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Empresários dão dicas para aumentar as vendas na Páscoa de 2012 (e 2013, 2014, 2015…)

Empresários dão dicas para aumentar as vendas na Páscoa de 2012 (e 2013, 2014, 2015…)

* Durante essa semana que antecede a Páscoa, o Blog do Comércio Varejista publicará uma série de posts sobre o assunto. Não deixe de conferir as próximas postagens. 
Até amanhã! 
– – – – – – – – – – – – – –  
Inovação e atendimento diferenciado ajudam a chamar atenção e fidelizar o cliente 
Foto: Divulgação
Marília e Aline: atendimento personalizado é o diferencial
Ainda dá tempo de lucrar com a páscoa. Para isso, é preciso pensar além
dos chocolates e vender lembranças. “A páscoa é um momento das pessoas
se presentearem. Uma boa maneira de chamar atenção é sofisticar o
produto, trazer mais significados, como as cestas, enfeites, brinquedos e
até vinhos”, aconselha Daniel Garcia Correa, coordenador do Núcleo de
Empreendedorismo do Senac.
Despertar o emocional do cliente é uma boa maneira de obter uma fatia
das 18 mil toneladas de chocolate que serão vendidas na Páscoa em 2012,
segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates
(ABICAB). Esse número é 7% maior em relação ao ano passado, aumento que
pode ser justificado pelo preço do cacau, que não sofreu grandes ajustes
em relação a 2011.
Aproveitando essa estabilidade, Cido Pereira, proprietário da Glauci
chocolates, manteve a tabela de preços dos seus produtos, feitos de
forma artesanal e comercializados nas duas lojas próprias da empresa.
“Conversamos com os fornecedores de embalagem para eles também manterem o
preço de 2011 e aumentamos a produção para compensar”. Pereira espera
um aumento de 20% das vendas sobre ano passado e conta com a fidelidade
dos clientes que visitam a loja ao longo do ano e já conhecem as trufas
da casa.
Inovar sem deixar a tradição de lado é a arma da Chocolat Du Jour,
empresa que Patrícia Landman administra em sociedade com a mãe.
Especializada em chocolates finos, o negócio conta com três lojas
físicas, além de vender seus produtos pela internet. Patrícia conta que
para esta Páscoa, a Chocolat Du Jour lançou novidades, como o kit
trilha, que ajuda os pais a fazerem o caminho do coelho até os ovos. “É
uma sugestão de brincadeira, para entrar no universo lúdico da Páscoa”. 
Outra ação simples foi o lançamento de produtos tradicionais em
versões com maior porcentual de cacau, seguindo a demanda dos
compradores. “Ouvimos muito o cliente. O fato dos pontos de venda serem
próprios e termos controle sobre a produção facilita entender o que o
mercado quer”, diz Patrícia.
Foi pensando em atrair mais clientes que Beatriz Bezerra aumentou a
variedade de sabores das delícias que produz em casa. Beatriz agora faz
ovos do tipo gourmet, com chocolate nacional ou importado,  demanda que
identificou observando o mercado formal e conversando com os clientes
dos doces que ela mesmo produz. Agora, ela pretende ir além dos 60 ovos
que vendeu em 2011 e para isso conta com a divulgação de seus produtos
também no Facebook.
Quem produz em casa e não teve muita saída até agora, pode ir atrás
das lojas de doce de bairro. De acordo com Correa, o público dessas
lojas pode servir como termômetro da aceitação do produto. “Existem
também vários centros comerciais nos quais pode-se montar e desmontar as
lojas em um prazo pequeno. É bom pra quem está começando para testar o
formato de loja e é barato de fazer”. Outra dica importante é fazer
parcerias com pessoas jurídicas, como a fabricação de brindes
corporativos.
Foi por esse caminho que as sócias Marília Lefosse e Aline Bacchieri
seguiram quando decidiram aumentar em 70% a produção voltada para a
Páscoa do ateliê Mélie Artisan de Douces. Elas fizeram uma parceria com
uma grande empresa e divulgaram entre seus funcionários os produtos.
“Aumentamos a lista de clientes e demos desconto para quem fez
cadastro”, conta Marília. A empresa, que conta com seis funcionários,
tenta se diferenciar pelo atendimento. “Percebemos que a atenção
personalizada faz com que os clientes fiquem confiantes, voltem a comprar e nos indiquem para seus amigos”. 

Fonte: Estadão PME

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