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Grifes apostam em coleções infantis para reequilibrar suas vendas

Grifes apostam em coleções infantis para reequilibrar suas vendas

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O ano de 2014 foi o pior para o setor de vestuário desde 2009, marcado pela crise financeira internacional. A Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), aponta que entre janeiro e novembro do ano passado as vendas de roupas registraram queda de 0,7%, na comparação com o mesmo período de 2013.

Para se recuperar da retração no varejo, grandes marcas estão apostando em coleções para crianças, mercado que movimentou R$ 29,3 bilhões só em 2013. A tática parece estar dando certo: algumas empresas tiveram crescimento em sua linha infantil, enquanto as vendas de roupas para adultos caíram. Para se ter uma ideia, em 2013, a Cia. Hering obteve uma expansão de 25,5% em sua linha Hering Kids.

O diretor da marca, Edson Amaro, explica que parte do crescimento deve-se à expansão das franquias dedicadas ao público infantil. “Até o terceiro trimestre de 2014, a marca tinha crescido 8,4% em vendas em relação ao ano anterior. O resultado é muito superior à retração de 1,8% nos resultados totais da marca principal, a Hering”, disse para a Revista IstoÉ. Atualmente, a empresa detém 4,2% do mercado de vestuário infantil com duas marcas, a Hering Kids e a PUC.

Das passarelas para os guarda-roupas das crianças

A Brooksfield mantém desde 1999 uma rede de lojas infantis, a Brooksfield Junior, mas resolveu fazer novos investimentos no segmento: lançou no final do ano passado também a linha Girls. Antes, se dedicava exclusivamente aos meninos.

A estratégia da Brooksfield é oferecer produtos casuais, que prezem o conforto e nada de peças infantilizadas. No caso da marca Junior, que atende ao público de 2 a 16 anos, os produtos são semelhantes aos vendidos para os adultos. “A ideia é não infantilizar a criança, ser casual e ter um estilo muito próximo ao dos adultos”, explica Mariana Nassralla, diretora das marcas Brooksfield Junior, Donna e Girls.

A Ellus, marca da InBrands, também quer disputar uma fatia do mercado infantil. A partir de março, colocará suas coleções nas vitrines. O teste de mercado será feito por uma loja itinerante e em redes de varejo multimarca. Adriana Bozon, diretora de branding da Ellus diz que “a expectativa é ter 5% de participação do segmento infantil nos resultados da marca no primeiro ano e chegar a 20% em alguns anos”.

A Ellus também acredita que os gostos dos pais e dos filhos estão cada vez mais sintonizados. Apesar de contar com licenças para explorar personagens da Disney ou dos Muppets, as estampas mantêm o estilo mais adulto, em cores sóbrias, como preto e cinza. “Ter peças para crianças era um pedido dos pais”, afirma a diretora de branding.


Texto: Revista IstoÉ.
Edição: Fernanda Peregrino, da FC Comunicação.
Foto: Hering Kids/Facebook

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