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Financiamento da Economia Verde

É recorrente ouvirmos reclamações de empresários sobre a disponibilidade de fontes de recursos de terceiros para o financiamento às atividades produtivas e expansão de negócios. Mesmo com a redução recente das taxas de juros no Brasil, ainda assim existem grupos que criticam a política econômica do governo. A questão não é a escassez de recursos, mas sim o acesso adequado à informação e, principalmente, a capacidade de análise e tomada de decisão para obtenção do crédito adequado, ou seja, o que se quer é indicação clara de qual é a fonte apropriada, uma taxa justa de juros e com uma aplicação coerente com os objetivos do empresário.

Quando se trata da micro e pequena empresa, esse cenário se agrava, pois via de regra, o empresário da micro e pequena empresa tem tantas atribuições que negligencia uma análise mais criteriosa das opções de financiamento existentes no mercado, deixando a cargo do seu banco que tome a decisão por ele.

Os Bancos têm, por sua vez, se adaptado a esta nova realidade do País. Percebe-se um movimento de reestruturação do modelo de negócios, criação de novos produtos e canais de atendimento para atender um público grande em volume (são mais de 6 milhões de MPE e cerca de 2,5 milhões de empreendedores individuais), e ainda com um enorme potencial de crescimento da utilização de serviços e produtos bancários (ver o post Qual é o banco do Empreendedor Individual?)

Economia Verde e financiamento

A Economia Verde é, segundo o PNUMA (Programa das Nações Unidades para o Meio Ambiente) aquela que resulta do bem estar humano e da igualdade social ao mesmo tempo em que reduz significativamente os riscos ambientais e a escassez ecológica. A Economia Verde sustenta-se sobre três pilares:

–    Baixa emissão de carbono;
–    Eficiência no uso dos recursos naturais;
–    Socialmente inclusiva.

O Sistema Financeiro Nacional já possui um considerável número de instituições (bancos públicos eu privados, cooperativas de crédito e agências de fomento com oferta de linhas de financiamento) para prover o suporte financeiro a iniciativas empresariais fundamentadas nos pilares de sustentabilidade. Percebe-se, entretanto, que a maior demanda está direcionada a projetos relacionados à questão ambiental, tais como eficiência energética, tratamento e efluentes e resíduos sólidos e a redução da emissão de carbono.

Realizado pelo do Sebrae, o estudo “Financiamento da Sustentabilidade nas Micro e Pequenas Empresas” identificou o seguinte:

(…) a oferta de linhas de crédito adequadas às necessidades e à realidade dos pequenos negócios surgem com maior frequência no portfólio de produtos e serviços financeiros, representando, assim, maior confluência de interesses entre grandes e pequenos atores do setor produtivo nacional no contexto das relações negociais com instituições financeiras.

Dentre as instituições pesquisadas, nove instituições financeiras – representadas pelo BNDES, bancos comerciais, agências e bancos de desenvolvimento – publicaram em seus websites programas e linhas de financiamento com estreita finalidade ao fomento da sustentabilidade. Paralelamente a isso, foi possível levantar um conjunto significativo de linhas de financiamento que se identificam como oportunidades de acesso a pequenos negócios e que, de forma indireta, podem contribuir para o financiamento da sustentabilidade ambiental empresarial.

Volto ao ponto inicial deste texto: a questão não está na oferta dos recursos ou na disponibilidade da informação, mas sim na capacidade analítica para uma decisão acertada. E como desenvolver esta competência? Bom, isso será o tema de um próximo post! Aguardem…

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