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Loja colaborativa reúne mercadorias de 100 expositores

Loja colaborativa reúne mercadorias de 100 expositores

Aluguel de espaço custa entre R$ 90 e R$ 450

Por Juliana Bacci – PEGN

Interior da loja Cada Qual, localizada no bairro de Pinheiros, em SP. (Foto: Divulgação)
A loja chama a atenção de quem passa pelo bairro de Pinheiros, em São Paulo. Há um ano instalada na região, a Cada Qual oferece ao consumidor um sistema diferenciado de compra. Caixas em dez tamanhos diferentes ocupam todas as paredes do estabelecimento, compondo uma imensa vitrine formada por roupas, sapatos, bijuterias, objetos decorativos e acessórios. As mercadorias provêm de cerca de 100 expositores.
A ideia do modelo de negócio foi importada das andanças por Amsterdam e Barcelona. De volta ao Brasil, os amigos Aline Aleixo Quintão, de 29 anos, e Ramiro Aires Melo, 31, perceberam a ausência de lojas colaborativas no país e decidiram apostar no sistema. “Muitos estudantes de moda procuram nossas caixas para expor seus produtos. É uma forma de mostrar sua produção ao mercado”, explica Aline, que divide seu tempo entre a administração da Cada Qual e seus compromissos com o Direito, sua área de formação.
As caixas da loja são alugadas mensalmente. O valor do aluguel varia entre R$ 90 e R$ 450, conforme o tamanho da caixa desejada. A menor delas mede 30X40 e a maior, 180X60. A Cada Qual emprega também três vendedoras, que conhecem os produtos de todas as caixas. À loja é pago um valor de 10% sobre cada produto vendido, o que inclui todas as despesas fiscais. O estabelecimento é responsável pela encomenda e entrega do produto ao consumidor. Devido à falta de espaço e o grande número de mercadorias acumulada, a loja não possui estoque, apenas as peças do mostruário.
O sistema chamou a atenção da administradora de empresas Ana Thereza Combat. A mineira de 33 anos, que já trabalhou com lojas tradicionais e também expôs seus produtos em galerias nacionais e feiras, encontrou na Cada Qual uma alternativa eficiente de mostrar seu trabalho. Ela trabalha com a empresa desde a sua inauguração, em abril de 2010. Roupas, lenços, casacos e utensílios domésticos estão espalhados por cinco caixas de propriedade de Ana. Ela classifica o serviço como “sensacional”. “A localização da loja é ideal para aproveitar os gringos que circulam de fim de semana pela Praça Benedito Calixto. Eles adoram as Havaianas personalizadas que eu produzo”, conta.
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