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Empresa aposta em artesanato brasileiro para enfrentar a concorrência chinesa

Empresa aposta em artesanato brasileiro para enfrentar a concorrência chinesa

Em apensa um ano, a Brasil Brasileiro dobrou as vendas comercializando bolsas, calçados e bijuterias artesanais

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Na contramão da concorrência gerada pela venda de produtos importados no Brasil, principalmente os vindos da China, valorizar o produto nacional pode ser um bom negócio. É o que tem feito a jovem empresária Nathalia Athayde, que há três anos, quando ainda cursava a faculdade de publicidade, criou a empresa Brasil Brasileiro, para venda de produtos como bolsas, calçados e bijuterias, feitos por artesãos de diferentes regiões do país, em feiras e eventos no Rio de Janeiro. “Eu sempre gostei muito de produtos feitos de forma artesanal. Quando viajava pelo Brasil ficava imaginando porque não encontrava esses produtos na minha cidade”.

A empreendedora afirma que o artesanato brasileiro, além de bonito e de qualidade, representa as diferenças culturais do país, que tem dimensões continentais. “O tipo de matéria-prima está muito ligado à economia local de cada região e nos ajuda a entender um pouco da nossa cultura”.

À partir da paixão pelo artesanato, o negócio deu seus primeiros com a ajuda dos pais da empresária. Em pouco tempo, a empresa cresceu e Nathalia sentiu a necessidade de ter um ponto de venda fixo. No entanto, ainda não era o momento para assumir sozinha todas as despesas que implicam a abertura de uma loja. Como alternativa, Nathalia firmou no ano passado uma parceria com a loja colaborativa Parceria Carioca, que funciona como ponto de venda para várias marcas, só que com um custo bem menor do que se tivesse que alugar uma loja e pagar funcionários exclusivos. “O valor dos alugueis estão muito altos e seria impossível abrir uma loja agora. Com a parceria, em um ano eu praticamente dobrei as vendas e aumentei a visibilidade da minha marca sem fazer um grande investimento”. Os produtos da Brasil Brasileiro estão à venda nas unidades da loja colaborativa na Biblioteca Parque Estadual, Shopping da Gávea e Jardim Botânico.

E-commerce Para conquistar um espaço ainda maior no mercado, a empresária se prepara para lançar, ainda este ano, o site para vendas online. “Com o site poderei expandir meu negócio para todo o país. As expectativas de aumento nas vendas são muito boas”. Para a implementação do e-commerce, Nathalia tem contado com a ajuda de informações do boletim de tendências “Novas Tecnologias do Setor”, que traz dados atualizados sobre o mercado online de moda e acessórios, que hoje representa o segundo maior volume de vendas pela internet. A empresária também tem investido nas redes sociais como canal de interação com o consumidor. Pela página da marca no Facebook, ela divulga seus produtos e as feiras e eventos onde vai estar presente. 

Segundo dados do boletim, mais de 51 milhões de brasileiros compraram pela internet em 2014, o que resultou em uma receita de R$ 39 bilhões. No setor de moda, o dado se confirma com o número crescente de pessoas que optam pela compra online de roupas ao invés das lojas físicas. A projeção para vendas por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, também é bastante animadora. A previsão é que as vendas por canais móveis aumentem cerca de 100% por ano. O boletim oferece ainda dicas de como desenvolver e gerenciar um e-commerce responsivo para diferentes plataformas.

Outra dica que o relatório apresenta, e que a empresária já adotou para o seu negócio, é entender o processo de produção de cada peça. “Eu procuro sempre conhecer a origem do produto e o processo de produção. Faço questão de conhecer o produtor e saber quais matérias-primas ele usa e quem está envolvido no processo de produção, para poder informar ao meu consumidor, que hoje em dia é muito mais consciente”, conclui.

Fonte: Sebrae Inteligência Setorial

Edição: Fernanda Peregrino, da FC Comunicação.

Imagem: Divulgação/Brasil Brasileiro

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