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Garantia: chave para transformar o sonho em crédito

XVIII_ForumO diretor técnico do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos, apresentou nesta sexta-feira (27) a trajetória da construção da rede nacional de garantia no país para os participantes do XVIII Fórum Ibero-Americano de Garantia e Financiamento para Micro e Pequenas Empresas.

Partindo do pressuposto de que o mercado de crédito não é regido exclusivamente pelo princípio da oferta e da demanda, ele sustentou que a proposta de garantia mútua ou recíproca representa uma grande inovação que contribui tanto para reduzir o risco do sistema financeiro quanto para propiciar o acesso ao crédito para as micro e pequenas empresas.

O dirigente afirmou que isso ocorre em função de que as entidades de garantia de crédito conhecem de forma profunda as micro e pequenas empresas, pois seus gestores são parte integrante das comunidades assistidas. Desse modo, as sociedades de garantia de crédito (SGC) podem ajudar a resolver os problemas de assimetria de informação e, consequentemente, reduzir os altos custos da análise de risco, fator determinante para a retração da oferta de crédito para os pequenos tomadores.

“A questão chave para os bancos é ter informações sobre passado, presente e futuro de sua clientela, pois é necessário mitigar o risco. Como a informação é o centro de qualquer operação financeira, as SGC podem contribuir para que o mercado financeiro funcione de forma mais eficiente” explicou Carlos Alberto.

Além de ajudar na contratação do crédito, ele destacou que as SGC brasileiras prestam, em parceria com o Sistema Sebrae, serviços de consultoria a custo zero para melhorar a gestão das empresas. “Pode parecer um paradoxo, mas em muitos casos, a garantia é negada a um empresário que se associa em busca de garantias para suas demandas de crédito”, acrescentou.

Essa situação fica explícita quando se analisa o portifólio das garantidoras de crédito brasileiras. Atualmente, as cinco SGC consolidadas possuem 1,3 mil empresas associadas, que já apresentaram 1.848 pedidos de garantia, sendo que apenas 1.187 (64%) foram concedidas, pois o problema de cerca de 600 empresários não era crédito, mas deficiência administrativa e financeira, que foi resolvida com capacitação empresarial. “Essa é a diferença das SGC dos fundos de garantia tradicionais. A concessão de aval não é o objetivo final. A nossa prioridade é inserir os pequenos negócios no mercado financeiro de forma diferenciada e em posição de força para negociar com os bancos”, esclareceu Carlos Alberto.

Para saber mais, leia a íntegra do texto publicado no Portal das SGC.

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