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ESPECIAL GEC: Mais do que crescer, é preciso empreender

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Pequenos negócios não são apenas oportunidades de obtenção de lucro, mas meios de geração de emprego e benefícios sociais. Neste cenário, promover o crescimento implica na solidificação do empreendedorismo nas micro e pequenas empresas.  Esse é o resumo do painel sobre remoção de barreiras para ampliação das empresas de alto crescimento que aconteceu durante o Global Entrepreneurship Congress (GEC), também conhecido como Copa do Empreendedorismo, realizado entre os dias 18 a 21 de março, no Rio de Janeiro.

De acordo com a chefe da Seção de Empreendedorismo, Divisão do Investimento e da Empresa da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), Fiorina Mugione, é necessário que os empreendedores desenvolvam um olhar apurado para as estratégias, fazendo com que consigam observar desafios e oportunidades. “Você não precisa de um plano, mas precisa de estratégicas”, reforçou.

Fiorina também destacou a necessidade de pensar nas questões regulamentárias e na importância da educação empreendedora. Ela comentou ainda a necessidade da criação de conexões entre o empreendedorismo e as grandes empresas, além das oportunidades de acesso aos financiamentos. A promoção da tecnologia e da inovação também são demandas dos pequenos negócios. “É preciso ter em mente ainda o networking, que possibilita que uns aprendam com os outros”, disse.

Para o diretor Executivo da Babson Ecossistema de Empreendedorismo, Daniel Isenberg, o desafio de crescer é do empresário e não do governo. Ele defende que cabe ao poder público prover educação e infraestrutura, além de estimular o diálogo. “Empreendedorismo é uma ação que as pessoas fazem naturalmente. O desafio está em como tirar as barreiras para que empreendedores e investidores se encontrem. É também importante que o empreendedor ouça o seu cliente e não o investidor”, reforçou.

Isenberg deu dicas para os pequenos empresários que estão começando: trabalhar em uma grande empresa durante um período de cinco anos para aprender e usar o conhecimento no negócio que dará início. “Outra questão que precisa ser observada é que o empreendedorismo deve ser retirado da área de responsabilidade social. Empreender tem que ser visto como um investimento e não como a devolução de algo para a sociedade”, afirmou.

O diretor do Escritório de Alianças de Inovação e Desenvolvimento da Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (USAID), Ricardo Michel, comentou a oportunidade trazida pela criação de estratégias de laboratório, que possibilitam a busca de itens inovadores, que terão grande impacto social e que poderão ser feitos em escala. Ele levantou ainda a necessidade de engajar os empreendedores local e globalmente. “Tenha certeza de que as ferramentas estão à disposição de todos, mesmo daqueles que estão fora do país”, explicou.

O secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Humberto Ribeiro, ressaltou que o Brasil está consolidando sua inserção social e que existem inúmeras oportunidades, principalmente com o surgimento dos pequenos negócios. Ele destacou o processo facilitado de formalização das empresas, através do Portal do Empreendedor, e o Plano Brasil Maior, que entre suas atividades está possibilitando que estudantes brasileiros tenham acesso à formação acadêmica no exterior. “Estamos acostumados a um mercado fechado com o governo dando suporte para todos os passos, mas isso mudou. Na maior parte do Brasil, é possível abrir uma empresa entre cinco e nove dias. A formalização das pequenas empresas também teve o cuidado de permitir que elas possam atender ao governo em suas próprias regiões”, finalizou.

Saiba mais sobre o evento e acesse os vídeos = http://gec2013.com/pt-br

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