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Dicas indispensáveis para uma loja virtual – Cap. 3

Dicas indispensáveis para uma loja virtual – Cap. 3

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Capítulo 3:
TUDO COMEÇA NAS PLATAFORMAS DE E-COMMERCE

 

As plataformas de e-commerce (comércio eletrônico), são a base de funcionamento das infraestruturas para que haja a transação comercial, uma tecnologia que integra funcionalidades.

As plataformas oferecidas para o empresário que deseja empreender na internet dispõem de diversas funcionalidades, diferenciando-se ao perfil desse empreendimento, seu volume de acessos e vendas, além do valor de investimento disponível.

De acordo com Andrés Teixeira, especialista da Fast Commerce, “é interessante pensar que cerca de 30% do investimento numa loja virtual seja dirigido à plataforma, que abrange toda a questão dos recursos que serão disponibilizados em sua loja virtual, incluindo layout”. A Fast Commerce é voltada para o micro empresário, mais de 80% de sua base se enquadra nesse perfil e, por isso, coordena suas plataformas para serem didáticas e autoexplicativas, com o intuito de que o próprio lojista desenvolver integralmente a sua loja, utilizando tutoriais com base de ajuda, mesmo que ele não tenha conhecimento técnico de programação. “Com essa estratégia, a empresa fez parte de uma história de sucesso, com a micro empresa Loja do Prazer, que tornou-se a maior sex shop virtual da América Latina”, completa Andrés.

 

ESPAÇO PARA OS NOVOS

Na internet, muitos paradigmas vêm sendo quebrados, as pessoas já confiam mais pra comprar na grande rede. E essa maximização virtual ainda torna-se cada vez menos excludente, pois os itens mais difíceis de serem inseridos no hábito de compra, como alimentos, por exemplo, já vêm conquistando espaço nas vitrines virtuais. Há alguns anos atrás, poucas mulheres pensariam em comprar roupas e calçados pela internet, ainda mais com a falta de padronização nas modelagens brasileiras.

Para favorecer e estimular as vendas, as plataformas devem estar interligadas a outras funcionalidades, com o intuito de transmitir credibilidade, segurança e fornecer um meio de pagamento atraente, mesmo que a loja virtual seja pequena ou nova.

Os iniciantes jamais devem abrir mão do planejamento de seus negócios: “um plano de negócios simples, que defina o que você vai vender, que identifique o seu público alvo, mapeie os seus concorrentes e que seja realista com o investimento que você precisará fazer. Boa parte das micro empresários que nos procuram afirmam que ainda não sabem o que vender, mas querem abrir um e-commerce”, pondera Andrés.

A gerente de marketing da Passarela Calçados, Yasmini Ferrara, alerta os pequenos empresários: “Para o pequeno empresário, aquele que está começando ou interessado em investir em negócios digitais, acho que a internet consegue vender de tudo hoje em dia. Mas há ressalvas. Na minha opinião e com a experiência que venho adquirindo na Passarela.com, que atualmente é a segunda maior loja de moda no Brasil, quem quer começar precisa de um belo plano de negócio para não perder dinheiro, porque as chances de dar errado ainda são muito grandes. O back office ainda é um problema que afeta grandes players (concorrentes), por exemplo. E qualquer porte de negócio ainda sofrerá com as dificuldades do check out, dos métodos de pagamento etc. Então a plataforma está integrada com diversas áreas e as coisas não acontecem sozinhas. Na internet é necessário investimento e estratégia pra conseguir fazer o negócio render, é preciso estudar bastante antes de começar o negócio”.

 

FORNECEDORES FLEXIBILIZANDO PROPOSTAS PARA O MICROEMPRESÁRIO

A Locaweb, líder de servidores e hospedagem no Brasil e América Latina, com uma base de 260 mil clientes, possui cerca de 60% dessa base composta pequenas empresas, com até 5 funcionários. Dessa base de clientes, aproximadamente 3.600 são clientes de e-commerce. Segundo Raquel Fernandes, da equipe estratégica da Locaweb, “nossa missão é ajudar negócios a crescerem e prosperarem através da tecnologia”. Para isso, o portfólio de produtos da empresa oferece algumas soluções, como o Criador de Sites, que é o primeiro passo para quem quer ter presença na internet. Raquel complementa: “nesse caso, quem não tem conhecimento técnico ou não quer se preocupar com a gestão dos servidores da empresa, deve utilizar essas ferramentas, como a TrayCommerce, lançada em junho de 2013”.

Sobre as necessidades do dia a dia das PME, o custo precisa ser acessível, portanto, plataformas de e-commerce podem ser adquiridas a partir de R$99,00, variando de acordo com o planos mensais contratados, que podem custar R$59,00 na categoria Light.

 

A FALTA DE MODELO DE NEGÓCIO E DE KNOW-HOW

A Moovin, outra plataforma de comércio eletrônico, tem 100% de sua base de clientes como microempresas. Anderson Herzer, sócio-diretor da Moovin, afirma que grande parte da procura em sua empresa é do público que tem o interesse criar um comércio eletrônico. “Mas eles não conhecem ainda como o mercado funciona nem a importância da logística, segurança e como isso tudo se integra com a plataforma de vendas. Sinto que ainda falta muita informação”.

 

 

Por: Alexandre Teixeira, publicitário, docente e consultor de Branding, Marketing e Negócios Digitais.

 

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Sobre Lucio PiresBoas respostas

Analista Técnico do Sebrae Nacional. Trabalho com negócios e conteúdos digitais, especialista em Gestão de Pequenos Negócios (FIA), Advogado especialista em Direito Empresarial, Matemático com especialização em Finanças.

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