diferencia dos demais. Isso sim é posicionamento competitivo!

Marketing Sóciocriativo

Acredito, portanto, que não há um novo marketing. O que existe é um movimento para compreender melhor a sociedade em que vivemos. Ela mesma não é estática, está sempre em transformação. Como o marketing não existe sem sociedade, precisa acompanhá-la em suas mudanças. Assim surge o chamado “Marketing Sóciocriativo”, que nada mais é que o entendimento do verdadeiro papel do marketing trabalhando para uma sociedade criativa e colaborativa.

O Marketing Sóciocriativo busca identificar relações de troca sustentáveis entre pessoas e marcas, promovendo inovação social na busca de soluções a antigos problemas, trazendo benefícios cocriados pela sociedade para ela mesma. É uma abordagem centrada num ser humano completo, dotado de coração, mente e espírito e parte integrante de uma sociedade criativa e colaborativa baseada em valores culturais diversificados.

Um exemplo de marketing sociocolaborativo que aplica muito bem os conceitos de colaboração, interação, relacionamento, bem estar e comunicação multidirecional para um ser humano criativo e sensível é a campanha do Natura Plant na internet e nos cinemas.

Assista a um vídeo sobre o caso:

 

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