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Economia colaborativa adotada por supermercado é o tom da tendência

Economia colaborativa adotada por supermercado é o tom da tendência

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A economia colaborativa que se agrega ao empreendedorismo ecologicamente correto e inovador pode ter muitas vertentes setoriais. Como é o modelo de O Supermercado do Povo (The People’s Supermarket) situado na capital da Inglaterra. No modelo de negócio, que teve início em 2009, as pessoas podem assumir o papel de membros do supermercado, sendo que cada uma delas, automaticamente, se torna dona. Em troca, são oferecidas horas de trabalho voluntário.

Os benefícios para os consumidores é ter descontos nas compras, que, por sinal, já apresentam um valor reduzido em relação às outras redes. O menor preço é uma das consequências do fato do quadro de funcionários fixos ser bem pequeno.

O Supermercado do Povo recentemente implantou o sistema de cartão de fidelidade em que as pessoas podem acumular pontos e, posteriormente, revertê-los em recompensas.

A ideia foi desenvolvida por Arthur Potts-Dawson, Kate Bull e David Barrie. O trio se inspirou na história de sucesso do Park Slope Food Co-operative, que é uma das maiores cooperativas de alimentos dos Estados Unidos, localizada na cidade de Nova York.

Os criadores do “Supermercado do Povo”, afirmam que a missão do negócio é “criar uma empresa comercialmente sustentável e social, que atinge o seu crescimento e as metas, enquanto opera com base no desenvolvimento comunitário. Nossa intenção é oferecer uma rede alternativa de compra de alimentos, através da ligação de uma comunidade urbana com a comunidade agrícola local”.

Conheça as características do The People’s Supermarket e entenda como funciona:

  • Não há bônus para chefes. Ou seja, não há a concentração da renda e dos lucros. A ideia é justamente pensar fora da caixa e muitas vezes de forma antagônica ao que é considerado “natural”. Uma margem de lucro menor muitas vezes simplifica as coisas. Dinheiro nem sempre é a forma mais interessante de lucro;
  • A lógica é o alimento PARA as pessoas e PELAS pessoas. Não existe consumidor final. Existem pessoas que consomem e fazem a coisa acontecer. Segundo o Manual dos Membros, a ideia é a criação de um supermercado “que destaca as possibilidades do poder do consumidor e desafia o ‘status quo’.”
  • Quem é membro também é dono do negócio e tem poder de decisão. “Quando você se torna um membro, começa a dividir a propriedade do negócio. Quando você anda em um supermercado tradicional, anda na loja de alguém. Quando é um membro, anda dentro da sua própria loja”, diz o Manual.
  • Qualquer pessoa pode comprar no supermercado. Porém, quem se torna um membro tem alguns benefícios, direitos e responsabilidades a cumprir, como: pagar uma taxa anual de 25 libras, trabalhar voluntariamente em um turno de 4 horas a cada 4 semanas, comprar regularmente no (seu) supermercado, fazer “marketing boca-a-boca” (ou seja, falar do The People’s Supermarket para amigos, colegas, conhecidos, família…) e manter-se informado sobre o que está acontecendo na empresa.
  • Dedicação, energia e engajamento são as características esperadas para quem quer ser (ou já é) um membro;
  • Uma das intenções é conectar a população urbana com a comunidade rural local, provedora dos alimentos que abastecem as cidades;
  • É importante considerar que as pessoas estão prontas para as mudanças. Por isso, novos modelos de consumo devem ser colocados em prática e naturalmente serão bem aceitos pela população (ou pelo menos por parte dela);
  • Um dos propósitos do negócio é um supermercado que atenda as necessidades dos membros da comunidade oferecendo alimentos saudáveis e de alta qualidade, por preços razoáveis;
  • As compras são feitas de fornecedores confiáveis, com os quais o supermercado cria boas relações;
  • 10. A produção de alimentos local, nas proximidades de Londres, tem preferência. Uma das regras é comprar produtos britânicos sempre que possível;
  • 11. Um dos principais objetivos é reduzir ao máximo o desperdício de alimentos. Uma das formas encontradas para isso foi a criação de uma “cozinha-restaurante” que prepara pratos com alimentos que estão com a data de vencimento próxima. As refeições devem ser nutritivas e saudáveis, sem conservantes e açúcar em excesso, para os clientes levarem prontas para casa.
  • Ainda para evitar o desperdício, o supermercado faz compostagem, processo de produção de adubo feito com resíduos orgânicos;
  • Como valores do negócio, o supermercado proporciona treinamentos de habilidades para seus funcionários e voluntários que podem ser aplicados tanto no trabalho quando fora dele. A empresa, a partir deste prisma, deve ser um recurso de desenvolvimento para a comunidade como um todo;
  • O ambiente de trabalho é feito para que todos deem sua contribuição. Todos são bem-vindos e livres de julgamento. E qualquer um pode ser membro. Não há razões sociais, políticas ou religiosas que impeçam uma pessoa de fazer parte;
  • O local não vende cigarro.

Outro destaque que é dado ao supermercado é que ele é um ambiente participativo, menos impessoal, mais caloroso e mais sustentável nas relações entre pessoas e meio ambiente.

A Sustentabilidade é abordada em diferentes aspectos nos diversos boletins de oportunidades de negócios do Sebrae 2014, publicados em http://www.sebrae2014.com.br/portal/site/Sebrae2014/fiqueAtento. Acompanhe mais clicando acessando o site do Sebrae.

 

 

Fontes:

 

http://ciclovivo.com.br/noticia/saiba-como-funciona-um-supermercado-colaborativo

http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/entenda-como-funciona-um-supermercado-colaborativo-que-nao-visa-ao-lucro-pelo-lucro/

 

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