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Diversificação do lucro: negócios podem aumentar renda com a venda de Carbono

Neste post, trato sobre a relação dos negócios com o meio ambiente e a venda de carbono. Meu texto foi baseado no artigo “Mercado de Carbono para os Pequenos Negócios”, publicado na 2ª edição do livro Pequenos Negócios: Desafios e Perspectivas. A publicação foi lançada recentemente no III Encontro Nacional de Inovação e Sustentabilidade, realizado no período de 2 a 4 de maio, no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília (DF).

Efeito Estufa

A queima de combustíveis fósseis como fonte de energia libera para a atmosfera gases como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4), o óxido nitroso (N2O), hexafluoreto de enxofre (SF6). Esses gases são chamados de Gases de Efeito estufa (GEEs).

O efeito estufa é um processo natural e indispensável à vida na Terra, pois mantém a temperatura constante, mas a concentração desses gases na atmosfera potencializa o fenômeno e, consequentemente, aumenta a temperatura.

A partir a Revolução Industrial, a variação da temperatura vem aumentando não somente por atividades naturais, mas tem sido fortemente influenciada pela relação do homem sobre a natureza – ações antrópicas. As atividades econômicas com maior potencial de geração de GEEs são:

– Queima de combustíveis fosseis para geração de energia a fim de suprir a demanda do Setor de Transporte e da Indústria de Transformação e de Construção;

– Na agricultura, a fermentação entérica e pelas queimadas;

– Não tratamento de esgotos e a disposição de resíduos sólidos.

Mercado de Carbono

Os debates sobre meio ambiente e a sua relação com o setor produtivo começam no final da Segunda Guerra Mundial e se estendem até os dias de hoje. Um dos grandes avanços ao longo dessas discussões foi a ratificação do Protocolo de Quioto no ano de 2005, formalizando, então, um novo mercado: o de Carbono – política ambiental classificada como instrumento econômico ou de mercado e que tem o objetivo de mitigar ou compensar as emissões de Gases de Efeito Estufa.

A inserção das Micro e Pequenas Empresas nesse ambiente tem se tornado possível graças a novas e mais flexíveis metodologias. A participação das MPEs no Mercado Verde as desafia a desenvolver e manter processo de produção mais limpo e também usufruir de rendas marginais através da comercialização de créditos de carbono.

A indefinição sobre a continuidade do Mercado de Carbono desaqueceu o setor. Entretanto, com a existência de mercados paralelos e a criação de novos mercados voluntários, inclusive no Brasil, a inserção dos pequenos negócios neste ambiente não é um assunto a ser desprezado.

Mesmo com o ceticismo de alguns cientistas quanto aos efeitos das ações antrópicas como causas das mudanças climáticas, a busca por fomentar mecanismos sustentáveis não devem ter sua importância diminuída, uma vez que isso permite manter um grau de desenvolvimento e bem estar social para as gerações futuras.

Edição: Fernanda Peregrino, da F&C Consultoria.

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